Mosteiro de Santa Clara / Mosteiro de Nossa Senhora Conceição

IPA.00005013
Portugal, Ilha da Madeira (Madeira), Funchal, Funchal (São Pedro)
 
Arquitectura religiosa, manuelina, maneirista e barroca. Convento manuelino, profundamente reformulado em estilo maneirista e barroco. Mantém alguns elementos da primitiva estrutura, como portal da inicial capela, o panteão dos Câmaras, as arcarias e o piso térreo dos claustros. A igreja, de planta longitudinal e nave única, é revestida a azulejos maneiristas de "tapete", com o característico enquadramento dos elementos arquitectónicos e a divisão em 2 andares, com padrão no 1º e enxaquetado compósito no 2º; a decoração dos caixotões do tecto é também maneirista.
Número IPA Antigo: PT062203080005
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Convento / Mosteiro  Mosteiro feminino  

Descrição

Planta composta irregular, com quadrado centrado por claustro, igreja longitudinal com nave única e capela-mor rectangulares a N., sacristia também a N., alongamento dos braços para N., O. e S., e cerca delimitada por muros altos. Grande massa de volumes horizontais, excepto na alta torre quadrada, com cúpula oitavada decorada com azulejos; coberturas diferenciadas em telhados de 1, 2, 3 e 4 águas. Portal da igreja em mármore, com 2 arquivoltas de arcos quebrados e 4 altas janelas com volantes de guilhotina iluminando a nave e 1 a capela-mor. No interior a nave é revestida a azulejos de tapete e tem tecto de madeira em caixotões pintados com "brutescos" e tirantes de ferro; parede de fundo com largos janelões duplamente gradeados, um no coro-baixo e 2 no de cima; no lado do Evangelho 2 portas, uma pública, com guardavento de madeira e outra, privada, de acesso ao convento, púlpito entalhado com baldaquino e um altar de talha dourada e policromada, com tela central; no lado da Epístola 2 portas para os claustros, 2 confessionários embutidos e 2 altares idênticos ao anterior; arco triunfal encimado por frontão de talha com crucifixo e 2 altares laterais com frontão mais elaborado e tela pintada. Na capela-mor, retábulo de talha policromada com duplas colunas emoldurando tela com a Imaculada Conceição, ladeada por imaginária sobre peanha e com coruchéu; do lado da Epístola, grade de comunhão, com portinhola central e acesso aos claustros; do lado do Evangelho, acesso à sacristia, com arcaz de alçado marmoreado, mesa de actos e cadeiras "Chipendalle". O coro-baixo tem chão de azulejos mudéjares e tijoleira, cadeiral entalhado e policromado a correr aos lados, com assentos móveis e espaldares decorados por querubins, cadeira da madre superior independente e amovível, e na parede de fundo altar; nas paredes pinturas sobre tela. O coro-alto possui chão coberto por azulejos mudéjares relevados verdes com um painel de policromados ao centro; paredes cobertas a azulejos enxaquetados azul e branco, e tecto de caixotão com tirantes de madeira com decoração mudéjar; cadeiral de madeira com pilastras oitavadas intermédias e bancos amovíveis e 2 altares, na parede de fundo, de talha dourada, com pinturas laterais sobre madeira, com nicho e sobrecéu entalhado e pintado; à direita, outro de madeira pintada com marmoreados, com um "Ecce Homo" central pintado sobre papel e protegido com vidro. Paredes com pinturas sobre tela e madeira e imaginária. Fachada do convento de 2 pisos separados por friso, com átrio aberto por 2 arcos plenos, ladeados por 3 portas e definindo entre si um nicho com a imagem da padroeira. No 2º piso, 4 janelas de guilhotina com lambrequins de madeira pintados a verde; as cantarias das portas e janelas boleadas. Este adro dá acesso a sala, lajeada e com tecto de caixotão pintado, onde se situa a antiga capela da Anunciação e o acesso à "lojea" do edifício residencial das religiosas, para O. e N. e às dependências de acesso público, para S., onde funciona a creche. O acesso ao pátio grande, a S. / O. é feito por duplo alpendre, com o piso térreo com colunas de madeira assentes em bases oitavadas de cantaria, onde se situa a capela de São Domingos de Amarante e os acessos aos coros de baixo e de cima. O convento articula-se pela torre, definida internamente por cunhais de cantaria e na base da qual existem os acessos aos coros e, na sua sequência, aos claustros, com jardim de laranjeiras, um piso inferior com arcos quebrados e um eirado superior de tijoleira delimitado por balaustradas de madeira. Os claustros são rematados a S. por 2 capelas, com alpendre e a N. por 7 arcos quebrados de cantaria, assentes em colunas oitavadas e sobre os quais correm as antigas selas das professas, com estreita varanda de sacada e grade de madeira.

Acessos

Funchal (São Pedro), Calçada de Santa Clara e do Pico, Rua das Cruzes.

Protecção

Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto nº 32 973, DG, 1.ª série, n.º 175 de 18 agosto 1943

Enquadramento

Urbano, destacado, em elevação, murado, com a igreja protegida por terreiro gradeado, com chafariz integrado no muro para a R. das Cruzes. Articula-se para N. com a Quinta das Cruzes (v. PT062203080020) e para S. com a Casa-Museu Dr. Frederico de Freiras, cuja secção de azulejaria ocupa parte da cerca.

Descrição Complementar

Junto ao portal, nasce o muro do convento, correndo para N. e ligando-se a uma pequena casa de serviços e ao muro que contorna a cerca para N. e para O., totalmente cego. A entrada do convento faz-se junto ao adro, por portal de cantaria rija regional, encimado por frontão, cruz e com as armas da Ordem. Interiormente define um pátio calçado com calhau rolado miúdo, com acesso à igreja por alpendre, à cerca e ao edifício de serviços para N. por outro portal, em cantaria regional, encimado por frontão de alvenaria. Ao centro do coro-baixo, modelo de madeira do antigo carneiro da sepultura do 1º capitão do Funchal e à direita, vitrina com a imagem do Senhor dos Passos. Existem ainda as capelas da Anunciação, no átrio de entrada, com altar de 3 corpos entalhados, dourados e policromados, a emoldurar pinturas sobre madeira; a capela de São Domingos de Amarante, no topo do alpendre de acesso aos coros, com um painel de azulejos de majólica, paredes revestidas a azulejos, tecto de caixotão oitavado, com réguas de talha e altar de talha dourada e policromada, com telas; a capela da Ressurreição, no canto S. / O. do claustro, com largas portadas de madeira articuladas, paredes revestidas a azulejos, tecto oitavado de caixotão assente em pendentes, com os painéis pintados com brutescos e altar de talha dourada e policromada a emoldurar pinturas sobre tela. A capela no canto S. / E., serve de arrecadação, mas mantém magníficas portadas articuladas com almofadas entalhadas. Ainda possui o convento outros altares e oratórios, como 2 no braço N. do claustro e outro no alpendre de acesso ao coro de cima.

Utilização Inicial

Religiosa: mosteiro feminino

Utilização Actual

Religiosa: mosteiro feminino / Educativa: jardim de infância / creche

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria

Época Construção

Séc. 16 / 17 / 18 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

PINTOR: Diogo de Contreiras; Fernão Gomes; Martim Conrado; Mestre de Ferreirim; Nicolau Ferreira. ENTALHADOR: Estêvão Teixeira de Nóbrega; Manuel Pereira. PRATEIRO: António Araújo; António Neto; António Soares.

Cronologia

Séc. 15 - construção da capela da Conceição, dita "de cima" de que resta o portal; 1470, cerca - enterramento de Martim Mendes de Vasconcelos num carneiro ali construído; 1480, 11 Setembro - 2º capitão, João Gonçalves da Câmara, compra a Rui Teixeira e Branca Ferreira propriedade do Curral para o futuro convento; 1488, 17 Julho - D. Manuel informa do breve que autoriza a sua construção; 1492 - início das obras sob orientação de D. Constança de Noronha; 1495, 1 Abril - breve do papa Alexandre VI referindo as celas prontas; 1527, 3 Janeiro - contrato com Gomes Annes e o bacharel Lopo Dias para a construção de um aqueduto do Pico dos Frias; 1530, cerca - feitura de altar, de que restam 2 tábuas com imagens de Santo António e do arcanjo São Miguel, atribuídas ao mestre de Ferreirim; 1550 - construção de altar, de que resta uma Assunção da Virgem, atribuível a Gaspar de Contreiras; 1566, Outubro - ataque dos corsários franceses ao Funchal e fuga das freiras para o Curral; 1578, 25 Outubro - contrato das freiras cedendo dois terços das "suas" águas com os co-proprietários da quinta: Francisco, Gaspar e Diogo Frias; 1590, cerca - construção do altar do coro-baixo com pintura atribuível a Fernão Gomes; Séc. 17, inícios - construção do altar entalhado do coro de cima; 1620 - data provável do óleo atribuído a Gaspar Contreiras e existente no coro-baixo; 1641 - data do óleo do antigo altar de Santo António; 1650 - construção da capela de São Domingos de Amarante decorada pelo entalhador Manuel Pereira e pintor Martim Conrado; Séc. 17, meados - organização do arquivo do convento pelo Dr. Sebastião de Teive; 1661 - encomenda de um sacrário ao prateiro Simão Lopes; 1664 - protesto das freiras pelo desvio da "sua água"; 1667 - obras nos coros e colocação dos azulejos na nave da igreja; 1671, 12 Agosto - obras no altar-mor para instalação do sacrário de prata feito pelos prateiros António Araújo, António Neto e António Soares pelo entalhador Manuel Pereira; 1720 - o convento possuía 170 freiras professas, 100 educandas, "além das servas para o serviço comum e particular", que se repartiam por 12 dormitórios; 1733 - data do retábulo de relíquias dos claustros; 1736 - data do cadeiral de baixo e da cadeira do prelado; 1759 - data da cruz de cantaria num nicho do claustro; 1764 - proibição de entrada de noviças e controlo dos bens de raiz pelo governo; 1769, 22 Fevereiro - mudança do túmulo de Zarco da capela-mor para o coro de baixo; 1793 - existiam 63 religiosas, pelo que se pediu ao rei a entrada de 17 noviças; 1796, 22 Março - o número de religiosas não chegava a 80; Séc. 18, finais - execução dos altares da igreja e do púlpito atribuíveis ao mestre entalhador Estêvão Ferreira de Nóbrega; feitura do órgão positivo para o coro-baixo, por organeiro de origem italiana; 1797 a 1799 - pinturas de Nicolau Ferreira na nave; 1807, 26 Dez. - transferência das freiras da Encarnação para Santa Clara, para instalação das forças inglesas; 1821 - extinção dos conventos; 1890, Nov. - morte da última freira, mas ainda ali ficando a residir algumas "pupilas"; 1896 - entrega do convento à Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria; 1910 - saída das Irmãs Missionárias; 1912, 31 Outubro e 1913, 22 Setembro - decretos de cedência das instalações à Câmara Municipal do Funchal, Santa Casa da Misericórdia e Auxílio Maternal; 1917, 12 Dezembro - submarino alemão bombardeia o Funchal, atingindo a igreja, cuja capela-mor fica parcialmente destruída; 1927, 25 Janeiro e 12 Junho - cedência do convento à Associação Auxiliar das Missões Ultramarinas para instalação de um colégio missionário; 1928 - regresso das Irmãs Missionárias; 1940, 26 setembro - publicação de Decreto nº 30 762, no DG, 1.ª série, n.º 225, determinando a classificação da Igreja e todas as dependências existentes no Mosteiro de Santa Clara como Monumento Nacional; 01 novembro - publicação do Decreto nº 30 838, DG, 1.ª série, n.º 254, suspendendo o decreto n.º 30 762, de 26 de setembro do mesmo ano, relativamente à classificação de imóveis de propriedade particular; 1951 - exposição de ourivesaria sacra no Convento, com vista ao futuro acervo do Museu de Arte Sacra; 1954 - exposição de esculturas religiosas; 1958 - transformação em Colégio Missionário Ultramarino do Funchal; 1962 - incêndio destroi 2 grandes salas na ala frente à Cç. de Santa Clara e pátio interior; 1997 - cedência de uma parte da cerca para instalação da secção de azulejos da Casa-Museu Dr. Frederico de Freitas; 2001, Janeiro - levantamento para elaboração da Carta de Risco do imóvel pela DGEMN (não executado); 2018, 07 dezembro - o Governo Regional, através da Secretaria Regional do Turismo e Cultura, abre concurso, por 1,2 milhões de euros, para a obra de beneficiação global das áreas visitáveis da Igreja e Convento de Santa Clara; o prazo de execução da obra será de 16 meses.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.

Materiais

Cantaria mole e rígida regional aparente, alvenaria de cantaria regional rebocada, mármore, madeira (carvalho, til, pinho de Riga e outras), amarrações mistas de tirantes de madeira e de ferro, telha meia cana, vidro, prata, azulejos, talha dourada e policromada, pinturas sobre madeira e sobre tela, e esculturas de madeira e de barro, alumínio, zinco, betão.

Bibliografia

A Freguesia de São Pedro do Funchal, idem, 2 Fev., 2 Mar. e 6 Abr. 1986; CARITA, Rui, História da Madeira, 1, 2, 3 e 4º vols., Funchal, 1989, 1991, 1992 e 1996; CARITA, Rui e TRUEVA, José Manuel de Sainz, Itinerário Cultural do Funchal, Funchal, 1997; CLODE, Luiza, Santa Clara, Madeira Holidays, nº 4, Funchal, Outono de 1987, pp. 228 a 237; CORDEIRO, Pe. António, História Insulana, Lisboa, 1717, Ponta Delgada, 1981; FREITAS, Paulo de, Azulejos na Madeira, Islenha nº 4, Jan. / Jun. 1989, pp. 25 a 34; MELO, Luís Francisco Cardoso de Sousa, Arquivo Histórico da Madeira, vol. 16, Funchal, 1973; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1955, Lisboa, 1956; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1956, Lisboa, 1957; NORONHA, Henrique Henriques de, Memórias Seculares e Eclesiásticas...1722, Funchal, 1997; O Convento de Santa Clara. Contratos agrícolas (Sécs. XV a XIX), Atlântico, nº 16, Inverno de 1988, pp. 294 a 303; O Convento de Santa Clara no Funchal, Funchal, 1991; Órgãos em livro, in Diário de Notícias, 26 Setembro 2004; Ourives madeirenses do século XVII, idem, 25 Mar.; SILVA, Pe. Fernando Augusto da, Elucidário Madeirense, 3 vols., Funchal, 1946; SIMÕES, J. M. Santos, Azulejaria dos Açores e da Madeira, Lisboa, 1963; SOUSA, João José de, O convento de Santa Clara e a zona urbana envolvente, Diário de Notícias do Funchal, 4 Mar. 1984; VALENÇA, Manuel, A Arte Organística em Portugal, vol. II, Braga, 1990.

Documentação Gráfica

DGPC: DGEMN:DSID, DGEMN:DRML; Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (planta do Funchal de Mateus Fernandes, 1567); Arquivo Geral de Simancas (desenhos de 1582); mapoteca do IGC (planta do Funchal de Reinaldo Oudinot, 1804), Lisboa; gravuras e litografias de viagem várias (Casa-Museu Dr. Frederico de Freitas, Museu da Quinta das Cruzes e col. particulares); GEAEM (Arma de Engenharia), Lisboa; GR / Equipamento Social e DRAC, Funchal

Documentação Fotográfica

DGPC: DGEMN:DSID, Carta de Risco, DGEMN:DRML; Museu Vicentes Photographos e DRAC, Funchal

Documentação Administrativa

DGPC: DGEMN:DRML; AN/TT, Convento de Santa Clara do Funchal; ARM, Convento de Santa Clara, AHMF (Antigo Tribunal de Contas), Extinção dos Conventos; AE da Diocese do Funchal (vários núcleos); GR (Sec. Eq. Social e DRAC), Funchal

Intervenção Realizada

DGEMN: 1940 / 1950 - obras de restauro com a demolição das capelas do claustro, para colocação à vista da arcaria original, e outras; 1944 - início do restauro da galeria gótica do convento; 1954 - conclusão da 1ª fase do restauro da galeria; 1955 - início da 2ª fase de restauro da galeria: pavimentação de soalho, picagem do reboco, rebocamento e caiação; 1956 - obras de conservação do claustro; 1958 - obras de conservação da igreja: apeamento e reassentamento do lambril de azulejos; cobertura; 1959 - substituição e reparação da cobertura; obras no claustro; consolidação dos painéis de azulejos da igreja; 1961 - restauro de cantarias na arcaria do claustro; revestimento dos tectos a madeira; 1962 - restauro dos telhados do coro; reconstrução da cobertura do dormitório; 1963 - reconstrução do pavilhão do dormitório; 1965 - restauro da cobertura e tectos do pavilhão do refeitório da Casa do Retiro e da sala de aulas da classe infantil; 1966 - remodelação e restauro da cobertura, pavimentos e tectos do pavilhão de aulas da zona central do convento; 1967 - arranjo da cobertura; 1968 - conservação no colégio missionário; 1970 - reconstrução do tecto do dormitório; 1971 / 1972 - remodelação e conservação do pavilhão da ala poente; 1973 - arranjos provisórios do telhado no dormitório das freiras; 1974 - consolidação e reconstrução do muro da cerca voltado àCç. de Santa Clara; 1975 - revisão da cobertura na zona dos dormitórios; 1976 - trabalhos de conservação interior; 1977 - reconstrução total do alpendre e varanda junto ao pátio S. do convento; 1978 - recuperação dos suportes do piso do coro de cima com destruição parcial do pavimento primitivo do coro de baixo, posteriormente reposto com o apoio do Museu do Azulejo e elementos provenientes da Sé Velha de Coimbra; reconstrução do muro da cerca; DRAC / Museu de Arte Sacra: 1980 - restauro da colecção de pintura (ainda em curso); DGEMN: 1981 - recuperação do coro-baixo e do cadeiral ali existente; 1983 - reparação da Capela de São Domingos; reparação das coberturas da cozinha e do alpendre anexo; 1984 - pintura do tecto da Capela de São Domingos; beneficiação da cobertura do claustro; 1985 - impermeabilização e reparação de algerozes; 1987 - restauro do cadeiral do coro de baixo; DGEMN / DRAC: 1990 - restauro dos tectos das capelas de São Domingos de Amarante e da Ascensão do Senhor; 1997 - conservação das coberturas, dos paramentos e torre sineira; consolidação dos arcos do pátio poente e recuperação das paredes interiores da capela E. / S. do claustro; DF / Museu de Arte Sacra: 1997 - desdobramento das pinturas do altar de Santo António (do coro-baixo) com colocação a descoberto dos esboços iniciais (agora do Museu de Arte Sacra); DGEMN: 2000 - acompanhamento técnico nas obras de restauro das coberturas; DRAC: 2001 - conservação e caiação dos exteriores do núcleo S. e E; DGEMN / DRAC: 2003 / 2004 - recuperação e impermeabilização das coberturas da portaria; DRAC: restauro do cadeiral do coro de baixo, repavimentação de capela do claustro, recuperação das caixilharias da torre, abertura de portão no muro norte para acesso de viaturas de emergência.

Observações

Autor e Data

Rui Carita 1998

Actualização

Ângelo Silveira 2004
 
 
 
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