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Edifício e estrutura Estrutura Hidráulica de elevação, extração e distribuição Chafariz / Fonte Chafariz / Fonte Tipo centralizado
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Descrição
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| Fonte de mármore composta por templete central, tanque trilobado e grade circundante. Estátua do templete voltada para SO. Corpo cilíndrico central sobre o qual se erguem seis colunas que suportam cúpula semi-esférica com pináculo; interior do templete ocupado por estátua equestre de Dom Sancho II vestido com armadura segurando na mão esquerda escudo com Quinas. Seis bicas em forma de peixe ocupam os intercolúnios por onde corre a água para tanque trilobado. Envolve o conjunto uma grade de ferro com embasamento de mármore interrompida por três pares de balaústres em forma de volutas que permitem o aceso ao tanque e três balaústres em forma de fogaréus dispostos em triângulo. |
Acessos
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| Praça Vinte e Cinco de Abril. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,878881; long.: -7,166054 |
Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Urbano, isolado, no centro de uma pequena praça circular com zona relvada e área pedonal rodeada por estrada com trânsito automóvel e edifícios de três andares. |
Descrição Complementar
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| No tanque podem ler-se: "1869" e "1622 / ANOS" |
Utilização Inicial
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| Hidráulica: chafariz |
Utilização Actual
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| Cultural e recreativa: fonte ornamental |
Propriedade
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| Pública: municipal |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Séc. 17 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| ARQUITECTOS: Diogo Marques Lucas (1622); Pêro Vaz Pereira (1622). PEDREIRO: Sebastião Vaz (1642). |
Cronologia
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| 1622, 23 Junho - corre água pela primeira vez na fonte, no Largo da Misericórdia, feita pelo pedreiro Sebastião Vaz, conforme desenho de Diogo Marques e vestoriada por Pêro Vaz Pereira; 1758, 30 maio - segundo as Memórias Paroquiais, a chamada fonte ergue-se no adro da Misericórdia, onde também ficava o correio, sendo uma das quatro principais fontes da cidade; 1951 - a fonte é transferida da sua localização original para o Largo Vinte e Cinco de Abril, onde se situa actualmente (MORGADO, 1992). |
Dados Técnicos
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| Paredes autoportantes. |
Materiais
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| Mármore no conjunto central, tanque, embasamento da grade e pavimento, grade de ferro. |
Bibliografia
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| CABEÇAS, Mário Henriques, Obras e remodelações na Sé Catedral de Elvas de 1599 a 1638, in ARTIS, Lisboa, Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa, 2004, n.º 3, pp. 239-266; DENTINHO, Maria do Céu Ponce, Elvas. Monografia, Elvas, 1989;KEIL, Luís, Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Portalegre, Vol. 1, Lisboa, 1943; LEAL, Augusto Soares d´Azevedo Barbosa de Pinho, Elvas "in" Portugal antigo e moderno, volume terceiro, Lisboa, 1874; MASCARENHAS, José Manuel de e QUINTELA, António de Carvalho - O Aqueduto da Amoreira e o sistema de abastecimento de água a Elvas. Monumentos. Lisboa: Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, setembro 2008, n.º 28, pp. 92 - 101; MORGADO, Amílcar F., O aqueduto e a água em Elvas. Fontes antigas, Caderno Cultural nº 5, Elvas, 1992; PEDREIRINHO, José Manuel, Dicionário de arquitectos activos em Portugal do Séc. I à actualidade, Porto, Ed. Afrontamento,1994; RODRIGUES, Jorge, PEREIRA, Mário, Elvas, Lisboa, Editorial Presença, 1996. |
Documentação Gráfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID, SIPA |
Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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Autor e Data
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| Helena Mantas e Marta Gama 2001 / Rosário Gordalina 2008 |
Actualização
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| Rosário Gordalina 2008 |
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