Palácio do Conde de Vimioso

IPA.00004024
Portugal, Lisboa, Lisboa, Lumiar
 
Arquitectura residencial, maneirista. Edifício caracterizando-se por linhas sóbrias, frontarias horizontais, fileiras de janelas rectangulares e cornija suportando beiral saliente.
Número IPA Antigo: PT031106090076
 
Registo visualizado 1563 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Residencial senhorial  Casa nobre  Casa nobre  Tipo planta retangular

Descrição

Planta quadrada, massa simples de acentuada horizontalidade, composto por cave e 2 pisos, cobertura a várias águas em telha. Cunhais em cantaria. Fachada E., porta inscrita em arco abatido com aduela e na fachada O. outra porta, maior, coroada por entablamento. Fenestração regular percorre todas as fachadas, disposta simétricamente, na mesma prumada, e emoldurada em cantaria simples. Assim, ao nível da cave, pequenas janelas de avental; no 1º piso, janelas de vão rectangular com cimalha e guardas de ferro; no 2º piso, janelas de peito de vão quadrangular. Os vãos são preenchidos por quadrícula de madeira e vidro. O edifício é coroado por cornija e beiral saliente.

Acessos

Campo Grande, n.º 398; Alameda das Linhas de Torres, n.º 1. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,759940, long.: -9,155611

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 47 508, DG, 1.ª série, n.º 20 de 24 janeiro 1967

Enquadramento

Urbano. Edifício, situado no topo Norte do Campo Grande, tornejando para a Alameda das Linhas de Torres, isolado, ladeado por muro a E. e a N., neste abrem-se 2 grandes portões de ferro. Espaço lateral e posterior ajardinados. Implantação destoante de uma torre nas traseiras que lhe reduz a escala.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Residencial: casa nobre

Utilização Actual

Residencial: edifício

Propriedade

Privada

Afectação

Época Construção

Séc. 17 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

Séc. 17 - provável construção; 2007, 14 fevereiro - proposta de definição de Zona Especial de Proteção pela DRLisboa; 19 março - parecer favorável do Conselho Consultivo do IPPAR; 2008, 28 janeiro - Despacho de homologação da Zona Especial de Proteção pela Ministra da Cultura.

Dados Técnicos

Paredes autoportantes.

Materiais

Alvenaria, cantaria, madeira, ferro, vidro, telha.

Bibliografia

Guia de Portugal, Vol.I, Lisboa, 1983; BASTOS, Margarida Almeida e ALMEIDA, Rita Fragoso, “Um “sítio muy vistoso”. Notas para uma história do Campo Grande”, in As três Vidas do Palácio Pimenta, Museu de Lisboa, 2024, pp.14-15 (a consultar).

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: SIPA, DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

As janelas que se rasgam ao nível da cave, embora se enquadre na tipologia maneirista, foram recentemente abertas, possívelmente na década de 60 / 70, como o podem confirmar fotografias da altura. Há notícia de que o palácio tinha uma ampla cerca, tendo sido esta, teatro das mais famosas touradas do seu tempo. Não foi permitida a entrada ao interior do edifício.

Autor e Data

João Silva 1992

Actualização

 
 
 
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