Forte de Nossa Senhora da Saúde da Trafaria / Presídio Naval da Trafaria / Capela de Nossa Senhora da Saúde

IPA.00032962
Portugal, Setúbal, Almada, União das freguesias de Caparica e Trafaria
 
Forte
Número IPA Antigo: PT031503050127
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Militar  Forte    

Descrição

Acessos

Avenida Bulhão Pato, Praceta de Lisboa

Protecção

Inexistente

Enquadramento

Urbano, situado junto à frente ribeirinha, na margem S. do rio Tejo, entre a falésia e o ribeiro da Raposeira, próximo do cais de embarque da Estação Fluvial da Trafaria (v. PT031503050086).

Descrição Complementar

Fortificação marítima erigida como complemento da defesa da cidade de Lisboa.

Utilização Inicial

Militar: forte

Utilização Actual

Devoluto

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Época Construção

Séc. 16 / 17

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITETO: Mateus do Couto (1725 - re-edificação da capela); ENGENHEIRO: Carlos Mardel (1743 - melhoramentos no lazareto).

Cronologia

1565, 07 agosto - o cardeal D. Henrique manda edificar um lazareto na Trafaria; 1678 - edificação da Capela de Nossa Senhora da Saúde por determinação do Provedor-Mor e Oficiais da Saúde da Câmara de Lisboa, junto aos Armazéns do Lazareto do Porto de Belém (situado então na Trafaria); 1683 - é ordenada a construção do forte pelo rei D. Pedro II; 1695, 20 dezembro - estabelecimento do lazareto da Trafaria; 1815 - o lazareto é transferido para o novo edifício da Torre Velha (v. PT031503020015); 1831 / 1833 - o forte funciona como presídio militar, no âmbito das guerras liberais; 1834 - o forte é abandonado sendo aí instalada uma fábrica de guano de peixe gerida pela Companhia Geral das Reais Pescarias do Reino do Algarve; esta função acaba por ser condenada pelo Conselho de Saúde Pública e as atividades suspensas; séc. 19 - as instalações do forte são utilizadas como viveiro das matas nacionais; 1879 - o recinto abriga as galeotas reais; sec. 19, finais - o edifício funciona como habitação particular; 1908 / 1910 - o forte é adaptado a prisão militar, numa primeira fase da Marinha e posteriormente do Exército; 1917 - o forte encontra-se abandonado; 2000 - o imóvel é adquirido pela Câmara Municipal de Almada.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

MENDES, Rui, Património Religioso de Almada e Seixal. Ensaio sobra a sua história do século XVIII, in Anais de Almada, 11-12, 2008-2009, pp.67-138; http://trafaria-patrimonio-arquitectonico8-2.blogspot.com/, em 2012-3-5; http://historiapatrimonio.blogspot.com/2011/06/um-certo-olhar-1-na-atalaia-da-trafaria.html, em 2012-3-5.

Documentação Gráfica

IHRU: SIPA

Documentação Fotográfica

IHRU: SIPA

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Estado Português: 1725 - obras de re-edificação da capela e dos edifícios principais do lazareto; 1743 - construção de uma enfermaria e de muro de vedação do recinto, impedindo o acesso da população à capela em épocas de quarentena; 1786 - conclusão das obras de restauro da capela após os estragos causados pelo terramoto de 1755; 1829 / 1931 - obras de beneficiação para instalação do presídio militar no forte; 1908 / 1910 - obras de recuperação para adaptação a prisão militar; é também recuperada a Capela de Nossa Senhora da Saúde.

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Teresa Ferreira 2012

Actualização

 
 
 
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