Liceu Feminino de Maria Amália Vaz de Carvalho, incluindo o património móvel integrado / Escola Secundária de Maria Amália Vaz de Carvalho

IPA.00007293
Portugal, Lisboa, Lisboa, Avenidas Novas
 
Arquitectura educativa. Liceu.
Número IPA Antigo: PT031106500509
 
Registo visualizado 526 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Educativo  Escola  Liceu  Tipo Monarquia

Descrição

Acessos

Rua Rodrigo da Fonseca, n.º 115; Rua Sampaio e Pina, n.º 17; Rua Marquês de Subserra; Rua Artilharia Um, n.º 74

Protecção

Categoria: MIP - Monumento de Interesse Público, Portaria n.º 610/2020, DR, 2.ª série, n.º 203 de 19 outubro 2020 / Incluído na Zona Especial de Proteção do Hotel Ritz (v. IPA.00007781)

Enquadramento

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Educativa: liceu

Utilização Actual

Educativa: escola secundária

Propriedade

Pública

Afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTOS: António Couto (1930); Miguel Ventura Terra (1913).

Cronologia

1844-1906 - denominado Escola Maria Pia; 1906-1919 - denominado Liceu Maria Pia; 1913 - criação de uma Comissão para a construção do novo edifício, constituída por Sebastião da Costa Cabral Sacadura, Inspector de Sanidade Escolar, Alberto Óscar dos Santos Machado, reitor do Liceu Passos Manuel, Caetano José Pinto e Diogo Albino de Sá Vargas, professores no local e o arquitecto Miguel Ventura Terra; data do projecto, da autoria de Miguel Ventura Terra (1866-1919); 1914, 29 Outubro - Caetano Pinto anuncia que se comprara o terreno à Câmara Municipal de Lisboa; 1915, Agosto - o edifício achava-se em construção; 1921 - conclusão da primeira fase de construção do edifício, após sucessivas paragens por falta de verbas; 1919 - passa a designar-se Liceu Central de Garrett; 1926 - passa a designar-se Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho; 1930, Julho - construção da segunda fase do edifício, pelo arquitecto António Couto, que introduziu alterações ao projecto inicial; 1933-1934 - inauguração do liceu feminino, ainda com algumas obras em curso; a primeira reitora foi Maria Baptista dos Santos Guardiola; 1970 - obras de beneficiação, 3ª fase: construção de paredes duplas de tijolo furado, tetos e paredes salpicados, rebocos, construção de lintéis de betão armado, fornecimento e assentamento de tacos de pinho, assentamrnto de mosaico hiráullico e pintura a tinta de água de paredes e tetos. Direção da obra: Adj.Téc. Luís Fernando Rosado Lopes;1974 - passa a designar-se como Escola Secundária de Maria Amália Vaz de Carvalho; 2016, 25 fevereiro - é aberto o procedimento de classificação do Antigo Liceu Feminino de Maria Amália Vaz de Carvalho, incluindo o património móvel integrado, em Anúncio n.º 77/2016, DR, 2.ª série, n.º 39.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1952, Lisboa, 1953; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1954, Lisboa, 1955; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1955, Lisboa, 1956; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1956, Lisboa, 1957; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério nos anos de 1957 e 1958, 1º Volume, Lisboa, 1959; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no Ano de 1961, 1º Vol., Lisboa, 1962; Guia Urbanístico e Arquitectónico de Lisboa, Lisboa, AAP, 1987; FRANÇA, José-Augusto, A Arte em Portugal no Século XIX, Lisboa, Bertrand, 1990 (3ª ed.), vol.2; Plano Director Municipal, Lisboa, CML, 1995; Obras Públicas Concluídas em 1970 - Anexo n.º21 ao Boletim do Comissariado do Desemprego, Lisboa, Ministério das Obras Públicas, 1971, p.76; TOSTÕES, Ana, Arquitectura Portuguesa do Século XX, in História da Arte Portuguesa, (dir. Paulo Pereira), Lisboa, Círculo dos Leitores, 1995; Arquitecto Ventura Terra (1866-1919), Lisboa, Assembleia da República, 2009.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DREL/DRC

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

DGEMN: 1954 / 1955 - realização de diversas obras de reparação e conservação periódica, pela Direcção dos Serviços de Construção e Conservação; 1956 - adaptação para novas aulas da zona da piscina e arranjo do novo vestiário, pelos Serviços de Construção e Conservação; 1957 / 1958 - Obras de ampliação com seis salas, pelos Serviços de Construção e Conservação; 1961 - Obras de arranjo do campo de jogos, remodelação da instalação eléctrica e diversas reparações, pelos Serviços de Construção e Conservação.

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Filomena Bandeira 1998

Actualização

 
 
 
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