Arraial Ferreira Neto (Armação de Pesca) / Hotel Vila Galé Albacora

IPA.00005664
Portugal, Faro, Tavira, União das freguesias de Tavira (Santa Maria e Santiago)
 
Arquitectura piscatória, do Séc. 20, popular. Arraial de pesca que incluía habitação, escola, capela, mercearia, armazéns, centro recreativo, serviços administrativos e posto médico, conjugando elementos de arquitectura tradicional com elementos da chamada Casa Portuguesa, como os beirais, varandas e balcões, típicos do racionalismo estado-novista. A adaptação a unidade hoteleira manteve no essencial a volumetria original embora tenha levado à descaracterização do espaço interno do conjunto, com a construção de novos edifícios bem como à adulteração total do interior das habitações e das estruturas de apoio ao arraial *10. Com o Arraial do Barril, constitui um dos dois últimos arraiais de pesca do atum cuja estrutura geral ainda se conservam no Algarve. A Casa João da Silva Neto, antiga sede da Direcção do Arraial, é o edifício mais emblemático do conjunto, pela alta torre que permite grande visibilidade sobre a Ilha de Tavira.
Número IPA Antigo: PT050814050016
 
Registo visualizado 3057 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Conjunto arquitetónico  Edifício  Cinegético e piscatório      

Descrição

Planta rectangular, regular, composta por pavilhões residenciais e industriais, Capela, Escola, Edifício Sede, Posto médico e Cooperativa, limitada por cerca em toda a sua extensão. Volumes articulados, massas dispostas maioritariamente na horizontal, com excepção para a Sede (Casa João da Silva Neto), disposta na vertical; cobertura diferenciada em telhados de quatro águas na maioria dos casos; de duas águas na Capela, Escola, Pavilhão residencial principal no Lg. Dr. Sousa Vaz *1 e pavilhões industriais; de três águas e coruchéu na Casa João da Silva Neto. Fachada principal a N. com dois torreões idênticos enquadrando a entrada principal do Hotel; torreão E. com janelas de ângulo recto não dispostas harmonicamente no alçado; torreão O. com três janelas em cada registo, abertas simetricamente no alçado; entrada principal ligeiramente retraída em relação às fachadas dos torreões, de um registo e acesso a partir de pequeno lanço de escadas ladeado por canteiros de flores e por acessos em rampa; uma moldura rectangular, no prolongamento da fachada dos torreões, precede as três portas principais, ladeadas por outras duas portas de cada lado, todas de verga recta; uma ampla cornija lisa coroa a entrada principal e estabelece a ligação entre os dois torreões. Para E. deste conjunto, que enquadra a entrada principal, a cerca do Arraial desenvolve-se a meia altura numa massa uniforme, de pilares e embasamento branco com balaustrada, deixando ver por trás os alçados dos antigos armazéns transformados em habitações. Para O. a cerca é directamente definida pelo alçado uniforme do grande armazém, transformado em dependências administrativas e de apoio ao Hotel, contendo ainda o acesso à garagem subterrânea. Fachada lateral E. delimitada por cerca idêntica à do lado E. da fachada principal, com os alçados terminais dos conjuntos habitacionais. Fachada S. com cerca idêntica sensivelmente até meio do Arraial, onde se localiza o portão original de acesso à ria, de volta perfeita e sobrepujado por um frontão curvo, que define o limite das construções originais; para O. do portão, desenvolve-se edifício rectangular, uniforme e bastante longo, que se prolonga em ângulo recto pela fachada lateral O. e que engloba os poucos armazéns que se situavam neste espaço do Arraial, hoje identificáveis pelas diferentes coberturas. INTERIOR: segue a divisão original em duas zonas, a habitacional a E., e a industrial a O.. Zona habitacional organizada em torno do Lg. Dr. Sousa Vaz, espaço quadrangular público onde se construíram os edifícios de apoio ao Arraial e que estabelece a ligação com todas as ruas do conjunto. As R. Patrão Joaquim Lopes *2, a N. e R. Conselheiro Ferreira de Almeida *3, a S., fazem a ligação entre o Lg. Dr. Sousa Vaz, onde se encontram os espaços administrativos e os extensos barracões habitacionais, a E. do arraial; esta zona habitacional multifamiliar integra a parte N. da R. Patrão Joaquim Lopes, a parte S. da R. Cons. Ferreira de Almeida, a parte E. do Lg. Dr. Sousa Vaz e todas as ruas que se desenvolvem daqui até à cerca a E. do arraial, R. de Sagres, R. José Coelho de Carvalho *4 e R. Manuel Garrocho *5; existem diferenças entre as moradias do primitivo complexo habitacional, determinadas pelo número de efectivos de cada família, variando as casas em número de quartos (dois, três e quatro); nos dois extremos do Lg. Dr. Sousa Vaz as moradias têm dois pisos com varanda no segundo piso, outrora destinadas ao professor e médico do arraial. A Zona industrial desenvolve-se a O. de um eixo central N. - S. ligado entre o torreão E. e a Casa João da Silva Neto: correspondia a um amplo espaço quadrangular livre de construções onde os residentes desenvolviam as suas actividades de apoio e preparação da pesca; hoje está delimitado nas vertentes S., O. e N. por séries de quartos ligados entre si por um único corredor e possui ao centro uma piscina de forma quadrilobada *6 rodeada de relva; entre a piscina e as dependências de serviços do Hotel, a N., uma esplanada sobrelevada em relação à cota do arraial estabelece a ligação para com o átrio de entrada do Hotel, um espaço rectangular delimitado pelos dois torreões, com Sala de Visitas a E. e Balcão de Acolhimento, a O.; no piso inferior, ao nível da garagem, construíu-se uma piscina coberta e o ginásio.

Acessos

Lugar das Quatro Águas, a c. de 2,5Km a SE. de Tavira, junto à foz do Rio Gilão.

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto. n.º 5/2002, DR, 1.ª série, n.º 42 de 19 fevereiro 2002 / Incluído no Parque Natural da Ria Formosa

Enquadramento

Rural, na orla marítima, isolado, no Parque Natural da Ria Formosa. No antigo sapal do Rato, a E. da foz do Rio Gilão, separado da ilha de Tavira pelo canal de Tavira. Implanta-se numa zona isolada, tendo como imóvel mais próximo o Forte do Rato (v. PT050814050008), a E.. Apesar de localizado no Lugar das Quatro Águas, o acesso é feito a E. do rio Gilão e não a O., como acontece com os restantes edifícios da localidade.

Descrição Complementar

CAPELA de Nossa Senhora do Carmo de planta longitudinal, composta por nave, galilé e sacristia. Volumes articulados, massas dispostas na horizontal com cobertura homogénea em telhado de duas águas Fachada principal orientada, com pequeno embasamento de cantaria e a dois registos; no primeiro registo rasga-se portal em arco quebrado de duas arquivoltas pouco vincadas, com acesso por dois degraus; segundo registo rasgado por óculo circular, com quatro eixos decorativos no seguimento da moldura; remate em empena triangular com cruz no topo: Fachada lateral N. rasgada por três janelas de arco quebrado e molduras em cantaria simetricamente colocadas; fachada lateral S. com galilé de três arcos de volta perfeita resguardada por grades de ferro, a pequena altura, e uma janela em arco de volta perfeita da Sacristia; acesso à galilé a O., em arco de volta perfeita, ligeiramente retraído em relação ao prolongamento da fachada principal, com dois degraus; interior da galilé revestido a meia altura com painéis de azulejos e duas portas de acesso ao interior da capela e da sacristia; campanário no extremo SO.; no espaço entre a fachada principal e o início da galilé, um registo de santo em azulejo azul e branco dedicado a São Gonçalo de Lagos. Fachada E. com óculo circular gradeado em forma de cruz com o prolongamento do pé da cruz, e uma janela de volta perfeita da Sacristia. Interior de nave única com altar ao centro no eixo da última janela, e tecto em madeira. ESCOLA de planta longitudinal simples; fachada principal orientada com duplo arco de acesso a átrio colocado no extremo N. encimado pela inscrição "ESCOLA"; pequena gelosia rectangular com decoração em "M" e pequena janela de moldura rectangular, protótipo para as restantes do edifício; remate em empena desviada para N. com a haste da bandeira elevando-se acima da cobertura; fachada lateral N. delimitada por dois pequenos contrafortes, com duplo arco de acesso ao átrio a O. e três janelas simetricamente dispostas na fachada; fachada lateral S. com pequena galilé de triplo arco de volta perfeita e acesso por meio de dois degraus, ladeada por duas janelas, a O., e pequeno óculo circular a E.; fachada E. com janela no eixo da empena triangular e pequeno corpo rectangular avançado a S., correspondendo a instalação sanitária a que se acede através da galilé na fachada S.. Interior: espaço único de Sala de Aula, com decoração de azulejos alusivos ao processo de aprendizagem do ensino primário. CASA João da Silva Neto de planta quadrangular irregular; fachada N., virada para o interior do Arraial, de dois registos e dois corpos; no primeiro registo, corpo O. mais desenvolvido, com duplo arco de acesso a alpendre que protege a porta de acesso ao interior e janela, de arco recto e dupla portada, protótipo de todos os vãos do imóvel; no extremo O. escadaria de dois lanços, de acesso a uma varanda no segundo registo; corpo E. rasgado por janela axial; no segundo registo, corpo O. com varanda e pano murário ligeiramente retraído em relação ao prolongamento da fachada, com porta e janela; corpo E. idêntico ao do primeiro registo; fachada S., aberta para o exterior do Arraial, igualmente a dois registos com a torre no extremo E.; primeiro registo com triplo arco de volta perfeita de acesso a alpendre que estabelece a comunicação com o interior do edifício, com porta ao centro e janela a E.; segundo registo com duas janelas e vão de varanda, simetricamente colocados no eixo dos arcos do primeiro registo; a torre eleva-se acima da cobertura, com moldura de quadrados aspados dispostos na vertical; uma cornija antecede a varanda quadrangular da torre que, a partir daqui, se desenvolve em cubo, com duas janelas em cada fachada, terminando em agulha; fachada lateral E. de dois registos e três corpos; no primeiro registo, corpo N. com a porta reservada à Direcção e janela; corpo central com porta de arco de volta perfeita de entrada para a torre; corpo S. cego; no segundo registo corpo E. com duas janelas axialmente dispostas em relação aos vãos do registo inferior; corpo central correspondendo à torre com a sequência de quadrados dispostos verticalmente com decoração aspada; corpo O., com janela de arco recto e moldura quadrangular, pertence à varanda que se desenvolve do lado S.; fachada lateral O. de dois registos; no primeiro duplo arco de volta perfeita de acesso a alpendre, no extremo S., e duas janelas, sendo a que se encontra no extremo N. de menores dimensões; o segundo registo segue uma estrutura idêntica, com duas janelas no eixo dos arcos do registo inferior. Interior: espaços diferenciados em várias dependências para albergar o Director do Arraial e respectiva família; no primeiro piso funciona o Restaurante, com espaço amplo e dependências de apoio; o segundo piso mantém a estrutura original, com acesso a partir de N. para um escritório, seguindo-se um corredor que estabelece a ligação com as restantes partes: três quartos e instalações sanitárias; interior da torre composto por quatro lanços de escada e um quinto lanço em ferro para comunicar com a varanda panorâmica do terceiro piso. COOPERATIVA Dr. António Miguel Galvão *7, adaptada a Museu, corresponde ao torreão E.: dois pisos, funcionando no primeiro o Acolhimento aos visitantes e a Sala de Exposições permanentes e, no segundo, Sala polivalente através da qual se acede à varanda, a S., e às Reservas e ao Arquivo, a N.; varanda com grelha rectangular de decoração à base de quadrados aspados e decoração em "M", como na Escola e na Casa João da Silva Neto.

Utilização Inicial

Não aplicável

Utilização Actual

Não aplicável

Propriedade

Privada: sociedade anónima

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTOS: Fernando Ruivo e Luís António (projecto de adaptação a Hotel); ENGENHEIRO: José da Sena Lino (projecto original)

Cronologia

1897 a 1902 - o Conselheiro Ferreira de Almeida é administrador da Companhia de Pescarias do Algarve; 1902 - falecimento Conselheiro Ferreira de Almeida; 1892 a 1935 - o Comendador Ferreira Neto - chefe do Partido Regenerador, Presidente do Município de Faro e Governador Civil do Distrito - é director da Companhia de Pescarias do Algarve; 1913, 17 de Julho - Aprovação da Lei nº 63 que permita à autarquia cobrar um imposto sobre a actividade das armações de atum do concelho e aplicar os fundos em melhoramentos urbanísticos; 1935 - falecimento do Comendador Ferreira Neto; 1936 - 1960 - data inscrita na lápide da antiga habitação principal do arraial; 1941, 15 de Fevereiro - destruição da Armação do Medo das Cascas; 1941 - a Direcção Hidráulica do Guadiana arrenda à Companhia de Pescarias do Algarve os terrenos onde será construído o arraial; 1942, Março - início das obras; 1945, Abril - conclusão das obras e inauguração *8; 1947 - construção da escola; 1947, Julho - concessão definitiva do terreno à Companhia de Pescarias do Algarve, pelo Dec. nº 36204; 1949 - construção da capela de Nossa Senhora do Carmo; 1954, 28 de Julho - sagração da capela; 1971 - última campanha de pesca ao atum a partir do Arraial Ferreira Neto; 1972 - encerrramento do Arraial Ferreira Neto; 1975 - aluguer do Arraial Ferreira Neto à Câmara Municipal de Tavira para aí instalar famílias das ex-colónias; 1987, 9 de Dezembro - o Arraial Ferreira Neto é ntegrado no Parque Natural da Ria Formosa, pelo Dec. nº 373/87; 1990 - Primeiro projecto de reconversão do Arraial Ferreira Neto *9; 1994, Janeiro - desocupação total do Arraial Ferreira Neto por parte das famílias retornadas das ex-colónias; 1997 - compra do Arraial Ferreira Neto por parte da Vila Galé S.A; 1999 - abertura da estrada de acesso ao Arraial Ferreira Neto; 2000, Janeiro - Projecto de arquitectura do Hotel Albacora; 2001 - regularização e pavimentação da estrada de acesso ao Arraial Ferreia Neto; 2001, 7 de Março - Prémio "Melhor Empreendimento do Ano" na Categoria de Recuperação do Património, atribuído pela Revista Imobiliário.

Dados Técnicos

Estrutura autónoma

Materiais

Alvenaria, ladrilho de barro, tijolo, pedra argamassada, rebocada e caiada, betão, ferro, madeira de pinho, vidro, alumínio, alcatifas, borracha, acrílico

Bibliografia

ANICA, Arnaldo Casimiro, Tavira e o seu Termo - Memorando histórico, Tavira, Câmara Municipal de Tavira, 1993; COSTA, Fausto, A pesca do atum nas armações da costa algarvia, Lisboa, Bizâncio, 2000; ENCARNAÇÃO, Carla Susana Aguiar e SERPA, Catarina Santos, Arraial Ferreira Neto, 1998 (texto policopiado); FRANCO, Mário Lyster, A Pesca do Atum na Costa do Algarve: Achegas para a sua História (Separata Correio do Sul), Faro, s.n., 1947; GOLD, Volker e HAMOND-NORDEN, Henning, Tavira, Landsberg am Lech, Edition Luso-Licca, 1999; JORGE, Elsa, A pesca do atum em Portugal, pg.on-line, 2000; LAMAS, José, Arraial Ferreira Neto. Programa de reanimação. Plano de restauro e de gestão, Lisboa, Secretaria de Estado do Ambiente, 1990; LOPES, Marco, Pólo museológico Arraial Ferreira Neto - Relatório de Investigação, Tavira, Gabinete de Museologia da Câmara Municipal de Tavira, 2000 (texto policopiado); SANTOS, Luís Filipe Rosa, A Pesca do Atum no Algarve, Loulé, Tipografia Comercial, 1989; SCHMIDT, Luísa, "Formosa e maltratada", Expresso - Revista, 6 de Maio de 2000; SILVA, Francisco F., "Arraial dá lugar a hotel", Expresso - Economia & Negócios, 24/4/1999.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; CMT; IPPAR; VG.S.A.

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID; CMT; IPPAR; VG.S.A.

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID; CMT; IPPAR; VG.S.A.

Intervenção Realizada

1999 - 2000 - obras de daptação a unidade hoteleira.

Observações

*1 - Sousa Vaz foi um dos principais promotores da construção do novo arraial; *2- Joaquim Lopes foi um pescador célebre do Algarve, salvando muitos náufragos; *3 - o Conselheiro Ferreira de Almeida foi Ministro da Marinha, conservando-se em Faro a casa onde nasceu, o Palacete Ferreira de Almeida (v. PT050805050007); *4 - José Coelho de Carvalho foi um dos fundadores da Companhia de Pescarias do Algarve em 1835; *5 - Manuel Garrocho, pescador algarvio, foi em 1808 anunciar a D. João VI a restauração de Olhão do domínio francês; *6 - no primeiro projecto da Vila Galé a piscina adoptava a forma de atum, intenção posteriormente alterada; *7 - serviu inicialmente de ponto de venda de bens essenciais, no piso térreo, e de casa de convívio (clube ou casa do companheiro), no andar superior; *8 - construção da armação modelar do Arraial Ferreira Neto veio substituir a antiga armação do "Medo das Cascas" (também conhecida por "Armação de Tavira"), destruída pelo mar e que já existia desde o século XVI (1586); *9 - da autoria dos Arquitectos José Lamas e Carlos Duarte, este projecto previa uma adulteração dos espaços interno e envolvente do arraial bem maior da que foi efectivamente seguida: a zona industrial seria completamente adulterada pela construção de um cais e demais edifícios; a fachada N. perderia toda a sua linearidade com a construção do Museu; na zona habitacional o antigo posto médico seria destruído e a escola convertida em bar-esplanada; na zona envolvente a E. estava prevista a construção de campos de ténis com bancadas, enquanto que a S. uma piscina e um bar, bem como um restaurante em pleno canal, com acesso a partir do hotel através de um passadiço; *10 - a planta primitiva do conjunto era composta por um largo central onde se localizavam a igreja, escola, duas cisternas e diversos quarteirões com uma, duas seis, oito e dez habitações cada; existiam ainda três balneários, uma fonte, uma mercearia-café, estruturados em 6 eixos viários: três no sentido N. - S. e três no sentido E. - O.; o edifício dos balneários era de planta rectangular simples, com cobertura em telhado de 4 águas e com fachada principal rasgada por 4 vãos emoldurados de massa, duas portas e duas frestas; as habitações tinham maioritariamente um único piso com coberturas de telhado de quatro águas; a habitação principal, localizada à entrada do arraial, tinha dois pisos e torreão com cobertura em telhados de quatro águas; *11 - incluído em REN e domínio público marítimo.

Autor e Data

Francisco Lameira 1997 / Paulo Fernandes 2001

Actualização

 
 
 
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