Jardim da Quinta Vigia / Jardim da Quinta das Angústias

IPA.00029496
Portugal, Ilha da Madeira (Madeira), Funchal, Funchal (Sé)
 
Número IPA Antigo: PT062203100156
 
Registo visualizado 284 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Espaço verde  Jardim        

Descrição

A quinta desenvolve-se internamente ao longo de uma cascata e lago, terminando num ponto privilegiado de observação de vistas sobro o Porto e cidade do Funchal, denominado como mirante da Dona Guiomar. A casa de habitação, orientada a E. constitui uma zona de confluência de vários caminhos existentes no jardim. Este possui variados espécies de árvores, entre elas, algumas delas exemplares notáveis. Destes destacam-se duas canforeiras à entrada da quinta.

Acessos

Calçada do Pico

Protecção

Enquadramento

Situada no alto de uma falésia, sobranceira, ao Porto do Funchal, numa falésia orientada a S.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Recreativa: jardim

Utilização Actual

Recreativa: jardim

Propriedade

Afectação

Época Construção

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

Séc 17 - Foi instituído um morgadio do qual fazia parte a capela da quinta, com a invocação à Senhora das Angústias; 1775 - A propriedade era já de Dona Guiomar Madalena Acciaoli; 1818 - data da construção de um cemitério nos terrenos da quinta, ordenada pelo Bispo do Funchal, Dom Joaquim de Menezes e Ataíde, por dívidas á fazenda pública. Na restante área da quinta verificou-se a conversão de zonas agrícolas em jardim; 1847 a 1848 - A rainha Adelaide de Inglaterra permaneceu na quinta; 1849 - O Duque de Leuchtenberg, filho de Eugénio Napoleão e genro do Czar Nicolau I, instalou-se na quinta para convalescença durante um período de um ano; 1852 - a Imperatriz do Brasil, , viúva de D. Pedro IV e sua filha, Princesa Maria Amélia, instalaram-se na quinta para convalescença da princesa, que viria a morrer cinco meses depois; séc. 19, 2ª metade - o Conde de Lambert comprou a quinta e deu-lhe o seu nome. Sua mulher, vendeu a quinta após a sua morte, a uma família da ilha, voltando a ser chamada de Quinta das Angústias; 1903 - foi comprada por Júlio de Freitas, que a legou em testamento a sua afilhada, D. Isabel de Vasconcelos da Cunha; 1946 - O cemitério foi transferido para a freguesia de São Martinho, tendo a sua área sido convertida no jardim público de Santa Catarina actualmente ainda existente, da autoria do Arquitecto Paisagista António Viana Barreto; 1964 - foi ocupada pelo Engenheiro Tomás da Cunha Santos; 1979 - foi adquirida pelo Governo Regional da Madeira, sendo então realizadas obras para a passar a ser a Residência Oficial do presidente do Governo Regional da Madeira, sendo alterado o acesso à quinta; 1982 - através da resolução nº 444 da Presidência do Governo Regional, A quinta passa a ser oficialmente designada como quinta da Vigia; 1984 - terminadas as obras a quinta passa a ter uma função mais restrita, através da resolução nº 241/84 da Presidência do Governo Regional.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

COSTA, Alexandra Sofia, Quintas do Funchal, Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Arquitectura Paisagista, Lisboa, 1998.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

Designação de Quinta Vigia, através da resolução nº 241/84 da Presidência do Governo Regional. EM ESTUDO.

Autor e Data

Teresa Camara 2010

Actualização

 
 
 
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