Pelourinho de Azaruja

IPA.00003828
Portugal, Évora, Évora, São Bento do Mato
 
Arquitectura político-administrativa e judicial, setecentista. Pelourinho de pinha cónica, com base de dois degraus octogonais, encimado por alta base prismática, coluna hexagonal e capitel simples, com ampla gola, de onde evoluem os ferros de sujeição, com pequeno remate em pinha cónica. Pelourinho bastante evoluído, sendo o único que, no Alentejo, se encontra associado ao poder senhorial e a um couto, o de Bruceiras. Possui interessante capitel em gola, com ferros de sujeição ornados por volutas e rematados em animais estilizados. Possui alta base prismática.
Número IPA Antigo: PT040705060049
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de mármore de Estremoz, composta por base octogonal de dois degraus, o inferior parcialmente enterrado no terreno, onde assenta uma alta base e a coluna, ambos formando prismas hexagonais, a segunda com dois metros de altura, rematado por capitel simples e gola anelar com ferros de sujeição em ferro forjado ornados por volutas, a denunciar adição tardia. Remate em pináculo cónico, com pequeno botão no topo, de onde evoui uma grimpa e bandeira em ferro a rematar o monumento.

Acessos

Praça Morgado Torres

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23.122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 de outubro 1933

Enquadramento

Urbano, em cota estável da planície plena, isolado no centro da praça pública, harmonizado com o ambiente

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 18 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 17 - pertence ao Couto das Bruceiras, pertencente aos Lobo Saldanha; 1691, 10 Novembro - concessão do título de Condes das Galveias a Dinis de Melo e Castro, por d. Pedro II; séc. 18 - provável construção do pelourinho; séc. 19 - provável execução dos ferros de sujeição; séc. 20, 2.ª metade - arranjo da zona envolvente com a criação de um pequeno jardim.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de mármore branco de Estremoz; grimpa e ferros de sujeição em ferro forjado.

Bibliografia

ESPANCA, Túlio, Património Artístico do Concelho de Évora, Évora, 1957; ESPANCA, Túlio, Distrito de Évora, Concelho de Évora, in Inventário Artístico de Portugal, VI, SNBA, Lisboa, 1966; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID

Intervenção Realizada

Séc. 20, 2.ª metade - recuperação da zona da base e da estrutura do pelourinho.

Observações

Autor e Data

Manuel Branco 1993

Actualização

 
 
 
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