|
|
|
Edifício e estrutura Estrutura Judicial Pelourinho Jurisdição senhorial Sem remate
|
Descrição
|
| Fragmentos do primitivo pelourinho, compondo parte do antigo fuste cilíndrico, com espigão interno, onde se ajustavam os vários tambores que o compunham. |
Acessos
|
| Rua das Quintas, no Largo da Igreja. WGS84 (graus decimais) lat.: 41.068306; long.: -8,402195 |
Protecção
|
| Inexistente |
Enquadramento
|
| Urbano, isolado. |
Descrição Complementar
|
| |
Utilização Inicial
|
| Judicial: pelourinho |
Utilização Actual
|
| Cultural e recreativa: marco histórico-cultural |
Propriedade
|
| Privada: Igreja Católica |
Afectação
|
| Sem afectação |
Época Construção
|
| Séc. 16 (conjectural) |
Arquitecto / Construtor / Autor
|
| Desconhecido. |
Cronologia
|
| 1514, 15 Setembro - concessão de foral por D. Manuel I; provável edificação do pelourinho; a povoação pertence à Casa de Marialva; 1758, 11 Abril - nas Memórias Paroquiais, assinadas pelo pároco António Fernandes Cruz, a povoação com 235 vizinhos, pertence ao Marquês de Marialva; tem juiz ordinário, câmara e ouvidor de vara branca; 1991 - durante as obras na Igreja Matriz, foram encontrados vários fragmentos de cantaria, que terão pertencido ao primitivo pelourinho. |
Dados Técnicos
|
| Sistema estrutural autónomo. |
Materiais
|
| Estrutura em cantaria de granito. |
Bibliografia
|
| MALAFAIA, E.B de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997. |
Documentação Gráfica
|
| |
Documentação Fotográfica
|
| |
Documentação Administrativa
|
| DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 23, n.º 126, fl. 785-790) |
Intervenção Realizada
|
| Nada a assinalar. |
Observações
|
| EM ESTUDO |
Autor e Data
|
| Paula Figueiredo 2010 |
Actualização
|
| |
| |
| |