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Edifício e estrutura Edifício Transportes Apeadeiro / Estação Estação ferroviária
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Descrição
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| Conjunto composto por edifício de passageiros (EP) e cais coberto, apresentando ainda outros vestígios complementares, como o cais alteado para cargas/descargas, um gabarito de carga e a plataforma de embarque. O EDIFÍCIO DE PASSAGEIROS tem planta retangular, com coberturas em telhados de duas águas, rematadas em beirada simples, sobreposta a sudeste por chaminé. Fachadas de um piso, rebocadas e pintadas de branco, com soco e remate, em cornija, de cantaria, sendo rasgadas por vãos de verga abatida e moldura retilínea e a fazer ligeiro recorte na parte superior, e caixilharia formando bandeira. A fachada principal, virada a noroeste, e a posterior são semelhantes, sendo rasgadas por dois portais e janela de peitoril central. As fachadas laterais terminam em empena, existindo na lateral direita toponímia em relevo, que surge igualmente na fachada posterior, virada à linha. No INTERIOR o espaço está dividido entre áreas de serviço e sala de espera e ainda a habitação do chefe de estação. |
Acessos
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| Nogueira, EN 15; A4; Linha do Tua - Ponto quilométrico 125,530 (PK). WGS84 (graus decimais): lat.: 41,762917, long.: -6,798057 |
Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Peri-urbano, isolado, no exterior da povoação. Da estação desfruta-se ampla vista sobre a cidade de Bragança, a serra de Montesinho e a cordilheira Cantábrica. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Transportes: estação ferroviária |
Utilização Actual
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| Devoluto |
Propriedade
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| Pública: estatal |
Afectação
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| Infraestruturas de Portugal (conforme do artigo 6º, nº 2 e 5, e artigo 11º, n.º 1, ambos do DL 91/2015, e com a regras definidas pelo regime jurídico do Domínio Público Ferroviário que constam do DL 276/2003) |
Época Construção
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| Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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Cronologia
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| 1906, 31 dezembro - inauguração do troço da linha do Tua entre Rossas e Bragança, na sequência da qual se deve ter construído o edifício, que servia as povoações de Mosca e de Nogueira; 1992, 15 outubro - encerramento. |
Dados Técnicos
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| Sistema estrutural de paredes autónomas. |
Materiais
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Bibliografia
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| «O que se fez em Caminhos de Ferro no ano de 1939». In Gazeta dos Caminhos de Ferro. 1 janeiro 1940, ano n.º 52, p. 39; «Troços de linhas férreas portuguesas abertas à exploração desde 1856, e a sua extensão». In Gazeta dos Caminhos de Ferro. 16 outubro 1956, n.º 69, p. 529. |
Documentação Gráfica
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| Arquivo Técnico da IP-Infraestruturas de Portugal (solicitação através do site www.infraestruturasdeportugal.pt) |
Documentação Fotográfica
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| DGPC: SIPA; Arquivo Técnico da IP-Infraestruturas de Portugal (solicitação através do site www.infraestruturasdeportugal.pt) |
Documentação Administrativa
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| Arquivo Técnico da IP-Infraestruturas de Portugal (solicitação através do site www.infraestruturasdeportugal.pt); Câmara Municipal de Lisboa: Hemeroteca Digital |
Intervenção Realizada
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| Companhia Nacional de Caminhos de Ferro: 1939 - obras de rstauro, com substituição do soalho numa das divisões, reparação do telhado do edifício da estação e do cais coberto e colocação de vidros. |
Observações
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| EM ESTUDO |
Autor e Data
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| Armando Oliveira 2018 (no âmbito do Protocolo de colaboração DGPC / Infraestruturas de Portugal) |
Actualização
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