Igreja do Espírito Santo

IPA.00032343
Portugal, Beja, Moura, União das freguesias de Moura (Santo Agostinho e São João Baptista) e Santo Amador
 
Arquitectura religiosa, maneirista. Igreja de planta longitudinal, contrafortada, cuja fachada de pano único delimitado por contrafortes repete os modelos locais. No interior abóbada decorada com pinturas murais maneiristas, enquadravéis no ciclo fresquista eborense de seiscentos. A estrutura mantém intacta a traça maneirista primitiva. Pinturas murais na abóbada.
Número IPA Antigo: PT040210070064
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja  

Descrição

Planta longitudinal, cobertura homogenea em telhado de duas águas. Fachada principal a S., de pano único delimitado por contrafortes, coroados por pináculos. INTERIOR: abóbada decorada com pinturas murais figurando santos e alegorias à Paixão de Cristo e às Virtudes da Igreja.

Acessos

Rua do Espírito Santo

Protecção

Categoria: MIP - Monumento de Interesse Público / ZEP, Portaria n.º 740-DP/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 de 24 dezembro 2012

Enquadramento

Urbano, isolado, em gaveto, em pleno centro histórico, fazendo frente de rua

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Religiosa: igreja

Utilização Actual

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 17

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTO: João de Morais; PINTOR: Francisco Lopes (atr.)

Cronologia

1600, 8 de Janeiro - celebração de contrato entre João de Morais, Mestre mourenese e a Misericórdia de Moura para a construção da igreja, patrocinada pelo provedor e irmãos da Santa Casa da Misericórdia (CAETANO e SERRÃO, 1999, p. 72); durante décadas foi sede da irmandade do Espírito Santo; 1630 - 1640, c. de - execução das pinturas murais da abóbada atribuídas ao pintor Francisco Lopes (CAETANO e SERRÃO, 1999); 1910, após - o imóvel é vendido a particulares, sendo utilizado durante anos como armazém; 2005, 3 de março - proposta de classificação da igreja pela CM de Moura; 2005, 30 de setembro - proposta de abertura do processo de classificação pelo IPPAR/DRÉvora; 2005, 10 de outubro - despacho de abertura de classificação pelo Presidente do IPPAR; 2007, abril - aquisição do imóvel pela autarquia afim de aí instalar a Galeria Municipal de Arte; 2009, 24 de junho - Proposta de classificação como IIP e de fixação de ZEP pela DRCAlentejo; 2011, 31 de maio - Parecer da SPAA do Conselho Nacional de Cultura propondo a classificação como MIP - Monumento de Interesse Público e favorável à fixação da ZEP; 2011, 19 de outubro - publicado no DR, nº 201, 2ª série, o Anúncio nº 14990/2011 de Projeto de Decisão relativo à classificação como MIP e à demarcação da respetiva ZEP.

Dados Técnicos

Estrutura contrafortada

Materiais

Bibliografia

SERRÃO, Vítor, CAETANO, Joaquim Oliveira, A pintura em Moura - séculos XVI, XVII e XVIII, Moura,1999.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Rosário Gordalina 2011

Actualização

 
 
 
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