Base Aérea do Montijo / Base Aérea n.º 6 / Centro de Aviação Naval Sacadura Cabral

IPA.00020487
Portugal, Setúbal, Alcochete, Samouco
 
Número IPA Antigo: PT031507020028
 
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Registo

 
Conjunto arquitetónico  Edifício e estrutura  Militar  Base militar  Base aérea  

Descrição

Acessos

Protecção

Enquadramento

Localiza-se no Estuário do Tejo, na sua margem esquerda.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Militar: base militar aérea

Utilização Actual

Militar: base militar aérea

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Ministério da Defesa Nacional

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTURA: João Guilherme Faria da Costa (caserna de praças)

Cronologia

1939, 17 Março - Decreto-Lei n.º 29485 cria a Comissão Administrativa das Obras da Base Naval de Lisboa; 1948, 23 Março - decreto-Lei n.º 36805 que cria a Comissão Administrativa das Novas Instalações para a Marinha, que sucedeu à anterior Comissão criada em 1939; 1951 - a cargo da Comissão Administrativa das Novas Instalações para a Marinha esteve a conclusão da empreitada de "acabamentos" do edifício do Comando e Anexos, e foram iniciadas as relativas à construção das instalações de armanezamento e distribuição de combustivéis líquidos, e as de uma nova caserna para 144 praças; o estudo e aquisição da quase totalidade do apetrechamento, destinado aos edifícios e instalações já concluídas; e a electrificação da estação de bombagem que abastece o Centro, feito com apoio no posto de transformação de Estação Radiogoniométrica do Montijo; 1953 - estão construídos, além dos hangares, o edifício do comando e os destinados a alojamento de oficiais, sargentos e praças para uma esquadrilha, as messes de oficiais e sargentos, o refeitório de praças para duas esquadrilhas, a central elétrica, as instalações para pessoal civil, as garagens para automóveis e embarcações; 1954, 12 Junho - o Centro de Aviação Naval passa a designar-se por Base Aérea n.º 6, em consequência da formação da Força Aérea Portuguesa, que integrou a Aviação Naval e a do Exército.

Dados Técnicos

Materiais

Os edifícios que constituem o centro são de alvenaria de pedra com argamassa de cimento, cobertos de telha, assente sobre estrutura de madeira ou metálicas e fundados sobre estacaria de betão.

Bibliografia

Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no Triénio de 1947 a 1949, Lisboa, 1950; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1950, Lisboa, 1951; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1951, Lisboa, 1952; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1952, Lisboa, 1953; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1956, Lisboa, 1957.

Documentação Gráfica

DGEMN: DSARH, DSID (Centro de Aviação Naval de Lisboa - CANL); DGEMN: Arquivo Pessoal do Arquitecto João Guilherme Faria da Costa NP30 PT134;

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

1947 / 1949 - Estão em conclusão os edifícios: caserna para praças, habitação para sargentos, habitação para oficiais, refeitório para praças, messe de sargentos, messe de oficiais, refeitório, lavandaria e central electrica e garagens; 1950 - conclusão dos trabalhos de toscos do edifício do comando (2050m2); Comissão Administrativa das Novas Instalações para a Marinha: 1950 - Obras de acabamentos de diversos edifícios: habitações para 20 oficiais, habitações para 25 sargentos, casernas para 144 praças, messe para 40 oficias, messe para 50 sargentos, refeitório para 288 praças, refeitório para 100 civis, central eléctrica e lavandaria, garagem pra automóveis e garagem para embarcações, numa área de 5380m2; 1956 - obras.

Observações

Foi escolhida para sua localização uma vasta península de areia no Montijo, tendo-se iniciado os trabalhos pela construção dos aterros da zona marginal e da destoinada à implantação dos edifícios, seguindo-se-lhes os de defesa das margens, de construção da ponte-cais, das rampasa para caesso de hidroaviões, dos cais, etc., e os de dragagem para regularização da pista líquida.

Autor e Data

Patrícia Costa 2003

Actualização

 
 
 
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