Pelourinho de Arouca

IPA.00005614
Portugal, Aveiro, Arouca, União das freguesias de Arouca e Burgo
 
Pelourinho de bola, com fuste cilíndrico e capitel simples, encimado por esfera armilar, integrando as peças do remate primitivas, composta por capitel com dois escudos reais e pelo remate esférico.
Número IPA Antigo: PT010104030004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição monástica  Tipo bola

Descrição

Estrutura em cantaria, constituída por plataforma de três degraus de secção hexagonal com moldura superior, base circular, fuste liso e cilíndrico e capitel ornamentado por dois escudos reais e rematado por esfera armilar, inseridos na reconstituição integral.

Acessos

Praça Brandão de Vasconcelos. WGS84 (graus decimais) lat.: 40,928465, long.: -8,245878

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1ª Série, nº 231, de 11 outubro 1933, incluído na Zona Especial de Protecção do Mosteiro de Arouca (v. PT010104030002)

Enquadramento

Urbano. Localizado junto à entrada lateral da igreja conventual, no perímetro do passeio, defronte a pequena praça central onde se localizam a Capela da Santa Casa da Misericórdia (v. PT010104030010) e a Antiga Casa da Câmara (v. PT010104030047).

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1151, Abril - concedido foral por D. Afonso I; 1217 - o foral foi confirmado por D. Afonso II; 1513, 20 Dezembro - concessão do foral manuelino; séc. 16, 1.ª metade - construção fazendo conjunto com o edifício municipal primitivo; 1708 - a povoação tem 360 vizinhos; 1758, 15 Maio - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco João dos Santos Reis, é referido que a povoação, com 300 fogos, pertence ao Mosteiro de Arouca; tinha juiz, vereadores e 2 procuradores, almota´ces, meirinhos e porteiro, todos escolhidos pela abadessa do Mosteiro, que, no caso dos vereadores, eram-lhe apresentados 9 para ela eleger 3; séc. 19, finais - desmontado e guardado no claustro do Mosteiro; 1942 - Monumentos Nacionais colocam a hipótese da reconstituição do imóvel; 1962 - pintura de Artur Guimarães tendo como uns dos motivos o pelourinho *1; 1987 - 1989 - reconstituição baseada na representação existente, limitada ao fuste e ao soco, conforme projecto elaborado pelo extinto Gabinete Técnico Local da Câmara Municipal de Arouca, depois de parecer favorável do IPPC.

Dados Técnicos

Elemento autoportante

Materiais

Granito

Bibliografia

"Continua esquecido o Pelourinho de Arouca", Jornal de Notícias, 31 Jul. 1967; COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; SILVA, Filomeno, O Pelourinho de Alvarenga, Jornal de Notícias, 23 Mar. 1986; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, Lisboa, 1997, p. 102; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73212 [consultado em 14 outubro 2016].

Documentação Gráfica

CMA; IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

CMA; IHRU: DGEMN/DSID,DGEMN/DREMC; DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 5, n.º 4, fl. 575-588)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

*1 - pela representação pictórica percebe-se que, originariamente, teria três escudetes no capitel e pelo menos duas esferas armilares ao nível da base.

Autor e Data

Margarida Alçada 1983 / Carlos Ruão 1996

Actualização

 
 
 
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