Pelourinho de Tondela

IPA.00004212
Portugal, Viseu, Tondela, União das freguesias de Tondela e Nandufe
 
Pelourinho quinhentista, reconstruído no séc. 20, com reaproveitamento de algumas peças do primitivo. É de pinha piramidal embolada, com soco octogonal de três degraus e fuste octogonal sobre base com a mesma secção, rematado por pináculo piramidal, com esfera e pequena grimpa metálica.
Número IPA Antigo: PT021821230007
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição não determinada  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco octogonal de três degraus lisos e de aresta viva, sendo a face superior do último levemente abaulada. Soco plano e baixo sobre o qual se apoia o dado da base que nasce da pequena moldura simétrica. Cornija de base igualmente plana onde assenta o plinto do fuste imergindo de um toro circundante. Fuste ligeiramente galbado, com anel rebordante na parte superior marcando a gola ou capitel, com molduragem sobreposta de diversa modilhação. Remate constituído por peça piramidal de secção octogonal de faces convexas, sobre cujo vértice assenta uma esfera apoiada em pináculo circular de reduzidas dimensões. A partir da qual se ergue grimpa em ferro com catavento de duas pontas, rematada por Cruz de Cristo no mesmo material.

Acessos

Largo da República. WGS84 (graus decimais) lat. 40,516222, long.: -8,079326

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, isolado, no interior do Centro Histórico. Ergue-se no no centro de um largo pavimentado a calçada de granito, ladeado por árvores e bancos de jardim, fronteiro ao edifício da Câmara Municipal.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16 (conjectural) / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Manuel Tôrto (reconstrução)

Cronologia

1515, 14 Junho - D. Manuel deu foral ao concelho de Besteiros, na sequência do qual se deve ter erguido o pelourinho; 1758, 26 Agosto - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco Silvério Pereira Teles, é referido que a povoação tem 191 fogos; 1840 - desaparecimento do primitivo pelourinho; 1933 / 1939 - reconstrução do pelourinho, aproveitando-se alguns elementos do primitiv0; 1987, 18 Dezembro - Tondela é elevada à categoria de cidade.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito; grimpa em ferro forjado.

Bibliografia

CHAVES, Luis, Os Pelourinhos -Elementos para o seu Catálogo Geral, Lisboa, 1939; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; REAL, Mário Guedes, Revista da Beira Alta, vol IV, nº. II, 1945;SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Viseu, Viseu, 1998.

Documentação Gráfica

IHRU: SIPA

Documentação Fotográfica

IHRU: SIPA

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN; DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 43, n.º 440, fl. 323-326)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

*1 - a base e a parte inferior do fuste são do antigo pelourinho, tendo sido descobertos pelo Dr. Amadeu Ferraz de Carvalho; o fuste estava num muro, fronteiro ao Solar dos Teles, a base do fuste perto da Capela da Senhora do Calvário.

Autor e Data

Madeira Portugal 1992 / João Carvalho 1997 / Sónia Basto 2010

Actualização

 
 
 
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