Casa da Quinta das Cruzes / Museu da Quinta das Cruzes

IPA.00004134
Portugal, Ilha da Madeira (Madeira), Funchal, Funchal (São Pedro)
 
Casa abastada em barroco insular, de planta composta irregular, alçados de 2 pisos, sendo, algumas janelas do 1º, de lintel com decoração manuelina, e as do 2º janelas de sacada com lintel de balanço, lambrequins e persianas fasquiadas de madeira pintadas a verde escuro. A quinta possui ainda capela de bom porte, "casinhas de prazer" e importante parque botânico, com orquidário.
Número IPA Antigo: PT062203080020
 
Registo visualizado 749 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Residencial unifamiliar  Casa  Casa abastada  

Descrição

Casa de planta composta, rectangular irregular, com volumes articulados e coberturas diferenciadas, de 4, 3 e 2 águas, com beirais duplos e triplos de telha de canudo portuguesa. Fachada principal de 2 pisos, com 4 janelas com molduras de cantaria cinzenta da Região sobrepostas, tendo as do 1º lintel de decoração manuelina e as do 2º janelas de sacada, criando remate de balanço no 1º; o andar nobre tem lintel de balanço e filete relevado intermédio; lambrequins e persianas fasquiadas de madeira pintadas a verde escuro. Corpo central sobrelevado com mais um andar, ao gosto das "torres de ver o mar", com janela semelhante às do andar nobre; gárgula de canhão em cantaria na divisão das águas para E.. Possui a O. corpo articulado com arcaria de cantaria vermelha de Cabo Girão, que protege as 3 portas de acesso ao piso térreo e sobre a qual corre terraço fechado por alpendre em madeira, com largas janelas de guilhotina e escadaria de acesso ao andar nobre por O.. Com este corpo articula-se ainda um outro corpo, central e perpendicular, com 2 pisos, no piso térreo do qual se abrem 2 largos arcos de cantaria que ligam a entrada geral da Quinta ao espaçoso jardim, parque e capela para O.. Fachada O. com 3 corpos, o S. ainda com 2 corpos reconhecíveis pela diferença de pé direito e pelo algeroz de "folha de Flandres" na divisão das águas e o central recuado, com janelas sobrepostas semelhantes às da fachada principal. Fachadas N. mais simples, com janelas com molduras de cantaria simples, a articularem-se para E. por um pequeno pátio, para onde dá a torre com 2 corpos articulados, com janelas gradeadas e ainda o complexo da "casinha de prazeres". O muro da quinta, à R. das Cruzes, é pintado a vermelho com barra branca, recortando-se ao centro a capela, com portal de volta perfeita encimado por lintel de balanço e janelão e terminando em empena com cruz. Portão de acesso de serviços à quinta com portal de arco de volta perfeita em cantaria vermelha de Cabo Girão e portadas almofadadas de madeira pintadas a verde escuro, residência de canto S. / O. com 2 pisos e cobertura de 4 águas e beiral duplo. Muro ao longo da R. São João de Deus cego e muro à Cç. do Pico com importante portão de barras de ferro lanceoladas, articulado. Canto N. / E. ocupado por antiga "casinha de prazeres", com 2 corpos com coberturas de 4 águas, articulados por lanços de escadas. Largo parque ajardinado com pormenores arquitectónicos e lajes epigrafadas dispersos, lagos e orquidário a N. e acessos com empedrados em calhau rolado.

Acessos

Funchal (São Pedro), Largo das Cruzes; Rua das Cruzes; Rua São João de Deus; Calçada do Pico

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 36 383, DG, 1.ª série, n.º 147 de 28 junho 1947 *1

Enquadramento

Urbano, murado, ao gosto da chamada "quinta madeirense", com um conjunto de edificações de que faz parte a residência senhorial ou "moradia", e um parque arqueológico ajardinado com orquidário a E., a capela, com acesso ao lg. das Cruzes, 2 "casinhas de prazer", uma das quais residência do vigilante.

Descrição Complementar

A antiga residência da quinta foi transformada em museu regional, adaptando-se o piso térreo do corpo avançado para S. a recepção e as antigas lojas a museu de artes decorativas, mobiliário dos sécs. 16 e 17, essencialmente com base na doação César Gomes (1946), com as 2 salas O. especificamente dedicadas a pratas e alguma ourivesaria, com base na doação citada e na de João Wetzeler (1960). As salas dos fundos, com entrada pelo pátio interior N. / E. foram adaptadas para os serviços do museu. A entrada faz-se pelo extremo O. do alpendre, para o piso nobre, adaptado a casa-museu, com material dos sécs. 18 e 19. A capela apresenta arte sacra, com especial destaque para o retábulo esculpido em cantaria regional, pintado e ostentando tela assinada por Bento Coelho da Silveira. Existência de um Presépio em terracota, do séc. 18. O parque possui importante acervo vegetal, com árvores centenárias e um orquidário. À frente da casa organiza-se jardim de gosto europeu, de desenho regular e pequeno lago central, a que se tem acesso por degraus; para O. e até à capela montou-se o parque arqueológico principal, com catálogo e um pequeno tanque com muros de tufo vulcânico e pequenos nichos decorativos. Toda a metade O. é ocupado pelo parque, com algumas peças arquitectónicas, como as janelas manuelinas do "hospital velho" , com lápides sepulcrais com inscrições sendo algumas brazonadas e para N. ao lado do orquidário, encontram-se ainda os restos de uma antiga fonte com paredes pintadas com "brutescos". INSCRIÇÕES: 13. (nº. inv. 2078): Tampa de sepultura, de proveniência desconhecida, que conteve inscrição em lâminas de bronze incrustada na orla, acantonada pelos símbolos dos quatro evangelistas, como atestam os vestígios dos sulcos dos contornos dos medalhões quadrilobados, e no centro uma concavidade, em forma de losango, que possuiu uma representação heráldica também cinzelada em bronze*2; 17(nº. inv. 2082): Inscrição funerária gravada em tampa de sepultura com base inferior truncada, proveniente da Capela de Nossa Senhora da Conceição, freguesia do Arco da Calheta; moldura filetada; calcário. Dimensões:92,5x66x8. Tipo de Letra: cursiva do séc. 16. Leitura modernizada: SEPULTURA DE GIL EANES PEDREIRO MESTRE DA SÉ.

Utilização Inicial

Residencial. casa

Utilização Actual

Cultural e recreativa. museu

Propriedade

Pública: regional

Afectação

Época Construção

Séc. 16 / 17 / 18 / 19 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

ENGENHEIRO CIVIL: João Appleton (2008-2009). ENGENHEIRO ELETROTÉCNICO: Vítor Vajão (2008-2009).

Cronologia

1421 / 1425 - data provável da instalação de João Gonçalves Zarco e família nos arrifes de Santa Catarina; 1454, 25 Maio - escritura pública do 1º capitão donatário em que faz doação dos terrenos junto da capela de São Paulo, para edificação do primeiro hospital do Funchal; 1469, cerca - instalação de João Gonçalves Zarco na área das Cruzes, o qual procede à ampliação de uma casa modesta ; 1501 - codicilo do testamento do 2º capitão João Gonçalves da Câmara, determinando que "Pedro Gonçalves da Câmara haja as casas em que eu moro com todo o seu assentamento"; 1556, Outubro - ataque dos corsários franceses ao Funchal entrando pela ponte de S. Paulo; 1567 - planta com a localização das "casas de Luís de Noronha"; 1575, 16 Setembro - venda das casas das Cruzes por Pedro Gonçalves da Câmara, casado com D. Joana d' Eça, a Francisco Gonçalves da Câmara; 22 Setembro - tomada de posse das "casa das Cruzes"; 1589 - citação nas "Saudades" da residência de Francisco Gonçalves da Câmara, como "uns paços mui grandes e sumptuosos"; 1584, 25 Novembro - casamento de Joana de Noronha, herdeira de Francisco Gonçalves da Câmara, com Pedro Ribeiro Esmeraldo, filho de António de Carvalhal, "o das forças" e Ana Esmeraldo; 1613 - falecimento de Joana de Noronha passando a propriedade a seu filho João Gonçalves da Câmara; 1624 - morte de João Gonçalves sem descendência e passagem das casas a seu irmão António do Carvalhal Esmeraldo; 1648 - morte de António de Carvalhal Esmeraldo, tendo anteriormente vendido as casas das Cruzes a um sobrinho, o morgado António Correia Henriques Lomelino, herdeiro dos vínculos dos Lomelinos, que ali passa a viver; o mesmo procede a alguns melhoramentos e manda construir a arcaria em pedra vermelha da Região adossada à fachada; 1692 - data do pórtico da capela da Piedade, mandada construir pelo morgado António Correia Henriques Lomelino; 1695 - data de instituição da capela da Piedade; 1700, cerca - encomenda do retábulo da Capela a Bento Coelho da Silveira; 1718, 21 Novembro - casamento de António Correia Henriques Lomelino com D. Guiomar Jacinta de Moura Acciauoli; 1745 - data do casamento de Ana Guiomar Acciaiuoli Lomelino, conhecida como a morgada das Cruzes, e Nuno de Freitas da Silva, sétimo administrador do vínculo dos Freitas da Madalena do Mar; a ele se devem provavelmente alguns melhoramentos nas casas após o terramoto de 1748; 1834, 30 Maio - lei de extinção das ordens religiosas e posterior incorporação dos seus bens no Estado; 1836 - Nuno de Freitas Lomelino (1813-1880), último padroeiro do convento da Piedade e morgado das Cruzes, requer os bens do antigo convento; 1844 - sentença favorável da Relação de Lisboa a favor de Nuno de Freitas Lomelino; 1852, 13 Julho - posse das ruínas do convento pelo antigo padroeiro, transferindo algum desse património para as Cruzes; 1863 - venda da Quinta das Cruzes pelos filhos a Tristão Vaz Teixeira de Bettencourt e Câmara, Barão do Jardim do Mar, por 38 contos de réis; 1865 - estadia de Tomás da Anunciação na Madeira, cujos quadros integram hoje a colecção das Cruzes; 1916 - transformação da casa em Casa de Bordados da A. J. Froes & Cª Suc.; 1927 - 1929, entre - aqui funcionou um hotel denominado Quinta das Cruzes Hotel, onde eram afamados os chás dançantes; 1929 - adaptação do imóvel a sede da Banda Municipal do Funchal, onde era comum a organização de sessões de cinema ao ar livre; duranet a segunda guerra mundial serviu de residência a refugiados vindos de Gibraltar; 1940, 26 setembro - inventariação da "janela da Casa do Colombo ..., obra manuelina recolhida quando a Câmara Municipal mandou demolir a propriedade do flamengo João esmeraldo, onde se diz ter habitado Colombo", existente no jardim, pelo Decreto nº 30 762, publicado no DG, 1.ª série, n.º 225; 1945 - instalação de fábrica de bordados, da firma de Fortunato Miguéis; 1946 - doação de César Filipe Gomes da sua coleção a fim de ser criado o Museu da Quinta das Cruzes; 1948 - aquisição da quinta das Cruzes pelo Estado para criação do museu; 1950 - início da intervenção geral para instalação do museu; 18 Fevereiro - colocação da lápide comemorativa do centenário da banda "Artistas Funchalenses"; 1951 - doação de mobiliário pela escritora Luísa Grande; 1952 - aquisição de um par de contadores de gosto "indo-português" da família real inglesa no leilão da Harewood House de Jorge VI, em Londres; 1953, 28 Maio - inauguração oficial do "Museu César Gomes" na Quinta das Cruzes; 1956 - doação de mobiliário inglês por Mrs. Beswick e constituição do "parque arqueológico"; 1961 - campanha arqueológica dirigida pelo Dr. António Aragão nos antigos terrenos do convento da Piedade, então em obras para abertura do aeroporto de Santa Catarina e transferência dos achados para o museu; 1964 - doação dos quadros de Tomás da Anunciação por Francisco da Costa; 1964 / 1966 - doação do espólio de pratas de João Wetzeler; 1967 - implantação das janelas do "Hospital Velho", propriedade da família Ornelas; 1975 - montagem do portão de ferro articulado; 1984, 6 Julho - inauguração das "salas das pratas", projecto efectuado com a colaboração da Fundação Calouste Gulbenkian; 1988 - aquisição de mobiliário "madeirense" para o acervo do museu; 1997 - estudo da colecção de camafeus romanos (doação César Gomes, 1946); 2008, 30 junho - encerramento ao público do museu para realização de obras de restauro; 2009, 14 Julho - reabertura do museu ao público.

Dados Técnicos

Paredes autoportantes e estrutura mista.

Materiais

Cantaria mole e rígida regional aparente, alvenaria de cantaria regional rebocada, mármore, madeira (carvalho e outras), amarrações mistas de tirantes de madeira e de ferro, "folha de Flandres", talha dourada e pintada, pintura sobre madeira e tela, vidro, prataria e ourivesaria, e telha de meio canudo.

Bibliografia

LEITE, Jerónimo Dias, Descobrimento da Ilha da Madeira..., Coimbra, 1947; FRUTUOSO, Gaspar, Saudades da Terra, Livro II, anotado por Álvaro Rodrigues de Azevedo, Funchal, 1873; TOMÁS, Manuel, Insulana, Anvers, 1632; NORONHA, Henrique Henriques de, Genealogia... Ilha da Madeira, ano de 1700, São Paulo, Brasil, 1948; idem, Memórias Seculares e Eclesiásticas...1722, Funchal, 1997; CORDEIRO, padre António, História Insulana..., Lisboa, 1717, Ponta Delgada, 1981; SILVA, Padre Fernando Augusto da, Moradias de Zarco, V Centenário do Descobrimento da Madeira, Dez. 1922 e Das Artes e da História da Madeira, nº 34, 1964, pp. 29 e 30; idem, Elucidário Madeirense, 3 vols., Funchal, 1945; HENRIQUES, João Maria, Alguns móveis Estilo Chippendale do Museu da Quinta das Cruzes, e Uma valiosa colecção de cadeiras dos fins do séc. XVIII, DADHM, vol. 1, nºs 5 e 7, Funchal, Jan. - Fev. e Jul. - Ago. 1951, pp. 22 e 23; Catálogo da Exposição de Porcelana da Companhia das Indias - Museu da Quinta das Cruzes, Funchal, 1960; ARAGÃO, António, O Museu da Quinta das Cruzes, Funchal, 1970; CARITA, Rui, A Planta de Mateus Fernandes, Coimbra, 1982; SOUSA, Amândio e CARITA, Rui, Casa-Museu César Gomes, Museu da Quinta das Cruzes, Visita Guiada nº 2, Funchal, Abr. 1983; SOUSA, Amândio, Quinta das Cruzes, Museu, Roteiro de Ourivesaria, Funchal, Jul. 1984; SILVA, J. Rodrigues da, Palácio das Cruzes, a imagem que fica na retina, Revista do Diário de Notícias, Lisboa, 22 Jul. 1884; SOUSA, João José de, A Freguesia de São Pedro do Funchal, Diário de Notícias, 2 Fev., 2 Mar. e 6 Abr. 1986; idem, As propriedades de Zarco no Funchal, Islenha, nº 3, Funchal, 1988, pp. 35 a 45; NÓBREGA, Tolentino, Viagem aos museus da nossa terra (3), A Quinta das Cruzes não tem estruturas museológicas, Diário de Notícias, Funchal, 31 Mai. 1987; CAMERON, Hugh Keith, "Pedras Sepulcrais Laminadas Flamengas do Século XVI na Madeira", Islenha, Temas Culturais das Sociedades Insulares Atlânticas, Funchal, DRAC, 1989, pp. 120-127; CARITA, Rui, História da Madeira, 1º e 2º vols., Funchal, 1989 e 1991; idem, As capelas da freguesia de São Pedro no século XVIII, Diário de Notícias, Funchal, 5 Jan. 1992; «Obras de Beneficiação do Museu», Museu Quinta das Cruzes. Botelim n.º 6. Funchal: Museu Quinta das Cruzes, 2010, pp. 2-3; PAIS, Teresa e SOUSA, Amândio, Quinta das Cruzes, Museu, Catálogo, Funchal s.d., (1995); GUERRA, Jorge, O convento de Nª. Sª. da Piedade de Santa Cruz. Subsídios para a sua história, Islenha nº 20, Jan. - Jun. 1997, pp. 125 a 156; PAIS, Alexandre Manuel Nobre da Silva, Presépios Portugueses Monumentais do século XVIII em Terracota [ dissertação de Mestrado na Universidade Nova de Lisboa ], Lisboa, 1998.

Documentação Gráfica

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (planta do Funchal de Mateus Fernandes, 1567); mapoteca do IGC (planta do Funchal de Reinaldo Oudinot, 1804), Lisboa; GR / Equipamento Social, CMF e DRAC, Funchal; IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Fotográfica

Museu Vicentes Photographos, antiga Junta Geral e DRAC, Funchal; IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

BNLisboa, Resíduos e Capelas da Madeira, ARM, CMF, Espólio Lomelino e Juízo dos Resíduos e Capelas, Funchal

Intervenção Realizada

JG do Funchal: 1950 - recuperação geral para instalação da colecção César Gomes; Secretaria Regional de Educação e Cultura / Direção Regional dos Assuntos Culturais: 2008, julho - início das obras no museu, com prévia desmontagem de todas as salas de exposição permanente e das reservas, bem como o acondicionamento e isolamento de todo o espólio museológico; trabalhos de manutenção, de restauro e de requalificação de toda a área ajardinada e edificada da quinta, incluindo o edifício principal, a capela, a portaria / loja, anexos e serviços técnico-administrativos; manutenção das estruturas edificadas, abrangendo a desinfestação de todos os espaços, revisão e consolidação das coberturas, reforço estrutural dos pavimentos de madeira do 1º piso, pintura e caiação geral, remodelação e ampliação das instalações sanitárias, renovação da portaria e loja; criação de acessos a pessoas com mobilidade reduzida aos dois pisos do imóvel e ao jardim; remodelação da iluminação das salas do andar nobre; no exterior as obras incidiram na recuperação dos rebocos, muros e calçadas, introdução de sistema de rega automática na área ajardinada e recuperação das fontes, com introdução de bombas de recuperação de água, iluminação integral dos jardins, com destaque para o Parque Arqueológico e para as principais espécies naturais; o projeto de iluminação é da autoria do engenheiro Vítor Vajão e o do reforço estrutural dos pavimentos de madeira do engenheiro João Appleton.

Observações

*1 - DOF... Compõe-se de casa nobre, duas casas de prazer, capela, jardins e passeios e ocupa uma área de cerca de 9000m2. *2 Teve composição , decoração e programa iconográfico idêntico aos da tampa sepulcral de João de Freitas, existente na Igreja de Santa Cruz do Funchal (v. PT062209050002), e da tampa sepulcral de João Rodrigues patente na Sé do Funchal (v. PT062203100001).

Autor e Data

Rui Carita 1998 / Filipa Avellar 2003

Actualização

 
 
 
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