Pelourinho de Rates

IPA.00005127
Portugal, Porto, Póvoa de Varzim, Rates
 
Pelourinho quinhentista de pinha cónica, com soco circular de três degraus, fuste cilíndrico e remate em pináculo cónico. Pelourinho muito simples, cindido por anel metálico, de onde sairiam as argolas de sujeição, com capitel cilíndrico, destacando-se por ser mais largo que o fuste da coluna.
Número IPA Antigo: PT011313110003
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco circular de dois degraus, onde assenta coluna de fuste cilíndrico, cindida, a meio, por anel metálico. Possui capitel cilíndrico com pequena gola, de onde evolui o pináculo cónico, encimado por cruz latina metálica.

Acessos

Rates, EN 206 (Póvoa de Varzim - Vila Nova de Famalicão), EM para Rates, no Lugar do Mosteiro, no Largo da Praça. WGS84 (graus decimais) lat.: 41.424024; long.: -8.672131

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Rural. Localiza-se num largo diante da fachada da antiga Casa da Câmara (v. PT011313110031).

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Art. 3º, Dec. 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 13 - referência ao concelho de Rates, com juiz ordin+ario e tabelião; 1517, 04 Setembro - concessão de foral por D. Manuel I; provável construção do pelourinho; 1706 - segundo Carvalho da Costa, a povoação com 150 vizinhos, da Casa de Bragança e da Comarca de Barcelos, com juiz ordinário, que exerce o cargo de juiz dos órfãos, 2 vereadores, procurador, eleito trienalmente pela população; servido por um escrivão de Barcelos; 1758 - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Nuno Rodrigo Castro, é referido que a povoação, com 190 vizinhos, é da Casa de Bragança, pertencendo à princesa do Brasil; tem juiz de fora e câmara, dependente da Ouvidoria de Barcelos e juiz dos órfãos, sujeito ao Provedor do Porto.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza, vol. I, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1706; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, Inventário, Lisboa, vol. II, Distrito do Porto, 1993, p. 84.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGPC: DGEMN:DREMN

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 31, n.º 19, fl. 91-92)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Isabel Sereno e Paulo Dordio 1994

Actualização

 
 
 
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