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Edifício e estrutura Estrutura Judicial Pelourinho Jurisdição régia Tipo pinha
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Descrição
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| Existem dois fragmentos do antigo pelourinho, um com a esfera armilar esculpida enquanto que o outro mostra as armas de Portugal. O fragmento da esfera armilar parece pertencer ao fuste enquanto que o outro pertence ao remate. |
Acessos
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| Na sede concelhia. WGS84 (graus decimais) lat.: 41.175347; long.: -7.052119 |
Protecção
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| Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933 |
Enquadramento
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| Em depósito na Câmara Municipal onde se encontra também o chamado Chafariz Filipino. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Judicial: pelourinho |
Utilização Actual
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| Cultural e recreativa: marco histórico-cultural |
Propriedade
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| Pública: municipal |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Séc. 16 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Manuel Cavaleiro. |
Cronologia
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| 1285 - D. Dinis concede foral a Torre de Moncorvo; 1512, 04 Maio - o pelourinho surgiu possivelmente na sequência do foral dado por D. Manuel I; 1704 - reconstrução com mudança de implantação "por acharem que o pelourinho que está na praça desta villa junto às grades da cadeia, está em mau sítio e sem feitio"; no auto de arrematação da mudança de local, o novo espaço descrito situa-se junto à câmara, encostado a um paredão; segundo a descrição e desenho do auto, a base teria seis degraus de aspecto rectangular; o fuste seria estriado, como uma coluna jónica, era encimado por cruz de braços iguais de provável feição zoomórfica; o remate teria (tem) as armas de Portugal e talvez a esfera armilar; obra executada por Manuel Cavaleiro, que ganhou concurso público, por 40$000; 1758, 13 Março - segundo o Manuel António de Vasconcelos nas Memórias Paroquiais, a freguesia era do rei, tinha provedor, corregedor, juiz de fora e câmara do 3 vereadores e procurador, tudo nomeado pelo rei; tinha 399 fogos e 1174 pessoas e 87 menores; séc. 20, década 30 - o pelourinho já é referido como sendo um fragmento no inventário da Academia Nacional de Belas-Artes elaborado na década de 30 (Nuno Cardoso, Pelourinhos Demolidos, 1935, p. 5 e Pelourinhos, 1935, p. 7) *1. |
Dados Técnicos
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| Fragmentos. |
Materiais
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| Fragmentos em cantaria de granito |
Bibliografia
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| ANDRADE, António Júlio, Torre de Moncorvo - Notas Toponímicas, Torre de Moncorvo, 1991; CAPELA, José Viriato, BORRALHEIRO, Rogério, MATOS, Henrique, As Freguesias do Distrito de Bragança nas Memórias Paroquiais de 1758. Memórias, História e Património, Braga, 2007; CARDOSO, Nuno Catarino, Pelourinhos Demolidos, Lisboa, 1935; Livro da Receita e da Despesa da Câmara de Torre de Moncorvo de 1704; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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| *1 - este pelourinho parece ter como objectivo final a exposição em núcleo museológico. |
Autor e Data
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| Ernesto Jana 1993 |
Actualização
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