Igreja da Santa Casa da Misericórdia da Pederneira

IPA.00003310
Portugal, Leiria, Nazaré, Nazaré
 
Igreja de Misericórdia de fundação quinhentista, mas de estrutura maneirista, com planta de nave e presbitério, interiormente com ampla iluminação axial e bilateral e coberturas em falsa abóbada de berço, de madeira, com hospital e casa do despacho adossado à fachada lateral direita, entretanto demolido, e corpo da sacristia posterior. Fachada principal terminada em frontão contracurvo sem retorno, com óculo no tímpano, rasgada por três eixos de vãos, o central formado por portal de verga reta, com friso e cornija, encimado por nicho reformado em 1721 e ladeado de aletas, e os laterais por portais de verga reta encimados por frontões triangulares e janelas de varandim, fechados posteriormente com pano de peito em cantaria. As fachadas laterais são rasgadas por janelas quadrangulares de modinatura recente e a posterior termina em empena, tendo adossada corpo da Confraria, com fachadas de dois pisos, a direita com varanda alpendrada. No interior possui grande uniformidade construtiva, com friso e cornija a sustentar a cobertura e a encimar todas as portas de ligação às várias dependências, decoração almofadada nos frontais do presbitério e capelas, e outros elementos decorativos. Sobre o portal possui painel de azulejos policromos, seiscentista, com representação da Virgem da Misericórdia, apresentando algumas semelhanças com o da Igreja da Misericórdia de Pernes (v. IPA.00006426); no lado do Evangelho tem púlpito de bacia retangular sobre consolas, acedido por porta, encimada por baldaquino de talha dourada barroca e com guarda plena de feitura mais recente e, no lado oposto, tribuna sobrelevada de comunicação com a sala do despacho, de ordem jónica e arquitrave assente em grupos de três colunas. No presbitério tem portas de ligação às dependências e capelas laterais, albergando retábulos de talha dourada tardo-barrocos, mas aproveitando as pilastras e colunas definidoras do eixo e os plintos superiores de uma estrutura retabular maneirista. Uma das capelas conserva atrás do retábulo pinturas murais barrocas, representando um retábulo pictórico, com colunas torsas, sobre mísulas, de capitéis coríntios e nicho de perfil curvo envolvido por acantos e cartela no topo. Na parede testeira rasgam-se portas encimadas por nichos enquadrando capela, de duas arquivoltas sobre duplas pilastras, contendo retábulo-mor joanino, em talha pintada e dourada, reformado em finais do séc. 18. Segundo Santos Simões, o padrão do silhar de azulejos policromos da sacristia é raríssimo e segundo Vítor Serrão as pinturas da igreja são medíocres, de inspiração joséfica, mas têm interesse iconográfico, dada a raridade dos temas escolhidos como elogio da caridade para decoração da Misericórdia (AAVV, p. 286).
Número IPA Antigo: PT031011020004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja de Confraria / Irmandade  Misericórdia

Descrição

Planta retangular de nave e presbitério, tendo adossado posteriormente, recuada relativamente à fachada esquerda, a sacristia e casa do despacho, quadrangular. Volumes escalonados com coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na igreja e de três no corpo adossado, rematadas em beirada simples. Fachadas rebocadas e pintadas de branco. A fachada principal surge virada a N., com soco de cantaria, cunhais apilastrados, coroados por pináculos tipo pera, e termina em entablamento e frontão contracurvo, sem retorno, coroado por cruz latina de braços quadrangulares, sobre acrotério. É rasgada por três portais de verga reta, o central sensivelmente mais alto, de moldura almofadada, sobre plintos paralelepipédicos ornados de losangos, e encimado por friso e cornija reta; sobrepuja-o nicho, em arco de volta perfeita sobre pilastras, interiormente revestido a cantaria e com abóbada concheada, ladeado por pilastras, assentes em cornija sobre duas mísulas e suportando arquitrave, e ainda por aletas; sob o nicho e entre as mísulas surge cartela inscrita com moldura de entrançado e, entre o portal e o nicho, surgem aletas. Os portais laterais, entaipados, têm moldura simples, encimada por friso e frontão triangular, sendo sobrepujadas por janelas de varandim, transformadas em janelas de peitoril por pano de peito de cantaria. Sobre o entablamento inferir do frontão do remate da fachada existe, ao centro, brasão com as armas nacionais e no tímpano abre-se óculo oval. Fachadas laterais da igreja terminadas em dupla cornija de argamassa, rasgadas por quatro janelas retilíneas e, na lateral esquerda, por porta travessa de verga reta e janela jacente, gradeada; na lateral direita surge, sensivelmente a meio, estrutura retangular avançada, assente em três mísulas, contendo amplo vitral policromo, com um dos painéis já em falta. Fachada posterior da igreja terminada em empena. A casa da confraria tem fachadas de dois pisos, com cunhais apilastrados, abrindo-se na fachada esquerda, em cada piso, janela de peitoril e retangular jacente, tendo ainda, no térreo, porta de verga reta, precedida por escada; na fachada lateral direita tem varanda alpendrada ao nível do segundo piso, acedida por escada de dois lanços, com guarda plena, capeada a cantaria, encimada por colunas toscanas, que suportam o alpendre; sob o balcão possui dois arcos, de volta perfeita, e porta de verga reta de acesso ao piso térreo. Na fachada posterior rasgam-se quatro janelas de peitoril, molduradas, as inferiores gradeadas. INTERIOR com as paredes rebocadas e pintadas de branco, pavimento em soalho de madeira e cobertura em falsa abóbada de berço abatido, de madeira, sobre friso e cornija de cantaria, que percorre toda a nave. As janelas laterais são encimadas por friso e cornija, destacados relativamente ao remate. Na parede fundeira, o portal é ladeado por duas pias de água benta, em mármore, de bacia hemisférica gomeada, e encimado por painel de azulejos policromos, representando a Virgem da Misericórdia. No lado do Evangelho surge a meio púlpito, com bacia retangular de cantaria, sobre modilhões, e guarda plena de madeira, decorada com quadrados concêntricos, acedido por porta de verga reta, com friso e cornija, sobreposta por baldaquino, em talha dourada, decorada com acantos, motivos fitomórficos e figura. No lado da Epístola, abre-se porta de verga reta, dois vãos longilíneos, de arco em asa de cesto, sobre pilastras, que comunicavam com o corpo adossado entretanto demolido, e ampla tribuna, inicialmente de comunicação com a sala do despacho, também demolida. A tribuna tem arquitrave assente em cinco ordens de três colunas e, nos topos, duas pilastras, jónicas, de mármore, assentes em plintos agrupados e sustentando arquitraves transversais ao vão, iluminado pelos vitrais policromos. Presbitério de cantaria, com frontal decorado com apainelados contendo losangos, acedido por quatro degraus, delimitado por teia de madeira, formando U. No topo da nave, abrem-se confrontantes portas de verga reta, encimadas por friso e cornija, de acesso às antigas dependências, e capelas laterais, com arco de volta perfeita, sobre pilastras, decoradas com almofadas retangulares relevadas, contendo retábulos de talha policroma e dourada, dedicados a Nossa Senhora das Dores, do lado do Evangelho, e ao Senhor da Cana Verde, do lado da Epístola. Na parede testeira abrem-se duas portas de verga reta, encimadas por friso e cornija, e nichos, em arco de volta perfeita, sobrepostos por sanefa de talha policroma e dourada, enquadrando capela. Esta tem arco de volta perfeita, sobre duplas pilastras, as interiores almofadadas e as exteriores entrançadas, assentes em plintos com losangos e entrançados, e tendo as armas de Portugal, em mármore, no fecho. A capela alberga o retábulo-mor em talha pintada a verde e dourado, de planta côncava e um eixo, definido por duas colunas salomónicas, com espira fitomórfica nos dois terços superiores, e de capitéis coríntios, e por quatro pilastras decoradas com diferentes motivos vegetalistas. A estrutura remata em fragmentos de frontão que centram espaldar curvo, rematado em cornija e com amplo resplendor e festões. Ao centro abre-se tribuna, em arco de volta perfeita, com lambrequim de borlas e drapeados a abrir em boca de cena, encimada por querubim e elementos vegetalistas, e interiormente rebocada e pintada de branco, com azulejos azuis e brancos, formando silhar, com cobertura plana. Altar paralelepipédico expositivo com imagem de Cristo Morto. A sacristia possui azulejos policromos de padrão (P-61) formando silhar e a sala da Confraria, ao nível do segundo piso, tem cobertura de apainelados de madeira, sobre friso e cornija do mesmo material.

Acessos

Pederneira; Largo da Misericórdia

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 95/78, DR, 1.ª série, n.º 210 de 12 setembro 1978 *1

Enquadramento

Urbano, adossado. Situa-se no topo do Largo da Misericórdia, rodeada a E. e S. pelo cemitério, vedado por alto muro e com portal encimado por inscrição relativa à sua ampliação em 1909. À direita da fachada principal, adossa-se também alto muro, com portal de acesso ao antigo hospital e à casa da Irmandade, em arco recortado encimado por cornija angular, sobreposta pela sineira, em arco de volta perfeita sobre pilastras, assentes em cornija, com fecho relevado, rematado por volutas e cornija curva. À fachada posterior do corpo da Irmandade, adossa-se jazigo. A O. fica a encosta da Pederneira e o seu Miradouro, de onde se desfruta de amplo panorama sobre a vila da Nazaré e o Sítio.

Descrição Complementar

Sobre o portal axial existe cartela com a data de "1721" inscrita. No interior, o portal é encimado por painel de azulejos policromos, com 20 x 16 azulejos, representando a Virgem da Misericórdia, como manto azul aberto, seguro por anjos, albergando as várias classes sociais, com as iniciais F.M.C., relativas a Frei Miguel Contreiras, possuindo alguns azulejos mal colocados. O silhar da sacristia tem 6 x 17 azulejos. Na parede fundeira, ladeando o portal, do lado da Epístola, existem duas lápides sobrepostas, com as seguintes inscrições, em letra capital quadrada: "OBOS Q. TEM ESTA S.TA CASA HUA MISA / SEMANARIA PELAS ALMAS DOS IRMÃ / OS UIUOS E DEFUNTOS E BMFEITORES / DESTA S.TA CASA . TEM MAIS UINTE E NOV / E MISSAS TODOS OS ANNOS PELAS ALL / MAS DOS DEFUNTOS Q. DEICHARA / O CEUS BENS A ESTA S.TA CASA . TEM M / AIS HUA MISA SEMANÁRIA DA CAPE / LA QUE ISTETUHIO O DEFUNTO JOSÉ GO / MES DE GÓIS P.A O Q. DEICHOU DOIS / MIL CRUSADOS A ESTA SANTA CASA / O ANNO DE 1716"; e "TEM MAIS DE OBRIGAS HUA MISA / COTIDIANA PELAS ALMAS BEND / ITAS DA CAPELA Q. INSTITUHIRAO / OS HOMENS DO MAR DESTA UILA E / SÍTIO DE NOSA SR.A DE Q. FISERAO / E DOARAO P.A CENPRE ADEMINIS / TRAÇAM A ESTA S.TA CASA DANDO / DE CADA COATRO MIL RS Q. / D.S LHE DER DE SUAS PESCARIAS / HUM TOSTÃO P.A A DITA CAPELA D / Q. FISERAO INREUOGÁUEL ESC / RITURA A ESTA S.TA CASA DE MIS.A". As capelas laterais albergam retábulos de talha dourada, de planta reta e um eixo, definido por duas pilastras ornadas de motivos vegetalistas, duas colunas avançadas, espiraladas, de terço inferior decorado com motivos fitomórficos, sobre dupla ordem de plintos paralelepipédicos almofadados, com motivos vegetalistas distintos, e de capitéis coríntios, e dois colunelos com profusa decoração vegetalista, também sobre plintos e de capitéis fitomórficos. A estrutura remata em espaldar adaptado ao perfil da capela, com duplo friso, um vegetalista e outro geométrico, enquadrando cartela e festões de frutos e flores. Ao centro abre-se nicho, em arco de volta perfeita, com boca sobreposta por flores e concheados, enquadrado por apainelado em marmoreados fingidos, com concheados, motivos vegetalistas, encimado por frontão interrompido por cartela, segura por anjos tenentes; interiormente, o nicho é pintado a marmoreados fingidos a azul, formando a apainelados, albergando imaginária. Banco com apainelado pintado a marmoreados fingidos. Altar tipo urna.

Utilização Inicial

Religiosa: igreja de confraria / irmandade

Utilização Actual

Religiosa: igreja

Propriedade

Privada: Igreja Católica

Afectação

Sem afetação

Época Construção

Séc. 17 / 18

Arquitecto / Construtor / Autor

ATELIER: Seminário Maior do Cristo Rei (1993-1994). OURIVES: António de Almeida (séc. 18). PINTOR: José da Cruz (1702); Pedro Peixoto (1737).

Cronologia

1561, 20 março - alvará de D. Catarina autoriza a anexação do hospital da Pederneira à Santa Casa da Misericórdia da Pederneira, onde se institui e implanta inicialmente a Irmandade (PAIVA, p. 297); séc. 17 - construção da igreja da Misericórdia; 1619 - 1620 - durante a crise de subsistência que afeta a Pederneira, inicia-se a realização da procissão dos Passos e Paixão de Cristo na vila, com passagem pelo Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, ganhando grande adesão; 1702 - Misericórdia ordena grandes obras de decoração da capela-mor, que recebe retábulo e nas paredes laterais duas telas, representando "O Milagre das Rosas" e "Santo António e o lava-pés", pintados pelo pintor leiriense José da Cruz, da escola obidense, por 10$000; o pintor, acompanhado por dois ajudantes, encarrega-se ainda da pintura do teto da capela-mor, por 6$670; 1716 - data da lápide inscrita relativa às obrigações dos mesários; 1721 - data inscrita na fachada principal, referente à remodelação da igreja e anexos, custeada por João de Almeida Salazar, que havia regressado do Brasil e entra na Congregação de São Filipe Nery, e sua mulher no Mosteiro da Rosa, em Lisboa; obtém breve papal para assistir aos doentes no hospital, mandado construir por ele, ao mesmo tempo que mantém o hábito (FIGUEIREDO, f. 30); 1737 - o pintor Pedro Peixoto, com a ajuda do filho, trabalha na decoração da capela-mor e do camarim; 1737 - 1756 - feitura de um cálice em prata pelo ourives António de Almeida, por 17$000; 1778, abril - Misericórdia empresta a imagem de Cristo à Confraria de Nossa Senhora da Nazaré para a realização dos Passos no Sítio, nas tardes de domingo da Quaresma; 1876, 21 outubro - decreto extingue a Misericórdia da Pederneira, passando os seus bens para a Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, que funda um hospital no Sítio da Nazaré (v. IPA.00007217), para continuar a ação de assistência da Misericórdia; 1897 - demolição das dependências da Misericórdia adossados à fachada O. da igreja; 1909 - data inscrita sobre o portal de acesso ao cemitério, relativo à sua ampliação; 1917 - assalto à Misericórdia; 1920, 05 julho - roubo do sino da Misericórdia; 1955, cerca - fotografia publicada por Gustavo de Matos Sequeira, documenta a existência de cadeiral de mesários em frente da tribuna lateral, com duas ordens de apainelados, o inferior formando losangos e o superior reticulado; 1995, 31 janeiro - enviado à Comissão Europeia o Pedido de apoio a projecto-piloto de conservação do Património Arquitetónico Europeu; empréstimo das pinturas sobre a caridade cristã da Misericórdia da Pederneira para exposição "Arte sacra nos Antigos Cotos de Alcobaça, realizada pelo IPPAR; posteriormente procede-se à substituição dos três vãos que iluminavam a tribuna por vitrais.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.

Materiais

Estrutura rebocada e pintada; soco, pilastras, frisos, cornijas, molduras dos vãos, pináculos, cruz, brasão e outros elementos em cantaria calcária; portas de madeira; vidros simples e vitrais; grades em ferro; pavimento em soalho de madeira e cantaria calcária; cobertura de madeira; pias de água benta, tribuna e base do púlpito em mármore; painel de azulejos policromos; retábulos de talha policroma e dourada; baldaquino do púlpito em talha dourada; guarda do púlpito em madeira; painéis pintados; cobertura de telha.

Bibliografia

AAVV - Arte Sacra nos antigos Coutos de Alcobaça. Lisboa: IPPAR, 1995; Confraria de Nossa Senhora da Nazaré. Boletim Informativo. agosto 2003, n.º 1; FIGUEIREDO, Frei Manuel de - BNL, Cód. 1479, 1780; PAIVA, José Pedro (Coord.) - Portugaliae Monumenta Misericordiarum. Lisboa: União das Misericórdias Portuguesas, 2002, vol. 4; PENTEADO, Pedro Manuel - Santuário da Senhora da Nazaré. Apontamentos para uma cronologia (de 1750 aos nossos dias). Lisboa: Edições Colibri; Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, 2002; SEQUEIRA, Gustavo de Matos - Inventário artístico de Portugal. Lisboa: 1955, vol. V; MARQUES, Maria Zulmira Albuquerque Furtado - Por terras dos antigos Coutos de Alcobaça. História, Arte e Tradição. Alcobaça: Tipografia Alcobacense, 1994; SIMÕES, J. M. dos Santos - Azulejaria em Portugal no século XVII. 2.ª ed.. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1997, tomo 1; Igreja da Misericórdia (http://www.cnsn.pt/portal/index.php?id=1178&layout=detail), [consultado em 13-05-2014].

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGPC: DGEMN:DSID, DGEMN:DRML, SIPA

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

1702 - conserto das bandeiras da Misericórdia pelo pintor José da Cruz, por 3$620 e outras tarefas; 1993 / 1994 - restauro das pinturas "Milagre das Rosas" e "Lava Pés de Santo António", no atelier do Seminário Maior do Cristo Rei, dos Olivais; 1990, década - conservação e beneficiação de paramentos rebocados no interior e exterior; recuperação e reparação de tetos em madeira; beneficiação de vãos com substituição de caixilharia; remodelação da instalação elétrica; 1996 - consolidação de muro de suporte do jardim; 1997 - reparação da fachada principal: limpeza da pedra e aplicação de hidrófugo; picagem, reboco e pintura do campanário; reparação das caixilharias de madeira; reparação do sino; séc. 21 - obras de conservação e restauro: intervenções na fachada e todas as paredes interiores; substituição e abertura dos vãos de janela na fachada poente e reposição de caixilhos de madeira em todas as janelas; tratamento, restauro e conservação do retábulo-mor, retábulos laterais e púlpito; limpeza de toda a cantaria; instalação na tribuna da Misericórdia de um vitral executado por um técnico da Confraria.

Observações

*1 - DOF: "... incluindo os azulejos do séc. XVII e as pinturas existentes, na Nazaré".

Autor e Data

Paula Noé 2014

Actualização

 
 
 
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