|
|
|
Edifício e estrutura Edifício Extração, produção e transformação Fábrica Fábrica de lapidação
|
Descrição
|
| |
Acessos
|
| Avenida Marechal Gomes da Costa. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,759288, long.: -9,117864 |
Protecção
|
| Em estudo |
Enquadramento
|
| |
Descrição Complementar
|
| Com a construção da DIALAP, os arquitectos Carlos Manuel Ramos e António Teixeira Guerra pretenderam desenvolver um arquétipo para a indústria de lapidação de diamantes, que pudesse inspirar obras a nível internacional. Na memória descritiva mencionaram que "a criação da indústria de lapidação de diamantes entre nós representará, certamente um facto notável da nossa vida económica, e a escala em que se pretende instalar essa indústria, escala tentada mundialmente pela primeira vez, chamará certamente sobre ela e sobre as suas instalações a atenção de todos aqueles que a ela se dediquem e daqueles que formam a rede do comércio mundial (…) Tendo o arquitecto Carlos Manuel Ramos trabalhado com o seu pai, Carlos Chambers Ramos, num programa industrial implantado no mesmo eixo viário, os laboratórios Pasteur, verificou -se uma certa similitude conceptual entre os dois projectos, quanto à optimização do programa fabril através do partido arquitectónico e da valorização do recinto exterior da fábrica com base na paisagem, opções plenamente exploradas na DIALAP. (…) Os três corpos [produtivo, administrativo e técnico] articularam -se por um eixo distributivo vertical - a escultural escada helicoidal - que ligou os diversos pisos, as distintas áreas de trabalho integradas em cada um dos volumes, permitindo, simultaneamente cumprir apertadas normas de segurança e de circulação." (FOLGADO) |
Utilização Inicial
|
| Extração, produção e transformação: fábrica |
Utilização Actual
|
| Comunicações: edifício de rádio / televisão |
Propriedade
|
| Pública: estado português |
Afectação
|
| |
Época Construção
|
| Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
|
| ARQUITECTO: Carlos Manuel Ramos; António Teixeira Guerra. |
Cronologia
|
| 1950 - Fundação da União Europeia de Radiodifusão (UER), que conta com a Emissora Nacional como uma das suas fundadoras; 1953 - Criação de um gabinete de estudos de televisão, no âmbito da Emissora Nacional; 1954, 6 de junho - é transmitida a primeira emissão oficial da Eurovisão; - transmitidos o Festival de Narcisos em Montreux, na Suíça e a bênção apostólica do Papa Pio XII; 1955, 15 de dezembro- é criada a RTP com decreto-lei para concessão para instalação e exploração de um serviço público de radiodifusão na modalidade televisiva em regime de exclusividade. 1956, setembro - as primeiras emissões experimentais são emitidas em direto a partir da Feira Popular; dezembro - passa a emitir a partir de estúdios no Lumiar (Cinelândia); 1957, fevereiro - uma das emissões experimentais é a visita ao país da Rainha Isabel II de Inglaterra; 7 de março - têm início as emissões regulares com a transmissão diária de hora e meia de televisão; 1959, 20 de outubro - inauguração do centro de emissões do Norte, no Monte da Virgem, em Vila Nova de Gaia; - 29 de maio - aprovado alvará a conceder à DIALAP licença para instalação de uma indústria de lapidação de diamantes, em regime exclusivo por 10 anos;1960 - apresentação do projeto de arquitetura; 1960 a 1966 - execução do projeto de arquitetura; 1965, outubro - início das transmissões da Telescola; 1968, 25 de dezembro - início das emissões do Segundo Programa, atual RTP2; 1972, agosto - abertura do centro regional da Madeira; 1974, 25 de abril - Movimento das Forças Armadas (MFA) ocupa os estúdios da rádio e da televisão, com a primeira emissão televisiva a ir para o ar pouco antes das 19 horas, com Fernando Balsinha e Fialho Gouveia a lerem o manifesto do MFA e a atualizarem a população dos desenvolvimentos da revolução; 1975, agosto - inaugurado o centro de emissões dos Açores; 1976, 25 de abril - as eleições legislativas marcam o início da emissão experimental a cores; 1979 - a RTP muda-se para edifício na Avenida 5 de Outubro adquirido ao Banco Pinto e Sotto Mayor; 1993 a 1998 - instalação dos serviços da Expo 98; 2003 a 2004 - a RTP/RDP instala-se no conjunto edificado da DIALAP. |
Dados Técnicos
|
| |
Materiais
|
| |
Bibliografia
|
| TOSTÕES, Ana, FOLGADO, Deolinda - A arquitetura da indústria, 1925-1965. Barcelona: Registo Docomomo Ibérico, 2005, p.261 [a consultar]; Arquitetura Moderna Portuguesa 1920-1970, IPPAR, 2004, pp.262-263; Folgado, Deolinda, "Dialap - o contributo de uma fábrica de lapidação de diamantes na modernização de Lisboa", in Revista de História da Arte, n.º 11 (2014), pp. 253-265. |
Documentação Gráfica
|
| |
Documentação Fotográfica
|
| |
Documentação Administrativa
|
| |
Intervenção Realizada
|
| |
Observações
|
| EM ESTUDO |
Autor e Data
|
| Paula Figueiredo 2010 |
Actualização
|
| Josina Almeida 2024 |
| |
| |