Aqueduto das Águas Livres - Troço de Sintra

IPA.00006517
Portugal, Lisboa, Sintra, União das freguesias de Queluz e Belas
 
Arquitectura infraestrutural, barroca e neoclássica. Aqueduto cuja conduta de água apresenta maioritariamente perfil curvo, lançando-se pontualmente em arcaria de volta perfeita, sendo interrompido regularmente por clarabóias de diversas tipologias, a maioria em forma de templete prismático, com cobertura formando vértice. Apresenta duas mães de água, ambas de planta centralizada, com coberturas em domo, coroadas por lanternins encimados por pináculos, tendo no interior pias circulares para conter a água e bancos corridos que contornam as paredes entre os vãos. Na base da edificação da Mãe de Água Velha encontra-se parte de uma fundação sextavada; no entanto, a forma circular que hoje apresenta, identifica-se melhor com o traço de Manuel da Maia, no que respeita à restante construção do Aqueduto. Alguns dos aquedutos subsidiários, mais tardios, divergem do aqueduto principal, sendo alguns deles bastante mais ricos e apresentando o interior forrado de cantaria. A galeria do Aqueduto que parte da Mãe de Água Velha é revestida a alvenaria enquanto que as galerias de acesso e saída da Mãe de Água Nova são de cantaria *4; Esta é semelhante com a Mina Mãe de Água, em Carnaxide (v. PT031110030014).
Número IPA Antigo: PT031111040249
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Hidráulica de condução  Aqueduto    

Descrição

Troço do Aqueduto das Águas Livres, que se prolonga por grande extensão, iniciando o seu percurso na nascente , na antiga Quinta das Águas Livres, em Carenque, com algumas extensões a N. de Caneças, pecorrendo cerca de oito quilómetros, dividindo-se em diversos aquedutos subsidiários que o alimentam, surgindo, a montante da nascente, embora não fazendo parte do projecto inicial de Manuel da Maia, uma das extensões do troço principal, o aqueduto do Olival Santissímo, que se estende desde a nascente situada a N. de Caneças até à Mãe de Água Nova, apresentando vários ramais que entroncam nas suas condutas, entre eles: o Aqueduto do Poço da Bomba; do Vale da Moura; dos Carvalheiros; do Convento da Estrela; do Salgueiro; da Couraça; dos Frades Marianos e o Aqueduto da Câmara; a estes ainda se juntam os encanamentos da Academia das Ciências, de Moreira Garcia, o do Conde do Redondo, o Aqueduto da Quintã, o encanamento do Sola e o Aqueduto do Caneiro *2. O troço termina na Amadora, onde se liga a um outro troço que percorre este concelho, entre São Brás e a Buraca (v. PT031115030003) e ligando, ainda, ao Aqueduto da Gargantada (v. PT031111070250). A estrutura segue, maioritariamente à superfície, apresentando alguns troços subterrâneos, iniciando-se na MÃE DE ÁGUA VELHA, estrutura de planta centralizada, circular, com cobertura em domo, coroada por lanternim, também ele coberto por domo, encimado por pináculo, rasgado por quatro janelas rectilíneas molduradas, com vãos protegidos por rede de metal. O acesso ao INTERIOR é feito através de porta de verga recta rematada por cornija que dá passagem a uma pequena galeria, com ligação às restantes, com passadiço central ladeado por caleiras em cantaria, coberta por abóbada de berço. O espaço central apresenta paredes rebocadas e pintadas de branco, com cobertura em cúpula assente em friso de cantaria e pavimento em lajeado de calcário. Ao centro abre-se um tanque circular com ligação a uma caleira de transporte de água, e, adossados às paredes, surgem bancos em cantaria, por cima dos quais existem duas pequenas lápides com inscrições. A montante desta estrutura, na outra margem da ribeira que as separa, situa-se a MÃE DE ÁGUA NOVA, de planta centralizada, octogonal, em cantaria, com os ângulos reforçados por cunhais de cantaria, rematada por cornija saliente, que suporta cobertura em domo, apresentando no topo um lanternim octogonal, com o mesmo tipo de cobertura, coroado por pináculo; encontra-se rasgado por oito janelas, uma em cada pano, e uma porta central, todas de perfil recto e emolduradas a cantaria, as primeiras com os vãos protegidos por gradeamentos de ferro, e a porta apresentando uma folha de madeira pintada de verde. INTERIOR com paredes em cantaria de calcário aparente, com cobertura em cúpula e pavimento em lajeado de calcário. A comunicação entre o nível de entrada e o fundo da estrutura, que desce cerca de cinco metros no interior do terreno, faz-se por escada de vinte e nove degraus, que apresenta sensivelmente a meio, à esquerda, vão em arco de volta perfeita. Ao centro, encontra-se um tanque circular, à volta do qual, se dispõem, no pano murário, quatro arcos de volta perfeita com pedras de fecho salientes, que dão passagem às condutas de chegada e saída de água. Bancos de pedra contornam as paredes entre os vãos, surgindo sobre eles lápide com inscrições. Partindo do corpo da Mãe de Água Velha, surge a CONDUTA de água, de perfil curvo, em alvenaria; alguns metros à frente, a conduta é sustentada por dois pequenos arcos de volta perfeita, e interrompida por lanternins *3, de planta quadrangular, com cobertura piramidal, rasgadas por janelas rectilíneas gradeadas. A acompanhar o percurso do aqueduto, surge, junto a ele, uma clarabóia de planta rectilínea e cobertura em canhão, rasgada por porta rectilínea com bandeira gradeada, perto da qual existe uma outra que se situa junto à estrada, de planta quadrangular, rematada por cornija, com cobertura formando vértice, encimado por pináculo bolboso, rasgada por quatro janelas rectilíneas molduradas e gradeadas. O troço que se situa na Estrada das Águas Livres, apresenta uma altura muito superior à do troço anterior, sendo a conduta de água sustentada por oito arcos de volta perfeita de pequena dimensão e coroada no topo por cinco clarabóias, três delas cegas, e as duas restantes rasgadas por janelas de moldura recta, com gradeamento, uma delas situada sob o viaduto do IC16, junto da qual existe uma porta de verga recta moldurada, com o vão protegido por duas folhas de ferro pintadas de verde, a que se tem acesso por uma escada exterior no mesmo material, que permite a entrada no interior da galeria. Junto à ligação deste troço do Aqueduto com o Aqueduto da Fonte Santa, composto por seis arcos de volta perfeita, um deles apresentando maiores dimensões sob o qual passa a ribeira de Carenque, surge uma clarabóia de perfil octogonal, em cantaria, rasgada por janela jacente emoldurada e por porta de arco abatido, com vão protegido por uma folha de ferro pintada de verde, a que se acede por treze degraus. O Aqueduto principal continua o seu percurso até junto da Ponte dos Caminhos de Ferro de Carenque, amparado por cinco contrafortes e rasgado por laternins em cantaria, quadrangulares, com coberturas piramidais, com as faces rasgadas por janelas rectilíneas gradeadas.

Acessos

Estrada de Queluz para D. Maria. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,791921, long.: -9,244745

Protecção

Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto n.º 5/2002, DR, 1.ª série-B, n.º 42 de 19 fevereiro 2002 *1

Enquadramento

Urbano, periurbano e rural, atravessando algumas freguesias dos concelhos da Amadora e de Odivelas, até à Ponte dos Caminhos de Ferro de Carenque. Inicia o seu percurso em zona rural, envolvido por campos de cultivo e pinhal, junto a uma Ribeira, surgindo, nas zonas urbanas, envolvido por prédios de rendimento e vias públicas. Nas imediações das Mães de Água, surge uma barragem romana, do antigo aqueduto que abastecia Lisboa (PT031111040030).

Descrição Complementar

Inscrição gravada numa lápide sobre os bancos da Mãe de Água Velha: "NASCENTE DA MÃE DE ÁGUA VELHA", surgindo uma segunda lápide com a inscrição "K. 14,288; 3". Numa lápide sobre os bancos da Mãe de Água Nova, surge uma lápide com a inscrição "NASCENTE DA MÃE DE ÁGUA NOVA".

Utilização Inicial

Hidráulica: aqueduto

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTO: António Canevari (1730-1732); Carlos Mardel (1735). ENGENHEIROS: Custódio da Silva Serra (1730); Frei Domingos de São João Baptista (1730-1732); José da Silva Pais (1730-1732); Manuel da Maia (1730-1736); Manuel de Azevedo Fortes (1730-1732).

Cronologia

1683, 31 Julho - o presidente, vereadores e procuradores de Lisboa deslocaram-se ao lugar da Água-Livre para analisar a qualidade daquela água; 1728 - o procurador da cidade, Cláudio Gorgel do Amaral propõe a hipótese de construção de um aqueduto a partir desse local; 1729, 23 Fevereiro - o Secretário de Estado Diogo de Mendonça Corte Real insiste sobre um parecer relativo à condução da água de Belas; 29 Abril - D. João V insiste no pedido de um parecer sobre a água de Belas; 1730, 13 Janeiro - auto de vistoria e declaração sobre a quantidade de água da Fonte Santa, Salgueiros, Vale da Moura e Águas Livres; a declaração é assinada por Manuel de Azevedo Fontes, José da Silva Pais, Manuel da Maia, Frei Domingos de São João Baptista e Custódio da Silva Serra; 30 Janeiro - auto da vistoria sobre a medição da quantidade da água do sítio das Águas Livres levada a cabo por Manuel da Maia, Manuel de Azevedo Fontes, José da Silva Pais, Custódio da Silva Serra, António Canevari e Frei Domingos de São João Baptista; 1732, 19 Julho - ordem para que Manuel da Maia se apresente no sítio das Águas Livres para analisar a obra já construída por Canevari; 20 Agosto - vinda de D. Filipe António Gavila para ver as Águas Livres e descobrir novas fontes; 27 Setembro - carta para Manuel da Maia informando-o sobre os canos que principiam na Mãe de Água que devem ser em lajes e da altura de um homem; 1736, 19 Setembro - estava já construído o troço do aqueduto desde a Fonte das Águas Livres até ao monte "que fica defronte da Senha de Amaro Álvares" e decorriam as obras na Mãe de Água Velha; 1738, 18 Junho - o aqueduto principal estava concluído desde o nascimento das Águas Livres até à Quinta de João Frederico; 1748 - já sob a direcção de Carlos Mardel, que ali trabalhava desde 1735, a água chega a Lisboa; construção de outros aquedutos, redes de distribuição e dos 24 chafarizes espalhados por Lisboa; 1758, 28 Outubro - ocorrência de grandes cheias que transportaram grandes quantidade de entulho obstruindo o aqueduto desde as Águas Livres até ao Rato; 1759, Abril - 1760, Março - prospecção de novas nascentes na proximidade da nascente principal; lageamento e regularização das margens da ribeira; 1762, Outubro - 1764, Setembro - construção da Mãe de Água Nova; 1762, Outubro - 1764, Setembro - a Casa de Água, fronteira às Águas Livres, e um lanço de aqueduto que caminha da mesma casa para o Norte até à junção das águas do Bartão e do Salgueiro Grande, junto do lugar de D. Maria, estavam concluídos; 1764, Setembro - 1766, Outubro - execução da calçada do Caminho da Serra que vai para Queluz; 1769, 8 Junho - cópia do instrumento de contrato da obra das Águas Livres sobre as águas descobertas ou a descobrir em Belas; 1769, Outubro - 1770, Setembro - obras no sítio das Águas Livres; 1771, Setembro - 1772, Outubro - obras de construção nas Águas Livres; 1773, 9 Junho - ordem para se fazer novas fechaduras e respectivas chaves para todos os aquedutos; 1778 - obras em Vale de Pontes, no Salgueiro Grande, da Moura Grande, do Olival Santíssimo, de Castelo de Vide, da Moura Pequena; 1781, 30 Abril - abertura de poços nos sítios de Vale da Moura, Carvalheiros e Fonte Santa; 1783 - é ordenada a colocação de padrões na Mãe de Água e na clarabóia em que ela se junta com a que vem do Salgueiro Grande; 1783, 30 Junho - conclusão da obra do aqueduto do Bretão; medição dos arcos da passagem da estrada que vai para o lugar de D. Maria; obras do aqueduto dos Carvalheiros; construção de uma clarabóia quadrada no sítio das Quintas; obras de defesa do rio e açude da Azenha para proteger o Aqueduto Geral; 1792, 3 Outubro - registo de aviso ao mestre da obra para fazer no Aqueduto Geral, junto a Carenque, a obra necessária para a saída das águas que nele entram e pertencem ao Rei; 1794, 6 Outubro - Decreto régio através do qual se ordena que, pelo cofre da Imposição destinada para a Obra das Águas Livres, se pagasse a importância da obra do Aqueduto que conduz a água dos sítios de Carenque e da Gargantada para o Terreiro do real Palácio de Queluz onde corria em benefício do público; 1795 - obra no sítio da Gargantada e Ribeira de Carenque incluindo o aqueduto, clarabóias e arcada desde a nascente de água no sítio da Gargantada até à praça de Queluz, incluindo a obra do chafariz que se fez para o povo de Carenque no sítio da Gargantada; 1795 - obra efectuada no aqueduto de Loures; 1919 - nas sessões de 30 de Abril e de 2 de Maio da Assembleia-Geral da Companhia das Águas de Lisboa surgiu a ideia de criar um Museu da Água; 1967 - terminou a exploração de água do aqueduto de Lisboa; encerramento do Aqueduto das Águas Livres e do Reservatório da Mãe de Água, que passaram a integrar o conjunto do património do Museu da Água; 1979, 3 Dezembro - carta do Dr. Fernando Bandeira Ferreira, técnico da Direcção Geral do Património Cultural, propondo a substituição do Decreto de 16 de Junho de 1910, por outro que considere protegidos, além do aqueduto, os aferentes e correlacionados; 1972 - as águas da Mãe de Água Velha, que nunca tinham secado, devido ao aumento da população e a um maior consumo de água, começaram a secar nos meses de Junho e Julho, mantendo-se, até à actualidade, uma seca cíclica, que se prolonga por alguns meses, recomeçando a actividade depois das primeiras chuvas de Outubro e Novembro.

Dados Técnicos

Estrutura mista.

Materiais

Estrutura em alvenaria de calcário azul rebocada a cal e saibro; clarabóias em cantaria de calcário azul; bancos, modinaturas, pias em cantaria de calcário; portas de madeira; grades e lemes em ferro.

Bibliografia

MONTENEGRO, Augusto Pinto, Memória sobre as Águas de Lisboa, Lisboa, 1895; ARAÚJO, Norberto de, Inventário de Lisboa, vol. 1, Lisboa, 1944; MOITA, Irisalva (dir.), D. João V e o Abastecimento de Água a Lisboa, Lisboa, 1990; Aqueduto das Águas Livres, in SANTANA, Francisco, SUCENA, Eduardo, (dir.), Dicionário da História de Lisboa, Lisboa, 1994; CASEIRO, Carlos, PENA, Américo, VITAL, Raul, Histórias e Outras Memórias do Aqueduto das Águas Livres, EPAL, Lisboa, 1999; PEDRAMALBA, www.pedramalba.pt , 13 Março 2007.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

1741, Abril - Setembro - obras em dois panos de muralha feitos no aqueduto no sítio da ribeira de Carenque, junto às casas de Amaro Álvares; 1754, Abril - Setembro - alteração e carregamento das abóbadas do Aqueduto Geral junto do seu nascimento; 1754, Outubro - 1755, Março - obras na nascente das Águas Livres para resguardo do aqueduto principal; obras de limpeza no Aqueduto desde o seu nascimento até à Ribeira de Alcântara; 1755, Abril - Setembro - trabalhos no socalco para resguardo e segurança do aqueduto principal, junto à Mãe de Água Velha; 1759 - 1760 - obras no aqueduto subsidiário da Quintã; 1762, Outubro - 1764, Setembro - conserto da ruína que o terramoto de 1755 fez no aqueduto de Carenque; 1773 Outubro - 1774, Setembro - obras no aqueduto do sítio das Águas Livres; 1772 - 1773 - retomam as obras no sítio da Quintã; 1778 - obras no aqueduto de Olival Santíssimo; 1779 - reforma do aqueduto que principiou na Casa da Mãe de Água Nova, , lanço em que cai água que vem do sítio da Moura Grande e do poço dos Carvalheiros; 1836 - abertura de novos óculos em Carenque para melhorar a iluminação de certos troços; caiação das paredes; conserto de portas e colocação de outras; 1949 - obras de rebocos e caiação no Aqueduto das Águas Livres, no troço entre a Damaia e Queluz; EPAL: 1997 - obras de reparação e recolocação das pedras de fecho da abóbada do Aqueduto do Salgueiro, utilizando argamassa Jahn nas juntas, obra executada por PEDRAMALBA - Recuperação de Mármores Lda; 1999 - reparação de uma parede em cantaria numa extensão de 25 metros, caída no interior do túnel do Aqueduto da Quintã a uma profundidade de 15 metros do solo, obra executada por PEDRAMALBA - Recuperação de Mármores Lda.

Observações

*1 - o Decreto de 19 de Fevereiro de 2002, vem alterar a redacção do decreto de 16 de Junho de 1910, publicado em 23 de Junho de 1910 que classificava, apenas, o "Aqueduto das Águas Livres, compreendendo a Mãe de Água", passando a ter a seguinte DOF: " Aqueduto das Águas Livres, seus aferentes e correlacionados, nas freguesias de Caneças, Almargem do Bispo, Casal de Cambra, Belas, Agualva-Cacém, Queluz, no concelho de Sintra, São Brás, Mina, Brandoa, Falagueira, Reboleira, Venda Nova, Damaia, Buraca, Carnaxide, Benfica, São Domingos de Benfica, Campolide, São Sebastião da Pedreira, Santo Condestável, Prazeres, Santa Isabel, Lapa, Santos-o-Velho, São Mamede, Mercês, Santa Catarina, Encarnação e Pena, municípios de Odivelas, Sintra, Amadora, Oeiras e Lisboa, distrito de Lisboa, compreendendo, assim, todos os troços, chafarizes e mães de água, relacionados com as obras do Aqueduto das Águas Livres (PT031106100001).". *2 - muitas destas construções ficaram a dever-se a entidades particulares, que possuíam propriedades com nascentes de água potável, em locais que ficavam próximos da Mãe de Água Velha, que edificando por sua conta aquedutos e levavam a água das suas quintas para o aqueduto principal, que a conduzia até Lisboa. *3 - estas serviam para o arejamento e oxigenação da água, mas também para a entrada e saída de materiais para a construção e manutenção do Aqueduto. *4 - a fusão entre as águas destas duas Mães de Água, só ver verifica cerca de cem metros para o lado da foz, à saída do Salto Grande.

Autor e Data

Helena Rodrigues 2006 / Rute Antunes 2007

Actualização

 
 
 
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