Pelourinho de Linhares

IPA.00000551
Portugal, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Linhares
 
Arquitectura político-administrativa e judicial, seiscentista. Pelourinho de pinha cónica, em forma de florão, com soco quadrangular de quatro degraus, onde assenta fuste circular e remate em florão. Pelourinho muito simples, destacando-se a coluna com ligeiro afunilamento e coroamento em florão.
Número IPA Antigo: PT010403080006
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição régia  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composto por soco quadrangular de três degraus, onde assenta fuste liso e redondo com tendência a estreitar à medida que se aproxima do remate. Este último é em forma de florão.

Acessos

Praça do Pelourinho. WGS84 (graus decimais) lat.: 41.206308; long.: -7.362773

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano. Localiza-se num pequeno largo onde proliferam habitações de um e dois registos com fachadas em granito e rebocadas em cimento. As cores das habitações destoam num caso da envolvência. A curta distância existe uma fonte.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 17 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 17 - provável construção; 1706 - a povoação, com 90 vizinhos, pertence ao rei, dependendo jurisdicionalmente de Ansiães; 1758, 12 Abril - segundo o reitor António Teixeira da Silva nas Memórias Paroquiais, a freguesia era do termo da vila de Carrazeda de Ansiães, comarca de Torre de Moncorvo e na época era comenda do Marquês da Fronteira e tinha como donatário o Monteiro-mor; a freguesia tinha 213 vizinhos e 493 pessoas; tinha juiz ordinário e câmara sujeita ao corregedor de Torre de Moncorvo; segundo o reitor a freguesia foi durante muitos anos julgado sobre si "ainda que hoje se ache unida ao concelho desde que entrou nelle juiz de fora ainda que hoje já não o tem", pois serviam dois juízes ordinários, em regime alternado; 1940 - pequena mudança do local do pelourinho.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

CAPELA, José Viriato, BORRALHEIRO, Rogério, MATOS, Henrique, As Freguesias do Distrito de Bragança nas Memórias Paroquiais de 1758. Memórias, História e Património, Braga, 2007; COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. I, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1706; IPPAR, Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, Lisboa, 1993; MAGALHÃES, F. Perfeito de, Pelourinhos Portugueses, Lisboa, 1991; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; MOREIRA, Maria da Conceição, Linhares - Aspectos Históricos, Lisboa, 1980; Pelourinhos, Lisboa, 1935.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID

Intervenção Realizada

1940 - Pelourinho mudado cerca de 10 m, o que o pôs no centro de pequeno largo.

Observações

Autor e Data

Ernesto Jana 1993

Actualização

 
 
 
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