Olaria Romana da Quinta do Rouxinol

IPA.00006492
Portugal, Setúbal, Seixal, Corroios
 
Olaria romana. A investigação levada a cabo na olaria permitiu classificar o vale do Tejo como um dos centros de produção de ânforas mais significativos do território português. A produção de ânforas estava directamente ligada ao transporte de preparados piscícolas.
Número IPA Antigo: PT031510050004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Extração, produção e transformação  Fábrica    

Descrição

2 fornos (apenas a zona inferior da fornalha) de planta piriforme, com um pequeno corredor de acesso e 3 arcadas de suporte da grelha, entretanto abatida. A S. dos fornos 2 fossas onde foram encontrados materiais rejeitados durante o processo de fabrico.

Acessos

Rua do Rouxinol (entre Corroios e Miratejo)

Protecção

Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto nº 26-A/92, DR, 1.ª série-B, n.º 126 de 01 junho 1992

Enquadramento

Urbano. Propriedade agrícola totalmente urbanizada, a Quinta do Rouxinol limita a N. um dos esteiros do Rio Tejo, zona de aluvião; o sítio encontra-se à altitude média de 4m., vedado por rede metálica e coberto por telhado zincado; na sua envolvente, junto ao rio encontra-se um viveiro de árvores e plantas.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Extração, produção e transformação: fábrica

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 02 / 04

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 02, 2.ª metade - séc. 04, 1.ª metade - período de funcionamento da olaria.

Dados Técnicos

Materiais

Tijolo ligado por argila

Bibliografia

ALARCÃO e MAYET, org., Ânforas lusitanas in Actas das jornadas de estudo realizadas em Conímbriga, Conímbriga, 1990

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

CMS- Ecomuseu Municipal do Seixal: 1982 / 1983 - prospecções de superfície; 1985 - inclusão no projecto de investigação Ocupação Romana na Margem Esquerda do Estuário do Tejo; 1986 / 1991 - escavações arqueológicas; DGEMN: 2001 - Estudo prévio de recuperação e valorização das estruturas arqueológicas; CMS: 2003 - execução de arranjos exteriores da Quinta do Rouxinol, rua Nicolau Tolentino e rua Alda Lama (em obras).

Observações

*1 - nesta olaria fabricaram-se grandes quantidades de louça de uso doméstico (pratos, malgas, jarros, almofarizes, alguidares, lucernas, etc), centrando-se contudo a produção no fabrico de ânforas (Almagro 50 e 51c, Lusitana 9); para além dos objectos produzidos encontraram-se moedas (Constantino I e II e Maximus) e fragmentos de cerâmica de importação (sigillata).

Autor e Data

Isabel Mendonça 1992

Actualização

Pedro Tavares 2003
 
 
 
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