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Edifício e estrutura Estrutura Judicial Pelourinho Jurisdição senhorial Tipo gaiola
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Descrição
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| Estrutura em cantaria de granito, composta por soco octogonal de cinco degraus de face rebordante boleada, sendo o primeiro incompleto, devido ao desnível do terreno e o superior de maiores dimensões. Base quadrangular chanfrada aos cantos e fuste monolítico de secção prismática octogonal, com um listel plano no topo e sobre o qual assenta o remate, constituído por ábaco octogonal, oito colunelos, quatro de secção quadrada e quatro cilíndricos, terminados por pináculos decorados, formando gaiola. Da base do ábaco emerge uma coluna central que sustenta a cúpula de calote semi-esférica, suportando o remate, constituído por um coruchéu cilíndrico e grimpa de ferro. |
Acessos
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| Praça 25 de Abril, junto ao Castelo (v. PT011812060001). WGS84 (graus decimais) lat.: 40,989541, long.: -7,393834 |
Protecção
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| Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933 |
Enquadramento
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| Urbano, a meia encosta, destacado, isolado, junto ao início da subida de acesso ao Castelo, na borda da via pública. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Judicial: pelourinho |
Utilização Actual
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| Cultural e recreativa: marco histórico-cultural |
Propriedade
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| Pública: estatal |
Afectação
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| Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933 |
Época Construção
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| Séc. 16 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Desconhecido. |
Cronologia
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| 1195 - foral concedido por D. Sancho I; 1217, Outubro - confirmação do Foral, em Trancoso, por D. Afonso II; 1291 - a povoação tinha tabelião, que pagava ao rei 3 libras; 1512, 27 Novembro - foral Novo concedido por D. Manuel I e subsequente construção do pelourinho; pertence à Casa de Marialva; 1708 - a povoação, com 350 vizinhos, pertence à Coroa; é alcaide-mor Pedro Álvares Cabral de Lacerda; 1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação é da coroa, tendo 2 juízes ordinários e escrivão, sujeitos à Comarca de Pinhel; tem 3 vereadorws, um procurador do concelho e escrivão da câmara; o pelourinho está junto à cadeia, com degraus e prumo de cantaria; 1895 - extinção do concelho de Penedono; 1898 - restabelecimento do concelho; séc. 20, década de 30 - reconstrução do pelourinho, que havia sido apeado em data indeterminada. |
Dados Técnicos
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| Sistema estrutural autónomo. |
Materiais
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| Estrutrua em cantaria de granito. |
Bibliografia
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| ALVES, Alexandre, Penedono - Apontamentos de História e de Arte - os Coutinhos, Penedono, 1994; CHAVES, Luis, Os Pelourinhos - Elementos para o seu Catálogo Geral, Lisboa, 1939; COIXÃO, António do Nascimento Sá e TRABULO, António Alberto Rodrigues, Evolução político-administrativa na área do actual concelho de Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de Foz Côa, 1995; COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza…, vol. II, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1708; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; REAL, Mário Guedes, Revista da Beira Alta, vol. XX - II, 1961; SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Viseu, Viseu, 1998; SOUSA, Júlio Rocha e, Vila de Penedono, Viseu, 2001; VILAR, Iolanda, A terra do guerreiro Magriço, in Lamego Hoje, 12 Agosto 2004; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/73773 [consultado em 28 dezembro 2016]. |
Documentação Gráfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
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| IHRU: DGEMN/DSID, DGEMN/DSARH; DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol- 28, n.º 114, fl. 747-765) |
Intervenção Realizada
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| Nada a assinalar. |
Observações
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Autor e Data
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| João Carvalho 1997 |
Actualização
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