Pelourinho de Coja

IPA.00000875
Portugal, Coimbra, Arganil, União das freguesias de Côja e Barril de Alva
 
Pelourinho quinhentista, de pinha cónica, com soco de quatro degraus quadrangulares, de onde evolui fuste octogonal, encimado por capitel tronco-piramidal e remate em pinha, decorada por elementos vegetalistas. Reaproveita alguns fragmentos do primitivo pelourinho manuelino, a base e o capitel, sendo o fuste hexagonal de reconstrução actual.
Número IPA Antigo: PT020601080003
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição eclesiástica  

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco quadrangular de três degraus quadrangular, onde assenta a coluna, com base em toro, hexagonal, com rebaixo intermédio entrando em concordância com o fuste de superfície plana, prismático, hexagonal, encimado por capitel tronco-cónico invertido separado do fuste por moldura redonda saliente e decorado com folhas de acanto estilizadas. É rematado por uma pinha de expressão vegetalista, com folhas de acanto.

Acessos

Rua Dr. José Albano de Oliveira. WGS84 (graus decimais) lat.: 40,268369; long.: -7,989086

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1ª série, nº 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, destacado. Erguido em ampla praça calcetada.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1260, 12 Setembro - concessão do primeiro foral por D. Egas Fafes, Bispo de Coimbra; 1514, 12 Setembro - D. Manuel concede-lhe foral novo; provável construção do pelourinho; 1708 - a povoação, com 700 vizinhos, pertence aos Bispo de Coimbra, entrando em correição o ouvidor de Arganil; tem 2 juízes ordinários, 4 vereadores, um procurador do concelho, escrivão da câmara, juiz dos órfãos com o seu escrivão, 2 tabeliães; pertence à Provedoria da Guarda e à Comarca de Coimbra; 1758 - nas Memórias Paroquiais, assinada spelo pároco Bento Marques, é referido que a povoação, com 139 vizinhos, é do bispo-conde de Coimbra; tem 2 juizes, 4 vereadores, um procurador, um almotacé, um escrivão da Câmara, um juiz dos órfãos e 2 tabeliães; 1836 - extinção do concelho; séc. 20 - restauro do pelourinho.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 11, n.º 347, fl. 2359-2362

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

João Cravo 1993 / Cecília Matias 2001

Actualização

 
 
 
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