Igreja Paroquial de Joane / Igreja do Divino Salvador
| IPA.00000332 |
| Portugal, Braga, Vila Nova de Famalicão, Joane |
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| Arquitectura religiosa românica, maneirista e barroca. A igreja primitiva românica possuía alpendre, nave única e capela-mor, tendo sido posteriormente no séc. 17 acrescentada uma outra nave da Confraria do Senhor ou do Santíssimo Sacramento, tornando-se uma igreja de duas naves, separadas por arcada plena. Teria sido durante esta profunda remodelação que se modificaram os vãos, o coro-alto, prolongando-se e colocando balaustrada de bolacha, foram colocados azulejos de padrão e foi executado o retábulo do Santíssimo Sacramento. Ao longo do séc. 18 ter-se-iam feito novas alterações decorativas, nomeadamente ao nível dos retábulos, colocando-se o retábulo-mor, de estilo barroco nacional, e ao nível do baptistério, com painéis figurativos rococós. No final deste século foi ainda acrescentado o corpo da torre sineira. As alterações da igreja românica levou a que fosse acrescentada uma nova nave com capela paralela à capela-mor, para uma confraria, levando a uma situação insólita de igreja com duas naves, dois portais axiais, dois coros e duas capelas de topo, sendo apenas a original considerada a capela-mor. A capela-mor possuía na parede testeira pintura mural quinhentista, oculta pelo retábulo do séc. 18. |
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| Número IPA Antigo: PT010312190012 |
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| Registo visualizado 2306 vezes desde 27 Julho de 2011 |
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Edifício e estrutura Edifício Religioso Templo Igreja paroquial
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Descrição
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| Demolido *2. Apenas resta a torre sineira. |
Acessos
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Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Urbano, isolado, situava-se no local onde hoje de implanta a nova igreja paroquial de Joane. Na proximidade encontra-se o Cruzeiro de Joane (v. PT010312090029). |
Descrição Complementar
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| A igreja possuía várias inscrições medievais, actualmente dispersas ou desaparecidas *3. |
Utilização Inicial
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| Religiosa: igreja paroquial |
Utilização Actual
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| Demolido |
Propriedade
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Afectação
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Época Construção
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| Séc. 13 / 16 / 17 / 18 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Desconhecido. |
Cronologia
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| 1059 - O Inventário das Herdades e Igrejas doadas ao Mosteiro de Guimarães ou Livro de Mumadona menciona provavelmente a igreja como "e na raiz do Castelo de Vermoim, toda a vila de Froilão, pelos seus limites antigos, juntamente com a igreja de São Salvador e Santa Maria"; 1065 - Documento de doação de Telo Gonçalves à Igreja de São Salvador; é referida como basílica no sopé do Castelo de Vermoim, junto do rio Pele, em honra dos santos São Salvador, Santa Maria sempre Virgem, Santos Apóstolos Pedro e Paulo; 1220 - referência nas Inquirições a Joani ou Johani, sendo abade Pedro Martins, tendo a igreja várias searas e seis casais; 1272 - data da inscrição que estava gravada em lintel, aludindo a obras realizadas pelo abade Eanes; 1273 - data existente no tímpano que servia de lintel à porta travessa S. aludindo provavelmente à sagração da igreja; 1276 - doação feita por D. Afonso III a Pedro Gonçalves de um reguengo situado na paróquia de São Salvador de Joane, junto do castelo; 1320 - o Catálogo de Todas as Igrejas refere-se à igreja como de São Salvador de Joanim; 1595, Abril - Tombo das Terras e assento da Igreja e Comenda de Joane; é reitor e vigário da igreja e Comenda o padre António Luís; referência no documento à residência do reitor, "separada da igreja por um pátio, localizando-se no local uma capela em honra de Santa Maria Madalena, pegada à igreja"; fica por detrás da igreja a adega e celeiro, bem como cubas e tulhas, pertença do Comendador; a casa do caseiro fica no adro da igreja e é conhecida como Casa da Igreja ou Quinta do Assento; séc. 17 - a igreja tinha já duas naves, sendo a N. da paróquia ou dos fregueses, e a S. da Confraria do Senhor, esta rematava na Capela do Santíssimo ou do Senhor e aquela no altar-mor, a que presidia o Titular, que era o Divino Salvador; o tecto da capela-mor era em painéis pintados e no altar-mor estavam expostas as imagens do Salvador, São Rafael Arcanjo e Nossa Senhora das Neves; a capela do Santíssimo possuía tribuna, sacrário, retábulo de talha, om seis colunas e varandas, onde se acomodavam quarenta luzes quando nela se expõe o Senhor na Semana Santa; o forro da capela é aparelhado com quinze quadros com passos dos mistérios dos Sacramentos e molduras em talha dourada; 1614 - são reformados e aprovados os estatutos da Confraria do Santíssimo Sacramento, por provisão do Dr. Aleixo de Morais, governador, provisor e vigário geral do Arcebispado de Braga; 1629 - na visitação menciona-se a carência de pintura nos painéis do retábulo; 1640 - na visitação há referência ao altar de São Sebastião; 1646 - havia necessidade em mandar consertar o "cabido"; 1648 - o Visitador manda fechar o adro com porta e cancela para que não "haja serventia de carro por ele nem possam entrar nele animais imundos"; 1649 - execução do lavabo; 1659 - referência na visitação ao altar de Nossa Senhora e Santo António; 1663 - a paróquia é mencionada, na visitação, como muito pobre e com grande devoção no retábulo de Santo António e São Sebastião; 1663 - na visitação menciona-se a necessidade de pintar no altar-mor os Evangelistas e os Doutores da Igreja; 1670 - referência na visitação ao retábulo da Confraria de Deus; 1671 - revestimento com azulejos da capela-mor; 1677 - referência na visitação a que se iam pintar os quatro painéis do forro da sacristia; 1681 - o Visitador recomenda que se faça obras no adro, para não entrar animais; 1682 - pintura e ladrilhamento do pavimento da Capela do Senhor; 1684 - são aprovados os estatutos da Confraria de Nossa Senhora do Rosário; 1693 - a residência paroquial estava muito arruinada, tendo havido já caído parte; 1698 - os arcos da nave eram pertença da Confraria do Senhor e os fregueses tinham encostado a dois dos arcos o altar do Nome de Deus; havia um devoto que queria mandar dourar o retábulo, sendo para isso preciso transferir o mesmo para o corpo da igreja dos fregueses; 1710 - o Visitador manda resolver a situação da localização do altar do Nome de Deus, mandado que se coloque num arco, na parede do lado N.; também se ordena que se façam escadas no interior da mesma parede para o coro-alto e púltpito; 1704 - é feito o inventário dos bens da fábrica da igreja; 1720 - reforma da capela-mor; 1732 - é soalhado e forrado a sacristia; 1735 - necessidade em se dourar um acréscimo do retábulo; o Visitador manda assentar os painéis que ficaram da sacristia velha; 1738 - o visitador manda soalhar em madeira de castanho corredor que liga a igreja à sacristia; 1758, 22 Maio - nas Memórias Paroquiais o reitor Matias de Sousa Meneses responde que a igreja "tem duas naves, uma é a que tem a capela-mor, onde está a imagem do Salvador, e a outra do Santíssimo Sacramento e tem a sua capela" também se denomina esta igreja o Mosteiro de Joane. Vulgarmente se diz que fora dos Templários. É reitoria e comenda e comendador dela o Exmo. Conde de São Lourenço" *4; 1760 - são mandadas encarnar as imagens de São Miguel e Nossa Senhora das Neves; 1765 - o Visitador manda os fregueses porem portas no adro, atrás da capela-mor, para que não entrem os animais; 1780 / 1782 - construção da torre sineira; 1782 - o Visitador lembra a necessidade de alargar o óculo da fachada principal para dar mais luz à igreja; 1784 - o Visitador manda abrir uma fresta na Capela do Santíssimo, para ficar igual à da outra nave; 1785 - são aprovados os estatutos da Confraria de Santo António; 1788 - o Visitador manda acertar e nivelar as tampas das sepulturas; 1799 - o visitador manda que se limpem os azulejos e reparar as alfaias em mau estado; 1804 - por motivos de segurança é ordenado que se façam novas portas para a igreja e as grades do coro; 1805, 10 Junho - na visitação refere-se as "casas novas da residência" paroquial; 1874 - referência a uma porta contígua às duas da igreja por onde se acedia a um pátio pertencente à Quinta do Assento, e que seria passal dos Templários que ligava a igreja ao antigo mosteiro (LEAL, 1874, P. 410); 1955 - inicia-se a construção de uma nova igreja, de grandes dimensões, junto à antiga; a nova igreja iria ocupar parte do terreno onde estava a antiga, sendo para isso necessária a sua demolição; 1965 - os azulejos começam a ser recolhidos pela Comissão Fabriqueira, sendo o trabalho executado pela firma Domingos Enes Baganha; inicia-se a desmontagem dos retábulos e a remoção de mobiliário e imaginária; ao desmantelar-se o retábulo-mor são descobertas pinturas murais quinhentistas na parede testeira; 1967 - a igreja deixa de ter culto, acelerando-se o processo degradação do imóvel; o culto passa a ser feito na nova igreja, ainda em construção; 1973, 10 Julho - fica acordado que o arquitecto responsável pelo projecto da nova igreja deverá ter em conta o enquadramento do edifício na obra, a fim de evitar a sua demolição; 1974, Fevereiro - Despacho de classificação como Imóvel de Interesse Público das pinturas a fresco da Igreja de Joane; 1977, Novembro - a Assembleia de Freguesia aprova a demolição da velha igreja, que estava a ocupar parte do terreno necessário para a construção da nova; 1978, 11 Março - apesar do Despacho de 1974 para classificação como Imóvel de Interesse Público das pinturas murais, a igreja é demolida de modo a deixar livre o terreno para ser acabada a nova igreja; Maio - após deslocação ao local de técnicos com vista à recolha dos elementos com pintura mural, verificou-se que já só existia uma pedra com pintura a fresco. |
Dados Técnicos
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Materiais
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Bibliografia
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| PINHO LEAL, Augusto Soares de Azevedo Barbosa de, Portugal Antigo e Moderno, Dicionário Geográfico, Estatístico, Corográfico, Heráldico, Arqueológico, Histórico, Biográfico, Etimológico de todas as cidades, vilas e freguesias de Portugal e grande número de aldeias, Vol. III, Lisboa, 1874, p. 410; SALGADO, Padre Benjamim, A Igreja do Divino Salvador de Joane, Apontamentos para a sua história, Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Famalicão, 1978; BARROCA, Mário Jorge, Epigrafia Medieval Portuguesa (862-1422), FCG, 2000, vol. II, tomo 1, Tomo 2. |
Documentação Gráfica
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| IHRU: DGEMN: DREMN / DM |
Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN: DREMN |
Documentação Administrativa
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| IHRU: DGEMN: DSID |
Intervenção Realizada
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| CMVNF: 1975 - Arranjo do telhado. |
Observações
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| *1 - DOF: Pinturas a fresco da Igreja de Joane; *2 - a igreja possuía a seguinte DESCRIÇÃO: Planta rectangular, com duas naves, capela-mor adossada do lado do Evangelho e Capela do Santíssimo Sacramento paralela, do lado da Epístola, e torre sineira quadrangular adossada lateralmente a S., no seguimento da fachada principal. Volumes articulados de dominante horizontal quebrada pelo verticalismo da torre sineira. Coberturas em telhado de duas águas e cúpula bolbosa na torre. Fachadas em alvenaria de granito, com caiação nas laterais e posterior. Fachada principal orientada, denotando-se no aparelho a separação das naves, a original, do lado do Evangelho, mais larga. Remate único em empena com cornija, nos extremos com estatuária de vulto e no vértice cruz latina simples. Pano da nave do lado do Evangelho com portal em arco pleno encimado por janela em arco abatido. Entre estes denota-se no aparelho a marcação de uma empena, possivelmente de um alpendre que estaria adossado. Pano da nave do lado da Epístola com portal de verga recta encimado por entablamento e janela idêntica à do lado oposto. Torre sineira de três registos separados por cornija, com cunhais apilastrados. Fachada O., possuindo no primeiro registo portal em arco abatido encimado por janela idêntica às da fachada principal. Segundo registo mais estreito com relógio, também voltado a O.. Último registo com ventanas em arco pleno, possuindo remate em cornija com pináculos sobre os cunhais. Fachada lateral N. com dois panos, o da esquerda, destacado. Remates em cornija sobre cachorrada. Vãos de verga recta, abertos irregularmente, com três portas, uma no pano da nave e restantes no outro pano, tendo uma das portas o acesso por escada. Fachada lateral oposta rasgada por janelas em capialço, e duas portas na nave, uma delas com tímpano gravado com cruz pátea e inscrição. Fachada posterior com duas janelas de capialço sobrepostas. INTERIOR com naves separadas por arcaria plena, cobertas por abóbadas de berço, a do Evangelho em madeira pintada, e a da Epístola em estuque com decoração floral. Pavimento em soalho. Coro-alto de madeira, separado pela parede que divide as naves, com guarda em balaustrada de bolacha. Subcoro , também separado pela mesma parede com baptistério a ladear a porta da nave do Epístola. Apresenta silhar de azulejos figurativos com cena da Natividade e do Baptismo. Paredes das naves com púlpitos confrontantes com guardas plenas de talha policroma e retábulos também em talha policroma. Arco triunfal pleno. Capela-mor com cobertura em abóbada de berço de madeira pintada. Paredes revestidas com azulejos de padrão seiscentistas. Retábulo-mor de talha policroma com planta convexa, três eixos, o central com tribuna e os laterais com peanhas para imaginária ladeados por colunas pseudosalomónicas que se prolongam em arquivoltas. Todo retábulo é envolvido por esculturas de anjos segurando drapeados. Ocultos pelo retábulo encontram-se PINTURAS MURAIS, compostas por painéis rectangulares com representação de São Tiago, a Virgem com o Menino e no centro, anjos a segurar coroa, sob nicho. A parede lateral abre-se através de grande arco para a capela paralela do Santíssimo Sacramento, também com abóbada de berço, mas em estuque, com a testeira preenchida por retábulo em talha policroma. Possui as paredes igualmente revestidas com azulejos de padrão seiscentistas e um painel figurativo com cena do Calvário; *3 - a igreja possuía as seguintes INSCRIÇÕES: Inscrição comemorativa de 30 de (?) de 1272 gravada em lintel; encontra-se na Residência Paroquial de Joane; granito; sem moldura com cruz pátea lateralmente; leitura: Era Mª CCCª Xª XXXº AN(dados) EANES ABbAS DE IO(anne) M FECIT MENS (e); Inscrição comemorativa de 1273 gravada em silhar em posição invertida; desaparecida; granito; leitura: E(ra) M CCC XI VIIII; Inscrição comemorativa de 1273 gravada em tímpano, com cruz pátea, que em 1978 servia de lintel à porta travessa, da fachada lateral S.; desaparecida; granito; leitura: Era Mª CCCª I(o)H(a)NneS P(resbiter?) IULIANUS FECIT ECC(lesie); Inscrição funeráriade João ... do séc. 13 gravada em silhar; encontra-se na Residência Paroquial de Joane; granito; leitura: OB(iit) I(o)H(ann) DO P; Inscrição funerária do abade ... de 1333 gravada em silhar; encontra-se no Museu Pio XII, em Braga, SL N.º 51; granito; leitura: Era M CCCª L XX Iª REQ(u)IESCAT S AB(b)AS DE JOANE FE(cit); *4 - nas Memórias Paroquiais de 1758 refere-se ainda "...há cinco altares que são: a capela-mor, onde está a imagem do Salvador; outro é o do Santíssimo Sacramento; e nesta nave, abaixo do arco da capela do Senhor, da banda da Epístola, está o altar de Santo António, e tem este sua irmandade, que tem quatro jubileus no decurso do ano; na outra nave, que é dos fregueses, no lado da parte do Evangelho, abaixo do arco da capela-mor, está o altar de Nossa Senhora do Rosário, que também tem irmandade e confrades da mesma Senhora e tem muitas indulgências; abaixo deste altar está outro, da mesma parte, que é o do Nome de Deus, onde também está uma grande imagem do Senhor Crucificado com o título da Agonia. As duas naves desta igreja se dividem em arcos, que tem pelo meio, entre os corpos de cada uma e das capelas que ambas têm, e dada uma das ditas naves têm o seu coro...". |
Autor e Data
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| Isabel Sereno / Paulo Amaral 1995 / Joaquim Gonçalves 2007 |
Actualização
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