Pelourinho de Monsul / Pelourinho de Pousadela

IPA.00000098
Portugal, Braga, Póvoa de Lanhoso, Monsul
 
Arquitectura político-administrativa e judicial, seiscentista. Pelourinho sem remate, pelo que não pode ser alvo de classificação tipológica, com fuste cilíndrico e remate ostentando símbolos heráldicos. Os elementos dos pelourinhos apresentam bastantes semelhanças com o Pelourinho de Caniçada (v. PT010311040001), também ele mandado construir pelo Conde de Unhão. Diferem apenas nas armas do remate, apresentado o de Caniçada, as armas reais. Apresenta as armas dos donatários da freguesia.
Número IPA Antigo: PT010309170005
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Sem remate

Descrição

Fragmentos do antigo pelourinho dispersos, existindo apenas a coluna e a peça de remate, em cantaria de granito. A coluna encontra-se a servir de pilar de suporte de escadaria de habitação particular. Apresenta fuste liso, de seccão circular, ligeiramente galbado, com moldura dupla superiormente. O remate serve de base a um cruzeiro, encontrando-se invertido. Apresenta formato rectangular, com pedra de armas na face frontal, combinado os TELES MENEZES, CASTRO E SILVEIRA, encimada por coroa condal, moldurada por motivos volutados. É encimado por cruz latina.

Acessos

Monsul, Fragmentos no lugar de Pousadela. WGS84 (graus decimais) lat.: 41.623875; long.: -8.311802 (à freguesia)

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1ª Série, nº 231 de 11 outubro 1933; Decreto nº 129/77, DR, 1ª Série, nº 226 de 29 setembro 1977

Enquadramento

Rural. A coluna do pelourinho encontra-se a servir de suporte de uma escada de habitação particular e o remate a servir de base de um cruzeiro.

Descrição Complementar

HERÁLDICA: Esquartelado, o primeiro e o quarto de prata com leão púrpura, armado e lampassado de azul; o segundo de prata com seis arruelas de azul; o terceiro de prata com três faixas de vermelho.

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Privada: pessoa singular / Igreja Católica

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 17 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 17, finais - provável construção a mando do 4º Conde de Unhão, D. Rodrigo Xavier Teles de Menezes Castro e Silveira, donatário de Monsul; 1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação tem 129 fogos; 1963 - o remate encontrava-se colocado no cunhal de um edifício; 1964 - a coluna servia de suporte a uma varanda de uma habitação; 1974 - o remate encontrava-se a servir de base a um cruzeiro.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Braga, Viseu, 2000.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGPC: DGEMN:DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 42, n.º 200, fl. 95)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Isabel Sereno e João Santos 1994

Actualização

 
 
 
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