Palacete dos Marqueses de Pombal

IPA.00005040
Portugal, Lisboa, Lisboa, Estrela
 
Palacete tardo-barroca e neoclássico, de planta rectangular irregular, pela necessidade de se adaptar ao desnível do terreno, possuindo dois a três pisos, adaptando-se ao mesmo, com cobertura amansardada. Fachada principal de estrutura clássica, composta por silharia fendida na zona inferior e rematando em frontão triangular, onde se insere a pedra de armas do proprietário, flanqueada por cunhais apilastrados da ordem colossal com urnas nos topos. Possui dois portais amplos em arco abatido, que contrastam com as janelas rectilíneas laterais e com as que abrem, no segundo piso, para uma sacada corrida, as quais apresentam molduras recortadas, mais largas na zona superior, decoradas por festões e rematadas por cornija angular. Interior com vestíbulo amplo, ligando às dependências dos pisos inferiores e, ao centro, por escadaria de aparato, com a caixa de escada marcada por vãos com as mesmas características tardo-barrocas das janelas do segundo piso da fachada principal, mas com cornijas contracurvas, de inspiração borromínica, apresentando apainelados com marmoreados fingidos e ornados por estuques. Várias salas possuem pinturas murais neoclássicas, de influência pompeana, com motivos lineares, sinuosos e com figuras alegóricas, e azulejos do mesmo tipo, existindo, contudo, azulejo rococó, quer policromo quer em monocromia, surgindo, ainda azulejos de figura avulsa. O jardim encontra-se devoluto, mantendo alguns canteiros primitivos. Possui pequeno oratório, com um simples altar e tela pintada, conforme os modelos pombalinos.
Número IPA Antigo: PT031106370342
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Residencial unifamiliar  Casa  Palacete  

Descrição

Planta rectangular irregular, composta por dois corpos justapostos, com cobertura homogénea em telhado de seis águas, rasgado no corpo mais antigo por duas clarabóias e duas mansardas rectilíneas. Fachadas rebocadas e pintadas de amarelo, percorrida por embasamento de cantaria de calcário, flanqueados por cunhais apilastrados, da ordem colossal, rematados em friso, cornija e beirada simples. Fachada principal, virada a N., evoluindo em dois pisos, o inferior em cantaria aparente, em silharia fendida, e o superior rebocado e pintado, rematando em frontão triangular, tendo no tímpano pedra de armas.., sendo encimado por urnas, que também surgem sobre os cunhais. Divide-se em três panos, o central saliente, rasgado por dois portais em arco abatido, entre os quais surge uma lápide com a inscrição "PROPRIEDADE MUNICIPAL", encimado por duas janelas rectilíneas, com molduras recortadas e amplas superiormente, formando falsos frontões ornados por festões de flores, rematados por cornija angular, as quais abrem para sacada corrida, com bacia de cantaria e guarda vazada, em ferro forjado pintado de verde, decorado por elementos repetidos geométricos e fitomórficos entrelaçados. Cada um dos panos laterais possui duas janelas de peitoril no piso inferior, protegidas por grades metálicas, pintadas de verde, encimadas por duas janelas de sacada, semelhantes às do pano central. A fachada prolonga-se para E., por muro, onde se rasga portal em arco abatido com moldura simples de cantaria, protegido por porta de duas folhas de madeira. Fachada lateral esquerda, virada a E., bastante irregular, formando um L invertido, interrompido por vários corpos em ressalto, sendo o do lado esquerdo rasgado por quatro portas em arco de volta perfeita no piso inferior, a que se sucedem quatro janelas de peitoril, encimadas por outras tantas no piso superior; nos demais corpos, várias janelas de peitoril e janelas jacentes, todas rectilíneas. Fachada lateral direita, virada a O., de três pisos, aproveitando o declive do terreno, divididos por friso de cantaria, o inferior com sete vãos em arcos de volta perfeita, com molduras de cantaria rectilíneas, correspondendo a uma porta, e seis janelas, uma ampla e as demais semi-entaipadas, apenas rasgadas na face superior, todas protegidas por grades de ferro, pintadas de verde. O piso intermédio tem oito janelas em arco abatido e o mesmo tipo de molduras, correspondendo a cinco de peitoril, protegidas por grades metálicas pintadas de verde, e três de sacada, com bacia de cantaria e guarda metálica vazada. No piso superior, sete janelas de peitoril rectilíneas e de molduras simples, em cantaria. Fachada posterior de três pisos, formando um ligeiro ângulo, divididos em três panos por pilastras toscanas colossais, o do lado esquerdo, com trapeira, e o do lado direito com cinco frestas de arejamento ao nível do friso. No piso térreo, rasgam-se várias portas e janelas, todas rectilíneas e com molduras de cantaria, quer no edifício, quer no muro que serve de contenção ao jardim, surgindo uma zona alpendrada, com uma ampla porta de acesso, e duas janelas rectangulares, com molduras simples de cantaria e protegidas por grades metálicas, pintadas de verde, desencontradas. No piso intermédio surgem dez janelas em arco abatido, com molduras simples de cantaria, cinco a abrir para sacadas com bacia de cantaria e guarda de ferro forjado vazado, formando elementos fitomórficos, dando as restantes para um terraço, de acesso ao antigo jardim, também elas e o terraço com guarda semelhante às anteriores. No piso superior, surgem dez portas janelas rectilíneas e com olduras simples de cantaria, cinco a abrir para uma sacada corrida e as restantes cinco a abrir para duas sacadas, ao ritmo de três, na central, e duas no extremo direito; estas são semelhantes às do piso intermédio. INTERIOR com amplo vestíbulo com paredes rebocadas e pintadas de branco, pavimento em placas de cantaria e tecto plano, ornado por amplo rosetão de estuque, rodeado por grinaldas concêntricas, surgindo friso exterior, dividido em painéis recticulados e contendo elementos fitomórficos. No lado esquerdo, situa-se uma pequena dependência com acesso ascendente por escadas de cantaria, onde se situa a recepção. No fundo do vestíbulo duas portas laterais levam a dependências do piso inferior, surgindo, no topo, elevado por dois degraus, um amplo vão tripartido, dividido por quatro colunas, duas delas embebidas, de fustes lisos e capitéis jónicos, as laterais de acesso a dependências do piso inferior e às escadas de serviço, dando a central para ampla escadaria nobre, com o patamar inferior marcado por banco de cantaria. As escadas são de calcário e possuem guarda em bronze, formando falsos balaústres vazados, com elementos fitomórficos e geométricos, com pavimento em axadrezado branco e preto. A caixa da escada é pintada a marmoreadas rosa e amarelos, sendo rasgada por portas e janelas rectilíneas, com molduras recortadas, rematadas por friso de festões, encimados por cornijas contracurvas, de inspiração borromínica. Entre os vãos, situam-se apainelados com marmoreados fingidos, emoldurados por corações e centrados por enorme florão, com várias molduras concêntricas, ornadas por elementos vegetalistas. Tecto de perfil curvo, com clarabóia, pintado de amarelo, formando apainelados de estuque branco, ornados por rosetões da mesma tonalidade. No primeiro piso do imóvel possui silhares de azulejo figurativo, monocromo, azul sobre fundo branco, com molduras de concheados, representando pinturas de género alegóricas (um grupo com as quatro Estações) e paisagens, azulejos de figura avulsa e padronagem com flores e frutos e albarradas. Sala oval, transformada em sala de reuniões, com pavimento em soalho e tecto plano pintado de branco, com decoração de estuque, com florão central e decorações vegetalistas concêntricas. As paredes possuem azulejo figurativo policromo, formando silhar, compondo painéis rectilíneos, com moldura fitomórfica entrelaçada e cartela central ornada por açafates de flores, envolvidas por elementos vegetais sinuosos. Sobre estes, surgem painéis com pinturas murais, possuindo molduras fitomórficas e representando, paisagens e cenas de género. Junto a esta, sala que seria seccionada, ostentando silhares de azulejo distintos, uns em monocromia, azul sobre fundo branco, e outros policromos, mas ambos de carácter decorativo, e com molduras pontuadas por rocalhas e asas de morcego. Os monocromos representam cenas galantes e os policromos cenas de caçada. A sala é simples, com tecto plano rebocado e pintado de branco e pavimento em soalho. Uma outra sala, encontra-se revestida com silhares de figura avulsa, com predomínio para os elementos fitomórficos, pontuados por barcos. Nos corredores, junto às portas, evoluem albarradas em monocromia azul sobre fundo branco. Salão com cobertura com elemento curvo central que é envolvido por quatro apainelados, recortados na zona central, ostentando motivos vegetalistas. Tem apainelados de pinturas murais, os inferiores formando lambris, com fundos pintados de verde, os superiores de bege, tendo friso fitomórfico e elemento vegetalista no centro. Sala com silhar de azulejo policromo com albarradas centrais, encimadas por pavilhões e elementos vegetalistas sinuosos. Sala com pavimento em taco e lambril com pinturas murais, representando aves, com fogão de sala de planta recta perfil curvo, possuindo dois concheados laterais que sustentam entablamento com friso de almofadados. Tecto com painel alegórico central, representando Graças, rodeadas por "putti" e elementos vegetalistas, ostentando, nos ângulos, figuras femininas, encimadas por pavilhão, que ligam à sanca, onde evolui um friso decorativo composto animais, putti e, ao centro, emblemas com "grisalle", compondo figuras alegóricas. A Capela é um compartimento com iluminação zenital, com um retábulo a representar Nossa Senhora da Assunção, ladeada por uma pequena dependência, Possui três portas, que ligam a outras dependências e portas que abrem para o antigo jardim, de onde saem escadas metálicas de acesso ao mesmo. Jardim sobre a Avenida 24 de Julho, possuindo guarda metálica vazada, com acrotérios de cantaria, possuindo um terraço acimentado e terra, onde surgem alguns canteiros elevados com vegetação expontânea.

Acessos

Rua das Janelas Verdes, n.º 37 - 39

Protecção

Incluído na Zona Especial de Proteção conjunta do Museu Nacional de Arte Antiga (v. IPA.00003153), da Igreja de São Francisco de Paula (v. IPA.00002621), do Convento das Trinas do Mocambo (v. IPA.00003151) e do Chafariz da Esperança (v. IPA.00004943) *1

Enquadramento

Urbano, destacado, isolado, implantado em zona de declive muito acentuado, com a fachada principal virada para a via pública, pavimentada a calçada de basalto, de que se separa por um pequeno passeio público, em calçada de calcário, estando a posterior ligada por passadiço ao antigo jardim, que corre sobre uma pequena rua, para onde abriam as caves. Encontra-se inserido na malha urbana, estando nas imediações do Museu Nacional de Arte Antiga (v. PT031106370084).

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Residencial: casa

Utilização Actual

Política e administrativa: instituto de restauro

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

DGPC

Época Construção

Séc. 19

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTOS: Manuel Guilherme Pardal Monteiro Magalhães (1982); Maria da Graça Arez de Magalhães (1982). EMPREITEIRO: Fonseca & Irmão, Lda (1984-1985); Lourenço & Figueiredo, Lda. (1984-1985); Lourenço, Simões & Reis, Lda. (1982); Orlando & Almeida, Lda. (1984-1986); Sociedade Comercial Garland, Laidkey, S:A.R.L. (1984-1985); Termosul - Projectos e Instalações, Lda. (1986). ENGENHEIROS: José Carlos Monteiro Galvão Teles (1982); Luís Filipe Cameira Ferreira (1982); Nuno Martins (1982). INSTALAÇÃO DE ELEVADORES: Comportel - Companhia Portuguesa de Elevadores, S.A.R.L. (1985). PINTOR: Jean Pillement (atr.). PINTURA de AZULEJO: Fábrica do Rato (séc. 19).

Cronologia

c. 1801 / 1805 - edificação do palacete pelo negociante e armador José António Pereira a partir de um núcleo arquitectónico previamente existente, constituindo uma vasta propriedade que ia até ao cais do Tejo, compondo a casa e tercenas e um grande armazém abobadado, datas gravadas num portão do antigo arma´zem e num dos arcos que forma passadiço entre o palácio e os armazéns, respectivamente; séc. 19, meados - construção do aterrro transforma a zona da doca; colocação de azulejos possivelmente fabricados na Fábrica do Rato; c. 1850 - aquisição do palacete por Joaquim José Fernandes para sua esposa D. Maria do Carmo Fonseca, vindo o mesmo a ser habitado pela filha de ambos, Maria do Carmo, e pelo marido desta, o conde de Santiago e 6º marquês de Pombal, D. António de Carvalho e Melo Daun de Albuquerque e Lorena (1850 - 1911); 1937 - o então proprietário do palacete, o 7º marquês de Pombal, D. Manuel José de Carvalho e Melo Daun de Albuquerque e Lorena, arrenda-o à Mocidade Portuguesa que aí procede à instalação da sua secretaria; séc. 20, meados - os azulejos do jardim foram vendidos pelo 8.º Marquês, Sebastião José de Carvalho Daun de Lorena, à Fundação Ricardo Espirito Santo; 1968, 10 Dezembro - aquisição do imóvel pela Câmara Municipal de Lisboa, o qual albergava então o colégio Infante Santo; 1970 - instalação no edifício do Centro Português de Actividades Subaquáticas, prevendo-se a construção do Museu Municipal da Vida Submersa; 1982 - a Câmara Municipal de Lisboa cedeu o edifício para ampliar as instalações do Instituto José de Figueiredo; 1982, 23 Junho - abertura de concurso limitado entre arquitectos e gabinetes de arquitectura, tendo sido considerada mais vantajosa a proposta da arquitecta Maria da Graça Arez de Magalhães, que se compromete a elaborar o estudo prévio e o projecto de remodelação do edifício, nos prazos de 45 e 110 dias, respectivamente, por 2 950 235$00; propõe-se a adjudicação da execução do projecto; entrega do projecto pelos arquitectos Maria da Graça Arez de Magalhães e Manuel Guilherme Pardal Monteiro Magalhães e os engenheiros Nuno Martins e Luís Filipe Cameira Ferreira; 1982, Setembro - celebração do contrato de elaboração de projecto de remodelação do Palácio Pombal, com os arquitectos Maria da Graça Arez de Magalhães e Manuel Guilherme Pardal Monteiro Magalhães (projecto geral e de instalações e equipamentos de águas e esgotos), o engenheiro civil Nuno Martins (projecto de fundações e estruturas), o engenheiro electrotécnico Luís Filipe Cameira Ferreira (instalações e equipamentos eléctricos) e o engenheiro mecânico José Carlos Monteiro Galvão Teles (projecto de instalações e equipamentos mecânicos) por 2 950 235$00; Novembro - parte do edifício encontrava-se ocupado pelo Centro Português de Actividades Subaquáticas; 1983, 27 Julho - entrega dos projectos de remodelação do palacete com os seguintes valores: projecto geral 816 351$30, projecto de fundação e estruturas 306 504$00, instalações e equipamentos eléctricos 229 218$00, instalações e equipamentos mecânicos 168 003$00 e instalações e equipamentos de águas e esgotos 102 553$00, no total de 1 622 629$30; 1984, 15 Maio - despacho autorizando abertura do concurso limitado da parte da construção civil; adjudicação da obra à firma Fonseca & Irmão, Lda, por 19 849 500$00.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.

Materiais

Estrutura em alvenaria mista de calcário e tijolo, rebocada e pintada; cunhais, modinaturas, cornijas, frontão, urnas, salão de sala, pavimento do vestíbulo, colunas do vestíbulo, escadas em cantaria de calcário; pavimentos, portas e caixilharias de madeira; silhares de azulejo; coberturas ornadas com estuque decorativo, guardas da escada em bronze; guardas das janelas e do terraço em ferro forjado; janelas com vidro simples; cobertura em telha.

Bibliografia

A propriedade urbana, 3.ª série, ano LVI, n.º 183, Lisboa, Associação Lisbonense de Proprietários, Março - Abril 1970; ATAÍDE, M. Maia e MOITA, Irisalva (dir. de), Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa. Lisboa - 3, Lisboa, 1988; GALVÃO-TELLES, João Bernardo, Da Rua Formosa à Rua do Alecrim: um passeio pelas residências lisboetas dos marqueses de Pombal, Olisipo, S.2, nº 10, Out. 1999, pp. 54- 65; MENDES, Anabela, Escola Superior de Conservação e Restauro. Ressuscitar a Obra de Arte, in Público, 30.12.93; MOITA, Irisalva, O Palacete Pombal à Rua das Janelas Verdes, in Revista Municipal, Lisboa, Ano XXX, Nº 120-121, 1º e 2º Trimestres 1969, pp. 7-23; Monumentos, n.º 13, Lisboa, DGEMN, 2000.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DRMLisboa; AHMOP: Desenho Nº 382

Documentação Fotográfica

IHRU: SIPA, DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

: IHRU: DGEMN/DSARH-010/125-0079/01 a 15; CML: Arquivo de Obras, pº nº 16.206

Intervenção Realizada

IPPC / DGEMN: 1982, Junho - adjudicação das obras de recuperação das fachadas pelo empreiteiro, Lourenço, Simões & Reis, Lda., por 5 450 000$00, no prazo de 120 dias; colocação e pintura de portas, com colocação de almofadas de madeira a substituir os vidros; pintura de tectos; reboco dos tectos da cave; colocação de tectos falsos de cortiça no primeiro piso; execução de placas de estafe para estucar; limpeza dos lambris de cantaria; reparação e limpeza de lambris de azulejo; assentamento de azulejo decorativo em algumas salas; execução de paredes e entaipamento de vãos; colocação de rodapé em madeira e reparação do existente; assentamento de rodapé em tijoleira; colocação de calçada à portuguesa no pátio; reparação e limpeza das escadas do pátio; reparação do pavimento em soalho e taco; colocação de alcatifa e de liós polido no primeiro piso; colocação de tijoleira no pavimento da cave; reparação e limpeza do lajeado existente; consolidação da estrutura com introdução de lajes e vigas; execução da caixa do elevador; desmontagem de escadas metálicas, de pilaretes e guardas do pátio, de vitrinas; demolição e execução de tectos; execução de instalações sanitárias e reaproveitamento de outras já existentes; 1984 / 1985 - obras de instalação dos sistemas de tratamento ambiental, adjudicadas à firma Lourenço & Figueiredo, Lda., no valor de 2 816 189$00; obras de instalação dos postos de transformação, adjudicado à firma Orlando & Almeida, Lda., por 2 200 000$00; obras de instalação eléctrica adjudicadas à firma Orlando & Almeida, Lda. por 6 653 570$00; obras de instalação de equipamento de detecção e alarme de incêndios e intrusão, adjudicadas à firma Sociedade Comercial Garland, Laidkey, S.A.R.L., que apresentou duas propostas variantes, sendo a mais vantajosa a apresentada na alínea b), no valor de 1 612 870$00; 1985 - instalação de um elevador, adjudicada à firma Comportel - Companhia Portuguesa de Elevadores, S.A.R.L.; 1985 / 1986 - obras de remodelação, com a instalação dos sistemas de tratamento ambiental; realização do contrato com a firma Lourenço & Figueiredo, Lda., pelo valor de 2 816 189$00; 1986 - obras de construção civil; obras na capela pela firma Fonseca & Irmão, Lda., pelo valor de 4 802 419$00; instalação eléctrica do sótão e outras dependências, adjudicada à firma Orlando & Almeida, Lda, pelo valor de 2 822 446$00; instalação de Gás da Cidade, trabalho adjudicado à firma Fonseca & Irmão, Lda., pelo valor de 377 700$00; 1986 / 1987 / 1988 - instalação de sistema de ventilação, adjudicada a firma Termosul - Projectos e Instalações, Lda., pelo valor de 3 849 564$00; 1987 - continuam os trabalhos de construção civil, pela firma Fonseca & Irmão, Lda.; DGEMN: 2000 - beneficiação das coberturas do edifício e oficinas.

Observações

*1 DOF: Zona Especial de Proteção conjunta aos imóveis: Museu Nacional de Arte Antiga, Igreja de São Francisco de Paula, Túmulo da rainha D. Maria Vitória, Palácio do conde de Óbidos, Chafariz das Janelas Verdes, Teatro da Casa da Comédia, Edifício da rua das Janelas Verdes n.º 78 - 78, Cinema Cinearte, Chafariz da Esperança, Convento das Trinas, Casa de António Sérgio, Palacete do viscondes e condes dos Olivais e da Penha Longa, Troço do do Aqueduto das Águas Livres, Abadia de Nossa Senhora da Nazaré do Mocambo.

Autor e Data

Teresa Vale e Carlos Gomes 1996 / Paula Figueiredo 2008

Actualização

 
 
 
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