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Espaço verde Jardim
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Descrição
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| A quinta desenvolve-se internamente ao longo de uma cascata e lago, terminando num ponto privilegiado de observação de vistas sobro o Porto e cidade do Funchal, denominado como mirante da Dona Guiomar. A casa de habitação, orientada a E. constitui uma zona de confluência de vários caminhos existentes no jardim. Este possui variados espécies de árvores, entre elas, algumas delas exemplares notáveis. Destes destacam-se duas canforeiras à entrada da quinta. |
Acessos
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| Calçada do Pico |
Protecção
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Enquadramento
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| Situada no alto de uma falésia, sobranceira, ao Porto do Funchal, numa falésia orientada a S. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Recreativa: jardim |
Utilização Actual
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| Recreativa: jardim |
Propriedade
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Afectação
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Época Construção
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Arquitecto / Construtor / Autor
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Cronologia
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| Séc 17 - Foi instituído um morgadio do qual fazia parte a capela da quinta, com a invocação à Senhora das Angústias; 1775 - A propriedade era já de Dona Guiomar Madalena Acciaoli; 1818 - data da construção de um cemitério nos terrenos da quinta, ordenada pelo Bispo do Funchal, Dom Joaquim de Menezes e Ataíde, por dívidas á fazenda pública. Na restante área da quinta verificou-se a conversão de zonas agrícolas em jardim; 1847 a 1848 - A rainha Adelaide de Inglaterra permaneceu na quinta; 1849 - O Duque de Leuchtenberg, filho de Eugénio Napoleão e genro do Czar Nicolau I, instalou-se na quinta para convalescença durante um período de um ano; 1852 - a Imperatriz do Brasil, , viúva de D. Pedro IV e sua filha, Princesa Maria Amélia, instalaram-se na quinta para convalescença da princesa, que viria a morrer cinco meses depois; séc. 19, 2ª metade - o Conde de Lambert comprou a quinta e deu-lhe o seu nome. Sua mulher, vendeu a quinta após a sua morte, a uma família da ilha, voltando a ser chamada de Quinta das Angústias; 1903 - foi comprada por Júlio de Freitas, que a legou em testamento a sua afilhada, D. Isabel de Vasconcelos da Cunha; 1946 - O cemitério foi transferido para a freguesia de São Martinho, tendo a sua área sido convertida no jardim público de Santa Catarina actualmente ainda existente, da autoria do Arquitecto Paisagista António Viana Barreto; 1964 - foi ocupada pelo Engenheiro Tomás da Cunha Santos; 1979 - foi adquirida pelo Governo Regional da Madeira, sendo então realizadas obras para a passar a ser a Residência Oficial do presidente do Governo Regional da Madeira, sendo alterado o acesso à quinta; 1982 - através da resolução nº 444 da Presidência do Governo Regional, A quinta passa a ser oficialmente designada como quinta da Vigia; 1984 - terminadas as obras a quinta passa a ter uma função mais restrita, através da resolução nº 241/84 da Presidência do Governo Regional. |
Dados Técnicos
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Materiais
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Bibliografia
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| COSTA, Alexandra Sofia, Quintas do Funchal, Relatório do Trabalho de Fim de Curso de Arquitectura Paisagista, Lisboa, 1998. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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| Designação de Quinta Vigia, através da resolução nº 241/84 da Presidência do Governo Regional. EM ESTUDO. |
Autor e Data
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| Teresa Camara 2010 |
Actualização
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