Pelourinho de Ázere

IPA.00000902
Portugal, Coimbra, Tábua, União das freguesias de Ázere e Covelo
 
Pelourinho seiscentista, de pinha piramidal embolada, com soco quadrangular de um degrau, encimado por dupla base quadrangular, de onde evolui um fuste com a mesma secção, rematado por capitel em tabuleiro, com remate em pináculo piramidal, encimado por bola. O remate ostenta carrancas nos ângulos. No topo, elemento gomeado e cruz armilar metálica, de feitura recente.
Número IPA Antigo: PT020616010001
 
Registo visualizado 237 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por base de um único degrau quadrangular, de onde evolui base dupla quadrada, onde assenta coluna com a mesma secção nos extremos, ostentando no demais fuste arestas chanfradas nos ângulos, criando um octógono. Capitel em tabuleiro simples, de onde arranca o remate em pináculo pirmaidal, que na base ostenta quatro pequenas carrancas e é sobrepujado por elemento gomeado, encimado por esfera armilar metálica.

Acessos

Largo D. Afonso III

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1ª série, n.º 231, de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, isolado, implantado num pequeno largo, rodeado por edifícios residenciais.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Artarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 17 (conjectural) / 18

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 12 - era couto, criado pela rainha D. Teresa; 17 - provável construção do pelourinho; 1667 - Gabriel Ponce de Leon de Lencastre, 7.º Duque de Aveiro, é nomeado Senhor de Montemor-o-Velho; 1708 - a povoação, com 350 vizinhos, é do Conde Meirinho-mor do reino; tem 2 juízes ordinários, vereadores, um procurador do concelho, escrivão da câmara, juiz dos órfãos com o seu próprio escrivão; séc. 18 - possível reforma da estrutura; 1758, 20 Maio - nas Memórias Paroquiais, assinadas por João da Rosa Guião, é referido que o donatário da povoação era o Conde de Montemor; tem 100 vizinhos; 1836 - extinção do concelho.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito; esfera armilar em ferro.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74949 [consultado em 23 agosto 2016].

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID; DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 5, n.º 69, fl. 975-978)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Margarida Alçada 1984

Actualização

 
 
 
Termos e Condições de Utilização dos Conteúdos SIPA
 
 
Registo| Login