Pelourinho de Pombeiro da Beira / Capela de Santo António

IPA.00000873
Portugal, Coimbra, Arganil, Pombeiro da Beira
 
Arquitectura político-administrativa e judicial, quinhentista. Pelourinho de pinha cónica, com soco circular de três degraus e fuste octogonal, encimado por pináculo cónico com elemento heráldico.
Número IPA Antigo: PT020601130004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo pinha

Descrição

Capela que integra vários fragmentos do primitivo pelourinho, surgindo parte do antigo soco nos degraus de acesso à capela, alguns fragmentos do fuste e o remate do pelourinho a sustentar a cruz do vértice da empena principal- Este remate é em pirâmide cónica, mostrando as armas dos donatários da terra, os Cunhas *1.

Acessos

Capela de Santo António. WGS84 (graus decimais) lat.: 40.225665; long.: -8.136686

Protecção

Inexistente

Enquadramento

Urbano, isolado.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Religiosa: igreja

Propriedade

Privada: Igreja Católica

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 16 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 14 - é primeiro senhor de Pombeiro D. Martim Lourenço da Cunha; 1513, 10 Novembro - concessão de foral por D. Manuel I; provável construção do pelourinho; a povoação pertence à família Cunha; séc. 17 - concessão do título de Conde de pombeiro a D. Pedro de Castelo-Branco da Cunha; 1836 - extinção do concelho; construção da capela, integrando fragmentos do antigo pelourinho, já desmantelado.

Dados Técnicos

Fragmentos.

Materiais

Estrutura em cantatia de granito.

Bibliografia

MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 29, n.º 212, fl. 1449-1456)

Intervenção Realizada

Observações

*1 - consta que o fuste, em grés de Sabuga, foi levado para a Várzea Pequena e media dois metros e trinta de alto (MALAFAIA, 1997).

Autor e Data

João Cravo 1993 / Cecília Matias 2001

Actualização

 
 
 
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