Igreja Paroquial de São Nicolau / Igreja de São Nicolau e São Julião

IPA.00005030
Portugal, Lisboa, Lisboa, Santa Maria Maior
 
Arquitectura religiosa, pombalina. Igreja paroquial de nave única sem transepto, com capelas colaterais, coro-alto e capela-mor rectangular. Fachada neoclássica, sem torres, coroada por frontão triangular simples com óculo e dividida em três panos por pilastras compósitas. Este esquema compositivo é semelhante ao das igrejas da Encarnação (v. PT031106150521), do Sacramento (v. PT031106270246) e dos Mártires (v. PT031106200085). Ao corpo da igreja adossam-se 2 corpos laterais estreitos, cujas fachadas seguem as linhas do prédio de rendimento pombalino, que subordinam a arquitectura religiosa à malha urbana. Interior com cobertura em abóbadas de berço, com penetrações na da nave. Alçados, de cinco tramos, ritmados por pilastras da ordem compósita, onde se abrem as capelas laterais. Arco triunfal, que antecede a capela-mor, com portas utilitárias, nichos e janelas de sacada, e no topo uma janela ao centro com moldura de cantaria ricamente decorada, ladeada por pilastras rococó em estípide. Altar-mor com protótipo no da igreja de São Domingos (v. PT031106310039) da autoria de F. S. Ludovice. Os púlpitos localizam-se entre o 2.º e o 3.º tramos. Tipologia muito semelhante à da igreja dos Mártires (v. PT031106200085) também do arquitecto Reinaldo dos Santos, quer na planimetria, organização espacial, criação do espaço litúrgico, quer nos elementos de decoração interior, iluminação, proporções, escala e inserção no tecido urbano, e às da Encarnação (1768-1784, Manuel Caetano de Sousa) (v. PT031106150521) e de S. Paulo (v. PT031106490338).
Número IPA Antigo: PT031106480353
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja paroquial  

Descrição

Planta longitudinal composta pela justaposição de 2 rectângulos (nave e capela-mor), volumetria paralelepipédica, cobertura diferenciada efectuada por telhados de duas águas (corpo central) e de uma água (corpos laterais). Fachada principal, a N., ritmada por pilastras duplas que organizam o alçado em três planos, sendo que no central se situa o portal (servido por lanço de escada) e nos laterais uma janela e uma porta, ambas de verga direita. No piso superior, rasgam-se três janelões, sendo o do centro rematado de frontão semicircular arquitravado, integralmente revestido de cantaria, é encimado por um frontão triangular simples com óculo, rematado nas extremidades por fogaréus, e tem os cantos boleados. A ladear a fachada, encontram-se 2 corpos recuados, estreitos e mais baixos, a ela ligados por aletas. Toda a frente do edifício é servida por um patamar de acesso com gradeamento. Fachadas laterais menos nobilitadas, seguindo o traço do prédio de rendimento pombalino, com 13 vãos nos dois primeiros pisos e integralmente revestidas de azulejo de estampilha verde, com um friso bordô no topo. O terceiro piso original não acompanha todo o alçado, mas é continuado por uma marquise de alumínio. O alçado S. encontra-se adossado a dois prédios de rendimento. INTERIOR: nave única, coberta por abóbada de berço com penetrações e com decoração de estuques polícromos e 4 composições pictóricas no eixo central, figurando 3 cenas da vida de S. Nicolau e 1 alegoria à Fé, Esperança e Caridade, ladeadas cada uma de 2 medalhões, 4 representando os Doutores da Igreja e 4 os Evangelistas. Todas as pinturas são atribuídas a Pedro Alexandrino (1730-1810). A nave é corrida ao centro por teia de madeira e mármore, que suporta 8 candeeiros de ferro e vidro de Veneza, e divide-se em cinco tramos. No primeiro localiza-se o coro-alto - apoiado em 2 pilares de secção quadrada e numa abóbada de aresta abatida, onde se encontra o órgão e uma tela representado S. Miguel - e o baptistério, com dois grandes relicários revestidos a talha dourada e um altar, em madeira policromada, tendo ao fundo uma tela de N.ª Sr.ª, e ao qual se acede por gradeamento em madeira. Restantes tramos organizados pelas pilastras que ritmam os alçados laterais, havendo em cada um uma capela, com retábulo de madeira decorado com marmoreados e moldura destinada a receber pintura, mas albergando imaginária. Do lado do Evangelho, o 4.º altar dá lugar à capela do Santíssimo Sacramento revestida de mármores, encimada por cúpula de lanternim, tendo ao fundo um retábulo de madeira entalhada e dourada, com uma alegoria à Eucaristia; e à qual se acede por um gradeamento em madeira dourada a imitar o bronze. Entre as 2.ª e 3.ª capelas, destaca-se um púlpito de avental relevado. No registo superior das paredes rasgam-se vãos guarnecidos de balaustrada. O arco triunfal, que antecede a capela-mor, apresenta a eixo portas utilitárias, nichos e janelas de sacada, e no topo uma janela ao centro com moldura de cantaria ricamente decorada, ladeada por pilastras em estípide. Capela-mor de planta rectangular e coberta por abóbada de berço decorada a fresco por António Manuel da Fonseca (1796-1890), tendo por tema a "Glória de São Nicolau", e com cancela de balaústres de pedra e grade, tribunas inscritas nos muros laterais e retábulo de camarim ladeado por colunas de pedra e rematado por frontão interrompido com os emblemas de S. Nicolau esculpidos ao centro. Pela capela-mor acede-se às 2 sacristias da igreja: paroquial - cujo tecto ostenta a alegoria "Igreja esmagando a Heresia" a estuque, com um grande frontal de relicários em talha dourada - e da Irmandade de São Nicolau, também com frontal de relicários em talha, tendo este ao centro uma tela representativa de São Vicente de Paula, e com tecto decorado a estuques, seguindo o tema da alegoria ao SS. Sacramento. Corpos laterais com aproveitamento de espaço reduzido e pequenas salas, e acesso aos pisos superiores através de escadas de madeira em caracol. Todo o piso do edificio é de pedra calcária.

Acessos

Rua da Vitória; Rua da Prata n.º 124-146; Rua dos Douradores n.º 57, 57A, 59

Protecção

Incluído na classificação da Lisboa Pombalina (v. IPA.00005966) e na Zona de Proteção do Convento e Igreja de Corpus Christi (v. IPA.00011495)

Enquadramento

Urbano. Destacada a N., E. e O., e flanqueada a S. por edifícios com a mesma altimetria. Implantação, em solo desnivelado, com fachada e adro frente a um largo. Insere-se na zona urbana e histórica da Baixa Pombalina (v. PT031106190103), estando perto do Igreja de Corpus Christi (v. PT031106280695)

Descrição Complementar

AZULEJO: no revestimento das paredes laterais exteriores; de estampilha; de cores verde e manganés (no friso); datam do século 19. ESTUQUE: Atribuído a Pedro Alexandrino(1730-1810), o estuque da abóbada da nave caracteriza-se por pinturas figurativas - alegoria à "Fé , Esperança e Caridade"; vida de S. Nicolau, 4 Doutores da Igreja e 4 Evangelistas - e por pintura decorativa que faz uso dos motivos de cartelas, florões, putti, festões, etc, em tons de rosa, azul e amarelo. O baptistério apresenta estuque com o tema da pomba do Espírito Santo. A capela-mor é decorada com a "Glória de S. Nicolau", da autoria de António Manuel da Fonseca (1796-1890). As sacristias ostentam no seus tectos alegorias, uma é a "Igreja esmagando a Heresia" entre uma ornamentação em claro-escuro, e a outra ao Santíssimo Sacramento. INSCRIÇÕES: "1787" na jamba interior da porta da loja "Rodrigues Oculista". TALHA: Muito simples e tardia nas capelas colaterais: de um só eixo, o corpo do retábulo tem a forma de um grande quadro com moldura rectangular rematada por um arco, mas não recebe pintura, e assenta num altar de madeira polícromada, com marmoreados. Não há uso de motivos ornamentais. No baptistério encontram-se dois frontais de relicários em talha dourada, sobre um altar decorado com marmoreados; e um retábulo, em madeira dourada, de um só eixo rematado por frontão interrompido, com painel pictórico ladeado por pilastras em estípide que terminam em mísulas, que, por sua vez, suportam imaginária. A Capela do Santíssimo Sacramento ostenta um gradeamento em madeira dourada, a imitar o bronze, decorado com punções. O retábulo, à semelhança dos das capelas colaterais, é de planta recta e de um só eixo vertical, mas mais bem acabado e requintado, tendo algum trabalho de entalhamento, recebendo douramento em alguns pormenores decorativos e uma tela representando uma alegoria à Eucaristia e sendo rematado por um baldaquino. As 2 sacristias guardam, cada uma, um frontal de relicários em talha dourada, que assentam sobre arcazes. Um deles é um rico exemplar do estilo joanino, tendo ao centro o retrato de S. Vicente de Paula.

Utilização Inicial

Religiosa: igreja paroquial

Utilização Actual

Religiosa igreja paroquial / Comercial: loja

Propriedade

Privada: Igreja Católica (Diocese de Lisboa)

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

APARELHADOR: José Ferreira. ARQUITECTO: Pedro Nunes Tinoco (1640); Reinaldo Manuel dos Santos (1780). CANTEIRO: José Pereira Lobo. FUNDIDOR: Manuel António Martins. ENTALHADORES: Domingos Sampaio (1684); Vicente do Couto Nobre (1684). MESTRE de OBRAS: Tomás Alves. PEDREIROS: Diogo Vaz (1640); Jorge Vaz (1640). PINTORES: André Reinoso (1620-1630); António Manuel da Fonseca (1796-1890); Marcos da Cruz (séc. 17); Pedro Alexandrino (1730-1810).

Cronologia

1209 - 1229 - fundação da primeira igreja deste orago, neste local; 1280 - reconstrução da igreja por iniciativa do bispo D. Mateus; séc. 16 - amplos restauros; 1551 - segundo Cristóvão Rodrigues de Oliveira, a igreja tem um prior, cinco beneficiados e um tesoureiro, rendendo 450 cruzados e cada benedficiado recebe 90 cruzados; tem quatro capelas com administradores leigos, com missas celebradas pelos beneficiados, que rendem 110 cruzados; nela estão sediadas as confrarias do Santíssimo, Nossa Senhora das Mercês, São Sebastião, Nossa Senhora da Conceição, Santo André, Santa Luzia, Santa Catarina, São Bartolomeu e dos Fiéis de Deus, que rendem de esmolas 220 cruzados; séc. 17 - pintura da tela da tribuna por Marcos da Cruz; 1608, 22 julho - Carta régia que ordena a recuperação do edifício; 1616 - 1627 - transferência do sacrário e dos serviços paroquiais para a Ermida de Nossa Senhora da Vitória, por motivo das obras; 1616 - 1650 - importante campanha de obras, responsável pela quase reedificação do templo numa arquitetura semelhante à da igreja de São Vicente de Fora, com a planta reformista de São Roque, muito semelhante à atual - nave única e cinco capelas colaterais - e com a fachada virada para a Rua Bela da Rainha; 1620 - 1630 - pintura de uma "Lamentação de Cristo morto" por André Reinoso (SERRÃO, 2010, p. 27); 1640, 03 agosto - contratação dos mestres Leonardo Jorge e Diogo Vaz para a feitura da Capela do Santíssimo, conforme risco de Pedro Nunes Tinoco; 1652 - acabam os trabalhos com o reboco exterior; 1684, 30 julho - contrato com Domingos Sampaio para a feitura do retábulo de talha da Capela de Santo António (FERREIRA, 2009, vol. II, p. 496); 30 setembro - contrato da Irmandade de Nossa Senhora das Mercês com o entalhador Vicente do Couto Nobre para a feitura do retábulo da respetiva capela (FERREIRA, 2009, vol. II, pp. 562-563); 1747 - o edifício acha-se em mau estado de conservação; 1755, 1 novembro - o terramoto destrói quase completamente a igreja, restando apenas uma das fachadas laterais, a fachada principal e uma das torres sineiras; o pároco e os fregueses refugiam-se na Capela de Nossa Senhora da Pureza; 1758, 31 março - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Luís Monteiro, é referido que a paróquia tem as irmandades do Santíssimo, Nossa Senhora das Mercês, Santo António e a das Almas do Purgatório; o pároco é prior, apresentado pela Coroa, tendo o rendimento 300$000; tem 10 beneficiados que rende cada um 60$000; 1775 - são derrubadas as ruínas; 1780 - início das obras de reedificação sob o risco do arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos (1731-1791), com orientação perpendicular à da primitiva igreja, ou seja, com a fachada para Norte, sobre a Rua da Vitória; c. 1780 - a igreja recebe património móvel que subsistiu à ruína de outras igrejas; 1780 - 1783 - arrendamento de 9 lojas para financiar a obra; 1784 - arrendamento do cemitério sob a sacristia por época do Natal; 1787 - abertura da loja "Rodrigues Oculista"; 1787, setembro - compram-se as duas colunas do altar-mor a Patrício Luís Cabouqueiro; 1789, outubro - requerimento à Rainha para licenciar um largo maior do que a travessa pré-definida pelo Plano, para melhor logradouro da igreja; 1791 - o arquiteto Francisco António Ferreira é encarregue de redesenhar o largo; 1793 - conclusão do arco da tribuna; 1800 - conclusão dos tramos até aos púlpitos; 1802 - edificação de uma barraca provisória dentro do novo edifício, para albergar a paróquia transferida da Ermida de Nossa Senhora da Vitória; 1840 - colocação dos sinos; 1850 - conclusão das obras de reedificação, já sob o signo do Neoclassicismo; 1914 - abertura ao público de um núcleo museológico de arte sacra numa das sacristias: 1960 - 1970 - encerramento do Museu.

Dados Técnicos

Estrutura mista

Materiais

Alvenaria mista, cantaria de calcário, reboco pintado, ferro forjado, azulejo industrial, madeira pintada e talha dourada.

Bibliografia

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Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; AHMOP: Des. N.º 342, cota 10B; CML: Museu da Cidade, Inv. n.º 7223/2318

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

Autor e Data

Teresa Vale e Carlos Gomes 1996 / Cátia Marques 2003

Actualização

 
 
 
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