Jardins do Solar de Mateus

IPA.00007011
Portugal, Vila Real, Vila Real, Mateus
 
Espaço verde de recreio. Jardins de linguagem revivalista neobarroca. O palácio, acedido por caminho atravessando parte da quinta, é orlado por mata, criando efeito surpresa, e é precedido por amplo espelho de água que reflecte a sua fachada principal. Possui jardim envolvente, de planta em L invertido, organizado em terraços ou parterres, de suave declive, a maioria com canteiros de buxos talhados com formas geométricas, de linguagem formal, de influência francesa, sendo parcialmente estruturado por eixo longitudinal conferido pelo centro da fachada do palácio, que atravessa um dos terraços, se acentua por túnel de buxo e se prolonga para a quinta através de uma latada. Para além do jardim, surgem os terrenos de cultivo, plantados com vinha, pomares e as hortas. Quinta com extraordinária articulação entre o palácio, considerado um dos expoentes máximos da arquitectura barroca do norte de Portugal, e os seus jardins, que, apesar de serem essencialmente de meados do séc. 20, seguem em parte uma linguagem barroca e se submetem a um eixo central definido pela arquitectura. É o caso do parterre junto à fachada posterior, onde ficava o principal jardim no séc. 18, com composição geométrica de buxo talhado, cujo eixo é conferido pelos portais rasgados nos pátios do palácio e se prolonga pelo incomum túnel de buxo, sobre as escadas de acesso aos jardins de baixo e depois se prolonga por uma alameda e latada assente em esteios tipo obeliscos, possivelmente as únicas subsistências do primitivo jardim. À composição formal do primeiro parterre a E., assemelha-se sensivelmente o que lhe sucede, mas os restantes são distintos, já que existe ladeando o túnel um pequeno jardim de água, com tanques recortados dispostos sucessivamente, um parterre a SE. com buxo talhado rente ao chão com grande graciosidade e leveza de desenho, integrando a meio da sebe definidora espaldar barroco, e o disposto a S., seccionado em pequenos talhões por caminhos delimitados por sebes que numa das alas formam arcos de verdura em buxo, e têm canteiros dispostos irregularmente. Apesar dos jardins se inspirarem numa determinada tipologia tradicional, eles reinterpretam algumas sugestões do barroco, mas com este revivalismo coexistem efeitos de carácter romântico e intimistas, como o da zona de fresco criada pelo maciço de japoneiras antes do túnel de cedro. O espelho de água construído fronteiro à fachada principal, com desenho neobarroco em sintonia com o da casa e integrando inovadoramente ao longo do seu perímetro interior um talude relvado, embora concebido e realizado no séc. 20, ao reflectir a fachada da casa, confere-lhe uma grandiosidade que nunca seria igualada com um simples parterre ajardinado. Além disso, juntamente com a frondosa arborização, cria o efeito surpresa e acentua a tranquilidade do conjunto. O tanque reservatório setecentista conserva ainda as condutas de abastecimento de água ao palácio e a outras zonas da quinta.
Número IPA Antigo: PT011714150080
 
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Registo

 
Espaço verde  Jardim  Jardim  Barroco    

Descrição

Propriedade murada, implantada em terreno plano, com algumas zonas organizadas em patamares de suave declive, composta por palácio de planta em U com ala transversal, criando pátio interno descoberto, precedido por amplo espelho de água e arvoredo, capela longitudinal colocada a N. no topo da casa (v. IPA.00005990, jardins em L invertido envolvendo o palácio a S. e a E., organizados em terraços ou parterres, articulados por túnel de buxo, e a partir dos quais surgem os terrenos de cultivo, plantados com vinha, pomares e as hortas. Portão da quinta em cantaria, de arco em volta perfeita, com brasão no fecho *1, flanqueado por pilares, pano de muro almofadado encimado por balaustrada e pilares sobrepostos por asas de morcego. O caminho totalmente envolvido pelo arvoredo, culmina inesperadamente no palácio, precedido por grande terreiro, em cascalho, com espelho de água rectangular de ângulos recortados, reflectindo a sua fachada, composto por lajes exteriormente de perfil côncavo e convexo e topo saliente, integrando ao longo do perímetro interior canteiro de verdura e hortenses, tendo ao centro do muro frontal, bica carranca, e no ângulo NO. escultura de mulher em mármore sobre a água. No topo O. da ala S. do palácio e perto do espelho de água, ergue-se um enorme Cedrus Deodora e uma Chamaecypris Lawsoniana. Ao longo da fachada S. do palácio surge canteiro de pedra estreito, com perfil exterior decorado com um jogo de formas côncavas e convexas, e largo caminho de saibro, paralelo ao qual se desenvolve parterre rectangular, longitudinal, seccionado transversalmente em seis, por caminhos de saibro, ladeados bilateralmente por buxo talhado, possuindo no extremo S., no cruzamento dos caminhos e sobre o longitudinal, também ele delimitado a S. por buxo recortado, arcos de verdura em buxo; cada um dos compartimentos do parterre, relvado, tem pequenos canteiros de flores dispostos irregularmente, sendo alguns deles pontuados de árvores. O centro do palácio, com portais sucessivamente colocados em eixo, define um eixo longitudinal estruturador do jardim desenvolvido para E., com parterres de suave declive. O primeiro é enquadrado pela fachada posterior do palácio, a N. pela fachada lateral da capela, ambas percorridas por estreitos canteiros de pedra, e a S. pelo limite do parterre S.; é composto por composição quadrangular de buxos talhados, formando canteiros, com ângulos encimados por bolas de buxo, de pequenos labirintos trapezoidais e, por vezes, pontuados por arbustos, que conferem volumetria ao espaço, com caminhos de saibro em cruz rodeada, centrada por taça de água elíptica, com bica, envolvida por buxos talhados, igualmente de planta elíptica, e tendo de permeio florões geométricos de buxo. A E., ladeando a escadaria do portal posterior, entre duas estátuas, surgem dois canteiros de buxo talhado com arbusto, e a S. quatro canteiros rectangulares longitudinais de buxo talhado, centrado por árvore. Sensivelmente a meio do topo E., existe cameleira, assinalando o início de uma escadaria de granito de acesso aos parterres inferiores, coberta por um túnel de ciprestes talhados, formando um tecto abobadado que cria, no seu interior, um cenário inesperado, marcado pela presença dos troncos nodosos e retorcidos. No fim do túnel, o caminho, ladeado por Cupressos semprevivaens, conduz a um portal em cantaria, de verga recta, marcando o prolongamento do eixo que se prolonga por uma latada de vinha, suportada por esteios de granito, em forma de obeliscos, alternadamente assentes em plintos galbados. A N. do túnel, dispõe-se pequeno jardim de água, com três tanques dispostos em patamares de suave desnível, de planta quadrangular e topos recortados, mas todos diferentes, que se alimentam entre si, e um Ácer, bordo-chorão do Japão. A S. do túnel surge parterre com jardim de buxo talhado de composição semelhante ao que se desenvolve junto à fachada posterior do palácio, apenas com algumas variações e sem o tanque central, e tendo os canteiros preenchidos por flores e pontuados por arbustos de pequeno e médio porte. O parterre paralelo a S., delimitado a E. e S. por sebe de buxo aparado e separado do anterior por sebe aparada em curvas e contra-curvas, possui composição de buxo aparado rente ao chão e sobre um saibro mais claro, com amplo medalhão central recortado, centrado com um camacíparis do Japão (Chamaecyparis obtusa), e florões recortados nos ângulos; ao centro da sebe E., surge espaldar rectangular, rebocado e pintado de branco, centrado por ampla cartela recortada, limitado por pilastras, sobrepujadas por pináculos, terminado em friso e cornija, encimado por frontão interrompido por pináculo adelgaçado; o espaldar, assente num soco de cantaria, é flanqueado por balaustrada. As relações com a paisagem agrícola envolvente são privilegiadas para S. e para E., ficando parcialmente contidas em direcção a O. Aí, fica a eira, rectangular, de cantaria, e o tanque de rega e reservatório, também rectangular, do meio do qual emerge obelisco composto por pilar quadrangular coroado por pináculo, com bica dando para pequeno tanque adossado. Nas terras mais baixas, destaca-se a S. o pomar de pereiras, amendoeiras e cerejeiras.

Acessos

EN 322, Largo Morgado de Mateus

Protecção

Parcialmente incluído na Zona de Proteção do Solar de Mateus (v. IPA.00005990)

Enquadramento

Rural, a cerca de 3 km de Vila Real, com a EN 322 a bordejar o limite S. da propriedade, nas imediações da qual se ergue a aldeia de Mateus, de casas vernaculares.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Recreativa: jardim

Utilização Actual

Recreativa: jardim

Propriedade

Privada: Fundação

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18 / 19 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITETO: António Lino (1948); Nicolau Nasoni (1740 / 1750 - atr.). ARQUITETO PAISAGISTA: Gonçalo Ribeiro Telles (1960); Paulo Bensliman (1948). ENGENHEIRO AGRÓNOMO: Gomes de Amorim (c. 1930)

Cronologia

Séc. 16, 1º quartel - Maria Álvares, filha de Diogo Mourão e Helena Álvares, donos do prazo da Cumieira em 1541, casou com Álvaro Coelho, proprietário das terras em São Martinho de Mateus; posteriormente, a esta, foram sendo acrescentadas outras propriedades; provável construção da chamada Casa das adegas, fronteira à actual fachada N. do palácio; séc. 17 - construção de uma casa, no local onde actualmente se ergue o palácio, cuja fachada principal dava para um caminho público; 1641, 5 Dezembro - instituição do Morgado de Mateus, pelo licenciado António Álvares Coelho, que casara com a sua prima segunda, D. Helena Álvares Mourão; 1655 - sua filha, D. Maria Coelho Mourão, e seu marido compraram umas casas, a chamada casa das adegas, defronte da sua; 1655, depois - colocação de brasão dos morgados na casa das adegas; 1670 / 1720 - provável reforma do palácio, com construção do actual por António Álvares Coelho; 1691 - D. Maria Coelho Mourão, viúva do desembargador Matias Álvares Mourão, vinculou ao Morgado bens de raiz e ainda toda a prata que estava num rol e mais 117 arráteis de prata bruta e 3 arráteis de ouro em barra, para que tudo andasse sempre unido ao Morgado, sem diminuição do peso, mesmo que se reformassem as peças de prata; determinou ainda que todos os administradores do Morgado nos primeiros quatro anos da respectiva administração, vinculassem 200$000 rs de boa fazenda, na razão de 50$000 rs por ano; acrescentava que as fazendas fossem "o mais vizinho que pudesse ser" da Casa de Mateus, a cabeça do Morgado, e não havendo bens para comprar, cada administrador poria o dinheiro a juro de 5% até se efectuar a compra; D. Maria Coelho Mourão lega por testamento os vínculos de Mateus e Cumieira, unidos, ao sobrinho neto Matias Álvares Botelho Mourão, estipulando que o seu herdeiro e sucessor bem como os seus descendentes fossem obrigados a usar os apelidos Álvares Mourão ou Álvares Coelho; 1721 - António José casou com D. Joana Maria de Sousa Mascarenhas, que se teria queixado posteriormente da exaustão financeira devido às obras no palácio; 1739 / 1743 - período a que geralmente se atribui a intervenção do arquitecto Nicolau Nasoni nas obras do palácio; séc. 18, inícios - segundo a tradição, os jardins foram desenhados e plantados por Diogo Álvares Botelho Mourão (1673 - 1744), irmão de António José e Arcediago de Labruje, de que pouco se sabe, mas de que parece restar a escadaria e a latada; o filho do 3º Morgado, D. Luís António de Sousa Botelho Mourão pediu licença ao Arcebispo de Braga para erguer uma nova capela, que ficaria unida à casa por um passadiço sobre um arco que comunicaria com o coro; 1750 - conclusão da construção da capela; 1758 - o páraco Basílio Carneiro Guedes refere que da grandeza da Casa de Mateus, então de D. Luís António de Sousa Botelho Mourão, só se divisavam por cima dos arvoredos envolventes as cúpulas da torre da capela e as chaminés "e outros feitios que parecem obeliscos ao longe"; divisava-se ainda uma deveza de pinheiral da quinta, "que se faz estimavel à vista a sua espessura" e castanheiros; 1760, década - D. Leonor Ana Luísa Josefa de Portugal administrou a Casa de Mateus, auxiliada pelo capelão Manuel Caetano Pinheiro, enquanto o seu marido, D. António de Sousa Botelho Mourão, o 4º Morgado, foi como governador para o Brasil, ali mandando fazer várias benfeitorias; mandou construir o tanque da quinta com obelisco central e encanar a água para a casa; 1772 - o Marquês de Pombal mandou instaurar uma devassa por no ano anterior se ter transportado "vinho do ramo" da Casa de Mateus para a Cumieira, que era área de "vinho de embarque", contrariando a proibição existente; 1793 / 1796 - o Morgado D. Luís António de Sousa Botelho Mourão vivia sozinho no palácio, desinteressado pela administração da casa; o filho deste e de D. Leonor de Portugal, D. José Maria do Carmo de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, senhor dos Morgados de Mateus, Cumieira, Sabrosa, Arroios, Moroleiros, Fontelas e Queirozes (os três últimos herdados do Marquês de Minas), estando em Copenhaga como enviado extraordinário, teve de pedir autorização para vir a Portugal, para remediar o "desarranjo" da Casa; ainda que ele vivesse grande parte da sua vida no estrangeiro, procedeu ao inventário dos bens móveis; riscou uma planta esquemática da casa, assinalando no topo E. o "jardim principal" e, ao longo da ala S., uma "zona ajardinada e quinta"; séc. 18, finais - um desenho do palácio representa a fachada principal precedida por terreiro sem vegetação, com acesso no sentido O. - E. a ser feito por um caminho, no eixo do qual se erguia o cruzeiro e que ia ter à capela; 1823 - concessão do título de Conde de Vila Real ao Morgado D. José Luís de Sousa Botelho Mourão e Vasconcelos, título pela qual passariam a ser chamados os seus descendentes; séc. 19, 2ª metade - o 3º Conde de Vila Real mandou plantar palmeiras e japoneiras na zona do jardim; 1871 - mandou plantar o grande Cedrus Deodora; posteriormente, conseguiu, como chefe local do Partido Progressista e Governador Civil de Vila Real, que a freguesia de Mateus fosse incluída na Região Demarcada do Douro; mandou proceder à deslocação do caminho público fronteiro ao palácio para o traçado a que hoje corresponde sensivelmente o da estrada nacional, deixando amplo espaço disponível; possivelmente, foi ele também que mandou apear o frontão que encimava a zona da entrada a E., que posteriormente foi colocado a rematar o terraço de jardim de arabescos de buxo raso; 1900 - casamento de D. Maria Teresa de Souto Botelho e Melo, filha de D. José Luís e irmã do 4º Conde de Vila Real, com Fernando de Almeida Cardoso de Albuquerque, 2º Conde de Mangualde; seu filho, D. Francisco de Sousa Botelho de Albuquerque (1909 - 1973), 6º Conde de Vila Real, 5º Conde de Melo e 3º de Mangualde, acabou por herdar a quinta de Mateus; 1930, depois - a Condessa de Mangualde mandou plantar o jardim a E., com desenho do arquitecto paisagista Gomes de Amorim; 1933 / 1946, entre - reformada dos jardins pelo Conde de Mangualde; 1948 - o conde de Mangualde procedeu à construção de anexos à capela, obras embargadas pela Direcção Geral da Fazenda Pública; plantou o túnel de cedros sobre a escadaria E. que conduz aos terraços de cota inferior, mandou construir os três tanques do lado esquerdo, com desenho de António Lino e reformula os jardins de buxo, a S., com desenho de Paulo Bensliman; 1960 - o arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles elaborou um primeiro projeto para a quinta, traçando um pequeno lago num terreiro ajardinado fronteiro ao palácio; posteriormente, procedeu à sua alteração, projetando o grande lago, enquadrado por árvores de grande porte, algumas pré existentes e outras mandadas plantar, de modo a arborizar também as zonas subsequentes ao portão da quinta; 1962 / 1963 - construção do portal principal de acesso à quinta, junto à povoação; 1963 - conclusão da construção do grande lago; 1970 - instituição da Fundação da Casa de Mateus, com o objectivo de preservar a casa, estudar o seu arquivo e promover actividades culturais, científicas e pedagógicas; 1981 - colocação de escultura de José Cutileiro no ângulo do espelho de água.

Dados Técnicos

Armação dos espaços de jardim em patamares de diferentes cotas.

Materiais

Vivos: buxo anão (Buxus sempervirens var. nana); Inertes: alvenaria, cantaria de granito e saibros.

Bibliografia

ANDERSEN, Teresa, Do Estádio Nacional ao Jardim Gulbenkian - Francisco Caldeira Cabral e a primeira geração de Arquitectos Paisagistas (1940 - 1970), Lisboa, 2003, pág. 180; BINNEY, Marcus, Casas Nobres de Portugal, Lisboa, 1987; BOWE, Patrick, Jardins de Portugal, Lisboa, 1989; CARAPINHA, Aurora e TEIXEIRA, J. Monterroso, A Utopia com os Pés na Terra. Gonçalo Ribeiro Telles, Lisboa, 2003, pág. 264; CARITA, Helder, HOMEM CARDOSO, António, Tratado da Grandeza dos Jardins em Portugal ou da originalidade e desaires desta arte, 1990, p. 251, 252, 257, 258, 260, 264, 270 - 274; DGEMN, Palácio de Mateus. Vila Real. Obras de reforço e de consolidação estrutural 2001 / 2002, s.l., s.d.; GIL, Júlio, Os mais belos palácios de Portugal, Editora Verbo, Lisboa, 1992; MOURA, Vasco Graça, SAPIEHA, Nicolas, Figuras em Mateus, s.l., 2002.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; Fundação da Casa de Mateus; Arquivo Pessoal de Gonçalo Ribeiro Telles

Documentação Fotográfica

UE; IHRU: DGEMN/DSID; Fundação da Casa de Mateus

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DREMN; Fundação da Casa de Mateus

Intervenção Realizada

1962 - levantamento topográfico; 1972 - construção da casa do porteiro; Fundação de Mateus e S.E.C.: 1991 . início da instalação de um sistema de detecção e alarme para fogo e roubo; Fundação de Mateus: instalação de sistema de rega automática nos jardins; 1993 - conclusão do sistema de rega automática do jardim e espaços circundantes da Casa, restauro do portão de entrada junto ao armazém; recuperação de todos os tanques que envolvem o palácio; abertura de um novo poço.

Observações

*1 - Este brasão foi retirado da casa da R. da Fonte do Chão, actual Marechal Teixeira Rebelo, nº 33, em Vila Real, onde viveram os Morgados de Mateus (anteriores ao morgado de D. Luís António de Sousa Botelho Mourão). Jardim visitável em : Junho a Setembro 9H00 - 19H30, Outubro, Março, Abril e Maio 9H00 - 13H00 e 14H00 - 17H00

Autor e Data

Paula Simões 1999 / Paula Noé 2006

Actualização

Luísa Estadão 2007
 
 
 
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