Casa da Moeda

IPA.00007084
Portugal, Lisboa, Lisboa, Avenidas Novas
 
Arquitectura industrial e arquitectura cultural, modernista. Instalações destinadas aos serviços administrativos e fabris da Casa da Moeda. Figura como uma das experiências mais significativas e singulares do modernismo português e, como outras, surge do plano para as obras públicas do Estado Novo.
Número IPA Antigo: PT031106230446
 
Registo visualizado 1858 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Político e administrativo central  Casa da moeda    

Descrição

Complexo administrativo e fabril implantado num terreno de configuração quadrangular, desnivelado, e com traçado ligeiramente oblíquo no lado S.. Este conjunto edificado compõe-se de construções funcional e arquitectonicamente diferenciadas, fundamentalmente definido num edifício para a Administração e num outro para as Oficinas, com comunicação interna assegurada por dois passadiços (ao nível do 1º piso) assentes em pilares. O edifíco da Administração, de planta rectangular, três pisos (incluindo cave) e cobertura en terraço, localiza-se a N., tem implantação longitudinal e está alinhado com a via pública. O edifício das Oficinas descreve um "U", ocupa a maior parte do terreno, e cria um pátio interior e três frentes (S., E. e O.), recuadas cerca de 5 m da vedação e percorridas por artéria interior de vigilância a terminar nos pátios delimitados pelos passadiços e fachadas E. e O. do edifício da Administração: os três corpos que compõem o "U" apresentam número diferenciado de pisos (entre 1 e 3) e cobertura mista em terraço e dente de serra. O conjunto dispõe de três entradas: a fabril, no ângulo SE.; uma para viaturas, no ângulo oposto; e a da Administração, a N. e centrada. Com a ampliação posterior, novo edifício se constrói, de planta próxima de um "T" invertido, levantado no pátio interior e encaixado no "U": trata-se das Oficinas de Talhe Doce, ligadas às primitivas na parte central do alçado posterior e por dois pequenos passadiços sem sustentação aos alçados laterais. No que respeita à concepção arquitectónica, estes edifícios distinguem-se pela sua própria função (serviços administrativos e laboração oficinal), reflectida assumidamente no exterior tanto pela volumetria dos edifícios como pela composição das fachadas: num e noutro salienta-se o tratamento particular conferido às entradas, bem como o tratamento regular das extensas superfícies cujos panos ritmados pelos pilares salientes se cobrem, abaixo da guarda do terraço de alvenaria rebocada e pintada, de tijolo vidrado para as Oficinas, ou de envidraçados para as Oficinas de Talhe Doce, enquanto o edifício da Administração oferece uma fenestração contínua sobre panos rebocados acima do envasamento de cantaria.

Acessos

Avenida João Crisóstomo; Avenida António José de Almeida; Avenida Defensores de Chaves; Rua Dona Filipa de Vilhena. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,737145; long.: -9,142977

Protecção

Categoria: MIP - Monumento de Interesse Público / ZEP, Portaria n.º 740 - ET/2012, DR, 2.ª série, n.º 252 de 31 dezembro 2012 *1

Enquadramento

Urbano, isolado. Ocupa um quarteirão das Avenidas Novas, a E. da Avenida da República. As frentes urbanas envolventes são definidas a S. pela Estação do Arco Cego e a N., E. e O. por prédios de habitação, hoje com ocupação mista. Para nascente, onde a malha urbana ganha outro desenho, marcam presença imóveis de expressão modernista, de construção coeva ou posterior, mas resultantes da urbanização da zona nos anos 30 e 40 do século 20. Neste conjunto edificado, do qual faz parte a Casa da Moeda, salientam-se o Instituto Superior Técnico (v. PT031106430168), o Instituto Nacional de Estatística, a banda de moradias da Avenida António José de Almeida e o Liceu de Dona Filipa de Lencastre, no Bairro Social do Arco Cego (v. PT031106430303). Do mesmo período, ou com conclusão na década de 50, são as frentes urbanas homógeneas envolventes da Casa da Moeda a N. e E., enquanto a da Avenida Defensores de Chaves (O.) se apresenta híbrida, acumulando tanto construções mais antigas como intervenções mais recentes. Fronteiro, o Jardim Gomes de Amorim, de pequenas dimensões e possuindo um busto de Júlia Lopes de Almeida, escritora brasileira (1862), obra de Margarida Lopes de Almeida, sendo uma oferta das mulheres brasileiras às portuguesas, executado em 1939 e inaugurado em 28 de março de 1953.

Descrição Complementar

EDIFÍCIO DA ADMINISTRAÇÃO: De acentuada horizontalidade, apresenta uma composição regular, acusando exteriormente a distribuição dos seus espaços fundamentais: um corpo central, saliente, alteado e enobrecido por tratamento particular, correspondente à entrada principal e átrio (2º piso), Sala do Conselho e Biblioteca (3º piso) e escadas de acesso aos andares inferior e superior; duas alas laterais, estendidas para E. e O., e que albergam os distintos serviços administrativos, além do antigo Museu Numismático - estas alas oferecem uma composição de igual tratamento, à excepção do alçado virado ao pátio (S.), ligeiramente saliente nos topos (zona de sanitários e escadas interiores). O edifício impõe-se pela sua longitudinalidade, acentuada pelos alçados laterais estreitos, pela cobertura em terraço, e pelos vãos do 2º e 3º pisos (apenas separados por colunas) abertos numa moldura de cantaria rectangular estendida por quase toda a fachada (N. e S.) de reboco pintado, acima do envasamento revestido de cantaria. Esta regularidade (apesar de admitir subtis pormenores decorativos, como a diferenciação no desenho das colunas que separam verticalmente as janelas ou na aplicação da cantaria do envasamento) é quebrada pelo efeito poderoso do corpo central: na frontaria (N.) dominam a reentrância da entrada principal, de linhas curvas, precedida por escadaria, e a ampla superfície rectangular avançada sobre a entrada, onde se rasga o amplo vão envidraçado da antiga Sala do Conselho e Biblioteca; na fachada posterior (S.), e correspondendo apenas às escadas, este corpo ganha uma forma cilíndrica pronunciada, projectada sobre o pátio, repetindo-se a solução do envidraçamento, aqui para iluminar, de forma mais nobre, o acesso que conduz ao andar superior a partir do átrio, numa solução mais contida, a escada que desce pelo interior para a cave.

Utilização Inicial

Política e administrativa: casa da moeda

Utilização Actual

Política e administrativa: casa da moeda / Cultural e recreativa: arquivo

Propriedade

Pública: empresa pública

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Jorge de Almeida Segurado (arquitecto, 1898-1990) / Espregueira Mendes (engenheiro) / Francisco Franco (escultor) e Henrique Franco (pintor) - edifícios da Administração e das Oficinas; Jorge de Almeida Segurado (arquitecto, 1898-1990) / Adolfo Queiroz de Sousa (engenheiro) - edifício das Oficinas de Talhe Doce

Cronologia

Séc. 20 - a história da construção da Casa da Moeda, entroncada nas necessidades de dotar este serviço do Estado com instalações sentidas como apropriadas e modernas, quer do ponto de vista da organização dos serviços e da produção industrial, como no da representação simbólica, assegurada esta pela concepção arquitectónica, desenvolve-se em enquadramentos políticos distintos: inicia-se no regime republicano (a partir de 1920), passa pela Ditadura Militar (1926-1933) e decide-se, não sem entraves e controvérsias, na primeira fase do Estado Novo (até à II Guerra Mundial), já sob o "magistério" do ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco. Os acontecimentos e decisões mais importantes podem-se agrupar em períodos cronologicamente bem delimitados: 1920-1929 / 1930-1934 / 1934-1941. Levantado o edifício modernista, segue-se um período de instalação (1942-1948), vindo, na passagem da década de 50 para 60, a conhecer as primeiras obras de adaptação e ampliação que lhe conferem o aspecto que apresenta hoje. As intervenções mais significativas no interior, ainda que parciais, ocorrem a partir dos anos 80, fruto das exigências de adaptação funcional do edifício a novas realidades de gestão e produção. 1º PERÍODO (1920-29): 1920 - Lei nº 955, de 22 de Março, reorganiza os serviços da Casa da Moeda; 1921 - criação da Comissão Administrativa Autónoma das Obras da Casa da Moeda e Valores Selados (Dec. nº 7316, 16 Fev.), com o intuito de se proceder a uma ampla intervenção naquele edifício do Estado, ao tempo situado em São Paulo; 1923 - data do projecto das "Novas Instalações fabris da Casa da Moeda e adaptação da parte existente a um plano geral de concordância", assinado por Silva Júnior, director técnico da Casa da Moeda e membro da Comissão de Obras; 1929 - o ministro da tutela (Finanças) suspende as obras, resumidas a demolições e adaptações parciais, optando pela construção de um novo edifício em outro local da cidade: a crise que afecta a administração e a produção neste sector fabril, obrigando ao encerramento temporário da Casa da Moeda (Dec. 17.126, 18 Jul.), o estado deficiente das instalações e a dificuldade em cumprir o ambicioso e dispendioso projecto de Silva Junior, de feição classizante e monumentalista, podem explicar aquela decisão, nomeando-se para o efeito nova Comissão de Obras, reformulada na sua composição (além do Adm. Geral da C. Moeda, passa a incluir o Director Geral dos Monumentos do Sul); 2º PERÍODO (1930-1934): 1930 - exoneração da Comissão, transitando a responsabilidade de toda a obra para a DGEMN; 1931 - uma ordem de serviço interna (Ago.) encarrega o eng. Roberto Espregueira Mendes e o arq. Jorge Segurado, funcionários daquela Direcção-Geral, de elaborar o projecto da Nova Casa da Moeda para um terreno localizado nas imediações do Inst. Superior Técnico: antes do fim do ano, sai da Secção de Estudos o anteprojecto, composto por um relatório e 12 desenhos, trabalho entretanto suspenso por o terreno destinado à Casa da Moeda ser necessário a outros planos (acabará por receber o I.N.E.); 1932 - é encontrado o terreno da então Av. Miguel Bombarda, iniciando-se o demorado processo para a sua aquisição, que implica expropriações nos talhões a sul; 1933 - Segurado apresenta novo projecto, dele fazendo parte 80 telas originais, 160 desenhos (cópias), perto de 600 páginas de cálculos e 4 cadernos de encargos para um orçamento global de 9.388.959$00; 1934 - o Conselho Superior das Obras Públicas (CSOP) pronuncia-se de forma demolidora sobre o projecto, admitindo a possibilidade, dada a urgência da obra, que esta se inicie pela terraplanagem e drenagem dos terrenos, acompanhada por um estudo de consolidação do solo, "enquanto se não refaz o projecto, incluindo a parte arquitectónica" (Parecer de Maio): neste capítulo, a crítica é especialmente dura, considerando mesmo comparável a fachada principal do edifício da Administração a "um necrotério, a uma cocheira de automóveis ou a uma fábrica de chitas" (Relatório de Abril); 3º PERÍODO (1934-41): 1934 - o ministro Duarte Pacheco toma posição decisiva para a sobrevivência do projecto, tal como estava concebido por Segurado, ordenando abertura de concurso para a construção do edifício da Administração, embora solicite novo estudo do terreno (solidez das fundações, problema colocado sobretudo para as Oficinas, onde se localizavam os lençóis de água), e não deixando de, numa situação de compromisso, enviar o projecto ao autor para nova apreciação arquitectónica; 1935 - concluídas as fundações (1ª empreitada), começa em Nov. a 2ª empreitada respeitante à "Construção da super-estrutura do Edifício da Administração, incluindo todos os acabamentos e instalações...": poucas ou nenhumas alterações arquitectónicas haviam sido feitas ao projecto inicial; 1936 - acordo do Estado com a Companhia Carris de Ferro de Lisboa, realizando-se a compra dos terrenos e edifícios necessários à construção de parte das Oficinas por 1.750.000$00; 1936-37 - a discussão estética, entrando nela a Junta de Educação Nacional, transita agora para transformações de pormenor, confinando-se a arranjos decorativos exteriores ("embelezamento da fachada poente" e ornamentação da fachada principal): Barata Feyo, Francisco Franco e Segurado apresentam diversas propostas; 1937 - o edifício da Administração encontra-se praticamente concluído (Out.), continuando por decidir a decoração exterior e interior (fresco com 28 m2 para o Museu Numismático e pintura a óleo com 12 m2 para a Sala do Conselho); 1938 - por sugestão de J. Segurado, Abel Manta e Henrique Franco elaboram propostas para a execução dos frescos, ano em que é finalmente adjudicada a empreitada nº 3 a Teixeira Duarte ("Construção das fundações, muros de suporte e vedação, canalizações de esgotos e demolições do Edifício das Oficinas" e se submete no fim do ano o projecto da "super-estrutura" ao Conselho Superior das Obras Públicas; 1939 - deparado com o facto consumado (edificação de parte do projecto e realização das fundações do edifício a apreciar), o Conselho, com alguma resignação, aprova o projecto: em Maio realiza-se, com a Sociedade de Construções Civis Ldª, o contrato da empreitada nº4 respeitante à "Construção da super-estrutura do Edifício das Oficinas, muros de vedação e arranjo dos pátios"; 1941 - está levantada a Casa da Moeda; 4º PERÍODO (1954-66): 1954 - José Cruz de Azevedo, Adm.Geral da Casa da Moeda, e Abel Tavares Fernandes, eng. chefe dos Serviços Fabris, efectuam uma visita de estudo a 18 centros fabris europeus produtores de notas, títulos e selos com o objectivo de introduzir em Portugal este fabrico, que exige o sistema de impressão talhe doce, concluindo da necessidade absoluta de construção de novo pavilhão, em obediência a normas muito precisas dadas as exigências técnicas (temperatura e humidade) e de segurança; 1955 - o arq. Jorge Segurado e o eng. Adolfo Queiroz de Sousa apresentam o anteprojecto de um edifício a construir no pátio da Casa da Moeda, bem como modificações nas oficinas existentes; 1956 - aprovação do anteprojecto; 1957 - são firmados os contratos para a feitura do projecto definitivo das Oficinas de Talhe Doce; 1958 - dão-se início aos trabalhos de construção; 1961 - Prosseguiram as obras de construção do edifício destinado à Oficina de Impressão a Talho Doce, pela DGEMN; 1966 - a complexidade da obra, sujeita inclusivamente a empreitadas especiais (instalações de ar condicionado, aquecimento central e apetrechamento eléctrico), e os estudos de instalação das máquinas de impressão, além de outros factores, retardam a conclusão do novo edifício, datando deste ano a sua inauguração; 1972 - fusão da Imprensa Nacional e da Casa da Moeda, passando a constituir uma só empresa pública, designada INCM; 1973 - Keil do Amaral projecta a remodelação do Museu Numismático; 1985 (a partir de) - as intervenções mais recentes no edifício da Administração acarretam o desaparecimento do Museu, amplo espaço adaptado a gabinetes da administração, bem como a despromoção da igualmente ampla Sala do Conselho reconvertida, por múltiplas divisórias, a área de trabalho; 1998 - a INCM passa a proprietária do imóvel por contrato de cessão a título definitivo; 2004, 27 agosto - Despacho de abertura do processo de classificação pelo presidente do IPPAR; 2010, 20 maio - proposta da DRCLVTejo para classificação como Monumento de Interesse Público; 2011, 15 julho - proposta de classificação da DRLVTejo como Monumento de Interesse Público e fixação de Zona Especial de Proteção; 10 outubro - parecer favorável do Conselho Nacional de Cultura; 2012, 11 setembro - publicação do projeto de decisão de classificação do edifício como Monumento de Interesse Público e fixação da respetiva Zona Especial de Proteção em Anúncio n.º 13401/2012, DR, 2.ª série, n.º 176.

Dados Técnicos

Materiais

Estrutura mista de alvenaria hidraúlica (pedra e tijolo) e betão armado. Revestimentos e acabamentos: cantaria de Lioz, tijolo vidrado, mármore, cortiça, madeira (Macacaúba, casquinha e nogueira), azulejo, ferro, latão, vidro e placas de fibro-cimento.

Bibliografia

Arquitectura del Movimiento Moderno 1925-1965 (Registro DOCOMOMO Ibérico). Barcelona: 1996; Caminhos do Património, 1929-1999. Lisboa: DGEMN, 1999; «Casa da Moeda», in Dicionário da História de Lisboa, Lisboa: 1994; Exposição Histórica do Ministério das Finanças. Notícia Histórica dos Serviços. Lisboa: Ministério das Finanças, 1952; FERNANDES, José Manuel - Arquitectura Modernista em Portugal. Lisboa: 1993; FERREIRA, Rafael Laborde e VIEIRA, Victor Manuel Lopes - Estatuária de Lisboa. Lisboa: Amigos do Livro, Lda., 1985; FRANÇA, José Augusto - A Arte em Portugal no Século XX. Lisboa: 1991; Guia de Arquitectura Lisboa 94. Lisboa: 1994; PDM - Plano Director Municipal. Lisboa: 1995; Portugal. Arquitectura do Século XX (Catálogo da Exposição Portugal-Frankfurt97). Lisboa: 1997; Relatório 1933-1934, Lisboa: Ministério das Finanças / Casa da Moeda e Valores Selados, 1935; Relatório da Actividade do Ministério no Triénio de 1947 a 1949. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1950; Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1950. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1951; Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1952. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1953; Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1954. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1955; Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1955. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1956; Relatório da Actividade do Ministério nos anos de 1957 e 1958. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1959, 1.º vol; Relatório da Actividade do Ministério nos Anos de 1959. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1960, 1.º vol.; Relatório da Actividade do Ministério no Ano de 1961. Lisboa: Ministério das Obras Públicas, 1962, 1.º vol.; TOSTÕES, Ana - «Arquitectura portuguesa do século XX» in PEREIRA, Paulo - História da Arte Portuguesa. Lisboa: Círculo de Leitores, 1995, vol. 3.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSARH; IN-CM: CDI/Arquivo

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DESA; IN-CM: CDI/Arquivo; CML: Arquivo Fotográfico

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSARH; IN-CM: CDI/Arquivo

Intervenção Realizada

DGEMN: 1950 - obras de conservação e reparação pela Direcção Regional dos Edifícios de Lisboa; 2001 - em obras.

Observações

*1 - DOF: Casa da Moeda e Valores Selados.

Autor e Data

Filomena Bandeira 1999

Actualização

 
 
 
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