Convento e Capela de São Francisco / Convento de Nossa Senhora da Conceição

IPA.00000739
Portugal, Beja, Almodôvar, União das freguesias de Almodôvar e Graça dos Padrões
 
Arquitectura religiosa, chã, vernácula, barroca, rococó. Convento franciscano organizado em torno de claustro a N. da igreja cuja galilé faz a ligação com a parte conventual e com uma capela lateral. Constitui-se como uma estrutura arquitectónica de grande sobriedade, onde o espaço conventual apresenta panos de fachada animados apenas por vãos sem molduras, onde se destaca a igreja pelo maior cuidado decorativo, mas subordinada à austeridade geral do conjunto, com molduras de cantaria nos vãos da fachada principal e pináculos a coroar a torre sineira e os ângulos; no seu interior a nave única coberta por abóbada de berço assente em cornija e capela-mor mais estreita, de esquema idêntico, com pequeno transepto definido por meios arcos rasgados nas paredes, reflectem claramente as constantes da arquitectura chã, vernacular, seiscentista, numa ainda maior austeridade de raiz franciscana. Este espírito é subvertido pelas intervenção decorativas do séc. 18, onde se sobrepõem materiais e técnicas, chegando na capela-mor a cobrir integralmente todas as paredes e abóbada com pinturas murais de densa composição de brutescos sobre fundo arquitectónico, de rica policromia, painéis de azulejos com intrincadas molduras polícromas, retábulos e arco triunfal, em talha dourada, com colunas torsas, rica decoração onde dominam os enrolamentos de folhas de acanto, pinturas a óleo sobre tela, que no seu conjunto documentam o gosto sumptuoso e teatral do Barroco português, mesmo quando é claramente visível que o conjunto resulta de diversas campanhas desde a época joanina ainda com ecos da talha do chamado Estilo Nacional, nas colunas pseudo-salomónicas e arquivoltas concêntricas dos retábulos laterais, mas já povoadas por uma diversidade de outros elementos que denotam a evolução do Barroco, até à decoração polícroma do arco triunfal, de acentuada assimetria, com asas de morcego, volutas, concheados, flores e toda a característica panóplia de elementos decorativos característicos do Rococó, igualmente patentes nos painéis de azulejos e mesmo nas telas. Destacam-se as pinturas murais da capela-mor, com elaborada composição de brutescos e arquitecturas perspectivadas, de rica policromia e as raras simulações de painéis de azulejos, de que se conservam alguns troços nas paredes da nave. Os retábulos de talha, de grande qualidade de composição e execução mas igualmente de rico e cuidado acabamento de douramento e policromia, documentam a evolução do Barroco até ao Rococó. As pinturas a óleo sobre tela de elegante e rico colorido apresentam a particularidade de integrarem na própria composição molduras de gosto puramente decorativo, com enrolamentos de acanto, concheados, asas de morcego, cornucópias, etc. e toda uma variedade de elementos decorativos, em composições típicas do rococó, frequentes quer nas artes gráficas quer na azulejaria, mas raras como parte integrante de uma tela. Não é clara a função dos meios arcos falsos encostados ao muro fundeiro da nave; idêntica solução se encontra na igreja matriz de Entradas (v. Pt0402 . Foram utilizadas cantarias manuelinas nos vãos de alguns arcos da fachada O. do convento.
Número IPA Antigo: PT040202010006
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Convento / Mosteiro  Convento masculino  Ordem de São Francisco - Franciscanos Terceiros

Descrição

Planta longitudinal, composta por nártex, nave e capela-mor, a que se adossam à esquerda as dependências conventuais, agrupadas em torno de claustro central rectangular, cujo lado SE. se adossa à igreja; os restantes são contornados pelas dependências, formando um rectângulo regular, a que se adossa um corpo rectangular a SO., junto do nártex e um outro à direita do mesmo. Volumes articulados, com cobertura exterior diferenciada em telhados de duas águas, terraço sobre as galerias do claustro e coruchéu na torre sineira. Fachada principal a SO., de um só pano rasgado por arco de volta perfeita, precedido por quatro degraus, emoldurado e assente em impostas, encimado por janelão de verga recta com moldura de cantaria, rematado superiormente por frontão, cuja cornija inferior é interrompida pelo janelão, elevando-se para contornar a respectiva verga, encimado por cruz latina em cantaria assente em plinto, sobre o qual se eleva, à direita, a torre sineira com olhal em arco de volta perfeita assente em impostas, rematado superiormente por cornija com pináculos piramidais assentes em plintos elevando-se nos ângulos, a ladear o coruchéu; à esquerda corpo adossado às dependências conventuais, destacado, de um só pano rematado por cornija e beirado, rasgado por janela, ao nível térreo e por três janelas ao nível do primeiro andar; à esquerda, num plano recado, eleva-se o corpo das dependências conventuais, de um só pano rematado por cornija e beirado, rasgado por duas janelas ao nível térreo e por três ao nível do primeiro andar, em cujas ombreiras se destacam elementos de cantaria, com fragmentos de colunelos torsos e chanfres com rosetas. Fachada lateral NO. de um só pano rematado por cornija e beirado, rasgado a nível térreo por uma janela, uma fresta, duas janelas, uma porta e outras duas janelas de dimensões diversas, e ao nível do primeiro andar por uma janela, uma moldura de cantaria cega, uma janela situada a meio piso com moldura de cantaria e seis janelas idênticas. Fachada E. rematada superiormente em cornija e beirado tendo à esquerda uma meia empena sobre a capela-mor, encimada por dois pináculos piramidais assentes em plintos, rasgada ao nível térreo por uma fresta a eixo da capela-mor, e uma porta ladeada por janelas e ao nível do primeiro andar por cinco janelas, a primeira das quais entaipada. Fachada lateral SE. com dependências térreas de um só pano rematado por beirado e rasgado por duas janelas; dependência destacada de um só pano rematado superiormente por frontão rematado por cruz latina de cantaria assente em plinto que se recorta ao centro do tímpano, ladeado por volutas de argamassa, rasgado por duas frestas; nave recuada, rematada por cornija e beirado, com a torre sineira, de alçado idêntico ao da fachada principal, elevando-se no ângulo S. e pináculo piramidal sobre plinto no ângulo E., rasgado por duas grandes janelas engradadas e uma janela mais pequena; capela-mor ligeiramente recuada, de um só pano, rematado por beirado, ligeiramente mais baixo no troço correspondente ao camarim, encimado por pináculo piramidal sobre plinto, no ângulo E. e rasgado por janela engradada. CLAUSTRO: fachadas NO. e SE. de um só pano rematado superiormente por quatro grelhas de tijoleiras separadas por plintos de alvenaria, rasgado por três arcos em asa de cesto assentes em impostas; ao lado SE. adossa-se a escada de ligação ao terraço, de um só lanço e guarda de alvenaria; fachadas NE. e SO. De um só pano rematado superiormente por duas grelhas de tijoleiras separadas por plinto de alvenaria, rasgado por dois arcos de volta perfeita assentes em impostas; ao nível do primeiro andar as fachadas sobre o terraço apresentam um só pano rematado por beirado; a virada a NE. é rasgada por uma porta com moldura de argamassa caiada a cinzento ladeada por janelas e a virada a SE. rasgada por porta encimada por moldura curva, duas janelas, duas portas e uma janela; a SO. abrem-se duas janelas e a NO. duas portas. INTERIOR: nártex coberto por abóbada de berço abatido, ao fundo a porta de acesso à nave, de verga recta com moldura de cantaria, encimada por frontão de alvenaria caiada com tímpano de decoração esgrafitada com cruz latina ao centro ladeada por duas inscrições; à esquerda porta de acesso à portaria conventual e à direita de acesso a dependências, ambas com molduras de cantaria. Nave coberta por abóbada de berço assente em cornija; porta resguardada por guarda-vento de madeira apainelado e pintado com motivos florais, ladeada por lambril de pinturas murais simulando azulejos enxaquetados, azuis e brancos; coro-alto resguardado por grade de madeira torneada. Do lado do Evangelho vestígios de lambril de pintura mural polícroma, com molduras de concheados e asas de morcego; púlpito com grade de madeira torneada, assente em bacia de cantaria marmoreada e porta com moldura de cantaria encimada por sanefa de madeira; capela lateral facial, com retábulo de talha dourada e apontamentos policromos. Do lado da Epístola pia de água benta de cantaria, encimada por caixa de órgão assente em mísula de madeira, de forma piramidal invertida, escalonada em quatro registos, o primeiro de cantaria, o segundo e o quarto pintados a azul com decoração de chinoiserie a branco e o terceiro registo pintado a azul com idêntica decoração, balaustrada marmoreada com varandim central semicircular e caixa encimada por composição de volutas e enrolamentos vegetalistas, ladeada por anjos tocando trombeta e rematada por cartela com as cinco chagas de Cristo; duas janelas com molduras de argamassa com pequenas orelhas e encimadas por cornijas; capela lateral facial com retábulo idêntico ao do lado do Evangelho assim como o meio arco que se lhe segue. Arco triunfal de volta perfeita com moldura de talha dourada e policromada, assente em pilastras sobre plintos, decorados com concheados, asas de morcego, volutas, enrolamentos de folhas de acanto, flores e cornijas; encimado por uma sanefa em arco de querena, com lambrequim, encimada por composição entalhada e recortada de volutas, enrolamentos de folhas de acanto, asas de morcego, concheados e flores que se prolongam enquadrando um óculo circular encimado por uma cornija, ladeado por duas pinturas sobre tela, emolduradas, representando o da esquerda São Francisco recebendo os estigmas e o da direita um outro santo franciscano; capelas colaterais à face, com retábulos de talha dourada, idênticos, de corpo único. Capela-mor coberta por abóbada de berço revestida integralmente por pinturas murais de perspectivas arquitectónicas, representando colunas e volutas suportando entablamento e frontão curvo interrrompido, ao centro, adornado por grinaldas de flores e ladeado por anjos ajoelhados e medalhão central quadrilobado representando a assunção de Nossa Senhora, rodeada por anjos e querubins, enquadrado por uma ampla composição de brutescos onde se inserem medalhões com símbolos marianos; retábulo de talha dourada, de planta recta e estrutura vertical tripartida. Na parede do lado do Evangelho rasga-se a porta de acesso à sacristia, com moldura de cantaria marmoreada, tendo à direita dois painéis de azulejo policromo; do lado da Epístola o registo inferior repete a composição fronteira, sendo a porta falsa simulada em pintura mural. A parede fundeira da sala de acesso ao trono conserva pinturas murais de enrolamentos de acantos, sanefas, barras de marmoreados, ferroneries e outros elementos. Sacristia coberta por abóbada de berço abatido, apoiada em arco toral, com arcaz de madeira. Claustro com galerias cobertas por abóbadas de berço abatidas, assentes em cornijas, que se interceptam nos ângulos formando abóbadas de aresta com nervuras de secção rectangular apoiadas em mísulas de alvenaria. As diversas dependências térreas são cobertas por abobadas e as do primeiro andar por tectos de madeira, destacando-se a antiga sala de audiências do tribunal peto seu tecto de masseira.

Acessos

Rua da Constituição, no topo da Rua do Convento.

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 45/93, DG, 1.ª série - B, n.º 280 de 30 novembro 1993

Enquadramento

Urbano, isolado, em destaque, sobre uma ligeira elevação situada no limite O. da povoação. Fachada principal precedida por adro calcetado, encaixado entre as construções conventuais e separado da rua por dois degraus, ao centro do qual se eleva um cruzeiro de cantaria, com cruz latina encimada por dístico com a inscrição " INRI " mas sem base; ladeado por canteiros ajardinados. Fachadas NO. e NE. abertas directamente sobre a rua que contorna o convento; fachada SE. é separada desta por um canteiro ajardinado. A O. corre uma ribeira, separada do convento por terrenos baldios.

Descrição Complementar

Retábulo capela lateral do evangelho: corpo único e planta côncava, composto por sotobanco com mesa de altar paralelepipédica revestida com frontal têxtil, ladeada por plintos marmoreados, banqueta decorada com enrolamentos de folhas de acanto e banco com mísula central onde se destacam dois anjos enquadrados por volutas e folhagens de acanto, ladeada por mísulas apoiadas por anjos, corpo com camarim em arco de volta perfeita encimado por sanefa e ladeado por rendas, onde se integra trono de três degraus encimado pela imagem de São José, tendo por fundo uma cortina pintada a verde, enquadrado por colunas torças e pilastras de capitéis coríntio e fustes decorados com folhas de acanto, flores e aves, lateralmente enquadram o conjunto duas pilastras idênticas, mas que se apoiam directamente nas bases marmoreadas do sotobanco, em cujos fustes se destacam ainda concheados e querubins, suportando em conjunto o entablamento, com friso de querubins, onde se apoia o ático, com dois arcos de volta perfeita, concêntricos, e com molduras decoradas com enrolamentos de acanto e querubins, concluindo numa cartela central polilobada e tendo no fundo uma composição de anjos e querubins rodeados por volutas, que enquadram o dossel, sobre os arcos eleva-se um entablamento recto assente em dois painéis entalhados com enrolamentos de acanto e volutas, tendo por centro aves fénix, sobre o entablamento desenvolve-se uma larga composição de volutas e folhas de acanto, tendo por centro um medalhão polilobado com uma ramo de açucenas pintado, ladeado por anjos e encimado por concha; segue-se um meio arco de volta perfeita emoldurado e assente em pilastra. Retábulos colaterais com mesa de altar paralelepipédica, com frontal estofado, polícromo, banqueta com elementos vegetalistas, banco com mísula central de que se destacam dois anjos enquadrados por volutas e enrolamentos de folhas de acanto, ladeada por duas mísulas menores, suportadas por meninos atlantes, corpo com cortina ladeada por coluna torça decorada com folhagens, flores e aves, ladeada cada uma delas por meias pilastras de decoração idêntica, ático com baldaquino de planta semicircular com lambrequim, enquadrado por enrolamentos de acanto e voluta, rematado por três querubins e uma concha, ladeados por anjos, coroa o retábulo uma sanefa de talha dourada e policromada, que se eleva ao centro em arco de querena, com lambrequim encimada por composição de concheados e asas de morcego. Retábulo-mor com sotobanco formado por mesa de altar paralelepipédica, frontal estofado e policromado, simulando brocado e galões dourados, enquadrado por moldura pintada a encarnado, com ângulos estofados e banqueta entalhada e dourada, ladeado pelas portas de acesso ao camarim, almofadadas, com elementos entalhados, de fundos de marmoreados polícromos e molduras douradas, enquadradas por pilastras marmoreadas decoradas com grinaldas de flores suspensas por fitas, entalhadas e douradas; banco com sacrário central com porta em arco de volta perfeita em que se destaca o Cordeiro com a cruz e a bandeira encimado por dois querubins, ladeado por dois nichos em arco de volta perfeita com anjos e duas mísulas de cada lado, decoradas com enrolamentos de folhas de acanto, ladeando painéis com folhas de acanto e flores entalhadas; corpo com camarim central em arco de volta perfeita, elevando-se na base o coroamento do sacrário com composição de folhas de acanto encimada pelo pelicano alimentando os filhos, em vulto redondo; trono de três registos com enrolamentos de folhas de acanto e grinaldas de flores e frutos e dossel; as paredes e abóbada do camarim são revestidas por painéis com decoração de enrolamentos de folhas de acanto, duas colunas torsas assentes nas mísulas do banco, enquadrando mísulas de que se destacam anjos, com imagens enquadradas por dosséis com sanefas e cortinas coroados por cestas com flores, ático em arco de volta perfeita, delimitado superiormente por uma moldura de folhas de acanto e inferiormente por uma moldura de conchas que enquadram a boca do camarim, sendo o espaço em reserva preenchido por uma densa composição de folhagens de acanto, conchas e flores, a que se sobrepõe ao centro cartela polilobada com as armas dos franciscanos, enquadrada por folhas de acanto e anjos tenentes. PINTURAS MURAIS: na parede fundeira da sala de acesso ao trono pinturas murais figurando barras verticais de damasco branco e amarelo lavrado com enrolamentos de folhas de acanto, rematadas superiormente por uma sanefa de fundo vermelho e decoração com enrolamentos de folhas de acanto a amarelo e franja igualmente amarela, sobre a sanefa assenta uma cornija marmoreada a cinzento que define a base de uma meia luneta com a intercepção da abóbada, a qual é contornada por uma barra marmoreada a vermelho e uma moldura cinzenta com braçadeira amarelas, definindo um espaço em reserva ao centro do qual se destaca um resplendor oval de raios alternadamente setiformes e ondulados, sobre uma nuvem de querubins; a abóbada é decorada com uma composição de ferroneries, folhas de acanto, aves e grinaldas de frutos, a amarelo sobre fundo branco. AZULEJARIA: na capela-mor do lado do evangelho, soco polícromo de almofadas marmoreadas a amarelo com molduras a manganês sobre fundo azul, unidas por composição de folhas de acanto concheados e flores, os painéis apresentam molduras polícromas de concheados, asas de morcego e grinaldas de flores, separadas por estípides, enquadrando composição figurativa a azul e branco com alegorias da litania mariana.

Utilização Inicial

Religiosa: convento masculino

Utilização Actual

Política e administrativa: repartições públicas / Cultural e recreativa: sede de associação recreativa / Devoluto

Propriedade

Privada: Igreja Católica (igreja) / Pública: municipal (dependências conventuais)

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 17 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido

Cronologia

1630 - notícia da existência no local de uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Conceição; 1680 - fundação, por Frei João Evangelista, lente jubilado e provincial da Ordem de Santiago *1; 1810 - obras de restuaro; 1834 - Expulsão dos frades, com a extinção das ordens religiosas; 1859 - instalação dos Paços do Conselho, tribunal judicial, secretaria notarial e conservatória do registo predial; 1928 - transferência dos Paços do Conselho para outro edifício; 1969, 02 de Fevereiro - danos causados pelo sismo; 1995, c. de - o Tribunal Judicial deixa de funcionar no convento.

Dados Técnicos

Estrutura mista

Materiais

Paredes de alvenaria de pedra e cal rebocadas e caiadas, abóbadas de tijolo rebocadas e caiadas, tectos com forro de madeira, molduras de vãos e elementos secundários de cantaria, portas e caixilharias de madeira, pavimentos de tijoleira e mosaico hidráulico, retábulos de talha dourada e policromada, pinturas murais, painéis de azulejos polícromos, pinturas a óleo sobre tela.

Bibliografia

COELHO, José Maria Afonso, Foral de Almodôvar, Almodôvar, 1985; LEAL, Pinho, Portugal Antigo e Moderno, vol. 1, Lisboa, 1873; PEREIRA, Esteves e RODRIGUES, Guilherme, Portugal Diccionário, vol. 1, Lisboa, 1904.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; CMA

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID; CMA; IANTT / AHMF

Intervenção Realizada

DGEMN: 1969 - obras de consolidação devido aos danos causados pelo sismo; 1994 - reparação dos terraços

Observações

*1 - a fundação é também atribuída a Fernando Guerreiro, sepultado na capela-mor, e a sua irmã Bárbara de Alvelos.

Autor e Data

Isabel Mendonça 1994 / Ricardo Pereira 2002

Actualização

 
 
 
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