Anta de Adrenunes

IPA.00006414
Portugal, Lisboa, Sintra, Colares
 
Arquitectura funerária, megalítica. Formação rochosa natural ocupada como sepulcro colectivo durante o período megalítico e erroneamente designada de anta.
Número IPA Antigo: PT031111050001
 
Registo visualizado 488 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Conjunto arquitetónico  Estrutura  Funerário  Necrópole    

Descrição

Aglomerado de pedregulhos, abrindo-se a poente estreita galeria, de 5 m. de altura, que estreita ainda mais para dentro, onde, ao fundo, calhaus em monte impedem qualquer passagem. Esta galeria é encimada por longos pedregulhos maciços que desabaram das primitivas agulhas do penhasco, atravessando-se horizontalmente como dintéis íngremes. Do lado oposto, o conjunto é formado pela aglomeração desordenada das pedras com formas e dimensões várias. Em torno, jazem outros calhaus fragmentados, que desmoronaram do núcleo granítico.

Acessos

EM Azóia - Capuchos

Protecção

Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG, 1.ª série, n.º 136 de 23 junho 1910

Enquadramento

Rural. Ergue-se num dos mais elevados pináculos do último contraforte da Serra de Sintra, a 426 m acima do nível do mar, envolta por vegetação que dificulta o seu acesso.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Funerária: necrópole

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Afectação

Época Construção

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

Período Megalítico - ocupado pelo homem; 1867 - passa a ser conhecido como sítio arqueológico.

Dados Técnicos

03410

Materiais

Calcário

Bibliografia

VILHENA BARBOSA, Inácio de, Os Monumentos Prehistóricos - Dólmen ou Anta de Adrenunes, na Serra de Cintra in Archivo Pittoresco, vol. 11, Lisboa, 1868, p. 377 - 379; RIBEIRO, Carlos, Notícia de algumas estações e Monumentos Prehistóricos, Lisboa, 1880; BOLAMA, Gen. Marquez d'Avila e de, Nova Carta Monographica de Portugal, vol. 1, Lisboa, 1910; MONTEZ, Paulino, História da Arquitectura Primitiva em Portugal. Monumentos Dolméticos, Lisboa, 1943; PEREIRA, Félix Alves, Sintra do Pretérito, Sintra, 1975.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

Félix Alves Pereira e Paulino Montez não a considera produto de obra humana, mas do capricho da natureza. Dada a sua estrutura, a designação de Anta parece-nos também incorrecta.

Autor e Data

Paula Noé 1991

Actualização

 
 
 
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