Bairro Luís de Camões

IPA.00029212
Portugal, Leiria, Peniche, Peniche
 
Conjunto arquitetónico residencial unifamiliar. Habitação económica de promoção pública estatal (FFH). Conjunto de grande dimensão, composto por casas em banda unifamiliares de dois pisos com logradouro no tardoz, formando quarteirões.
Número IPA Antigo: PT031014030035
 
Registo visualizado 184 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Conjunto arquitetónico   Edifício  Residencial unifamiliar  Habitação económica  Promoção pública estatal (FFH)  

Descrição

Conjunto habitacional de baixa densidade implantado em seis quarteirões retangulares, formando um traçado regular. É constituído por 153 moradias unifamiliares em banda de dois pisos, com logradouro no tardoz. Algumas moradias apresentam águas furtadas, de acordo com o projeto original. A principal via estruturante do bairro, no sentido O/E, é a Alameda dos Lusíadas. A toponímia das ruas tem como tema principal Luís de Camões e os Descobrimentos, sendo de realçar as seguintes vias: Rua Luís de Camões, Praceta Luís de Camões, Travessa da Boa Esperança, Travessa das Musas, Travessa das Ninfas, Travessa das Glórias, Travessa da Naus, Travessa das Caravelas, Travessa das Descobertas e o eixo central Alameda dos Lusíadas. No início da Alameda dos Lusíadas, no lado Oeste, encontra-se um busto de Luís de Camões com 4 versos de uma estrofe do canto I dos Lusíadas epigrafados.

Acessos

Rua Luís de Camões; Alameda dos Lusíadas

Protecção

Inexistente

Enquadramento

Urbano, nas proximidades do cemitério. A N. da zona do Portinho da Areia do Sul.

Descrição Complementar

EPIGRAFIA: nas empenas dos lotes 1 e 89 existem painéis azulejares com a inscrição "IGAPHE / MCMXC". No lote 1 existe ainda uma placa metálica com a inscrição "ESTA OBRA FOI EXECUTADA / AO ABRIGO DO PROGRAMA / DE COOPERAÇÃO ECONÓMICA / LUSO-AMERICANO".

Utilização Inicial

Não aplicável

Utilização Actual

Não aplicável

Propriedade

Privada: Pessoas singulares / Pública: Estatal de administração indireta

Afectação

Sem afetação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido

Cronologia

1969, 28 maio - o Decreto-Lei n.º 49033, cria o Fundo de Fomento da Habitação (FFH), sob a forma de organismo com autonomia administrativa e financeira, com o propósito de inserir o fomento de habitação social na política de equipamento e integrar a política nacional de habitação com o planeamento urbano, contribuindo para a resolução do problema habitacional dos indivíduos não beneficiados pelas Caixas de Previdência ou outras instituições semelhantes; para o FFH, passam todas as atribuições do Ministério das Obras Públicas em matéria de habitação, até aí confiadas à Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) e também as competências do Gabinete de Estudos de Habitação, inserido na Direção-Geral dos Serviços de Urbanização (DGSU) ; 1982 - conclusão das obras de construção do bairro; 29 maio - o Decreto-Lei n.º 214/82 extingue o FFH; o processo prolonga-se até 1987, período durante o qual a gestão do património do FFH está a cargo da Comissão Liquidatária do Fundo de Fomento da Habitação; 1987, 26 fevereiro - criação do Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado (IGAPHE) pelo Decreto-Lei n.º 88/87, assumindo as funções do FFH; 2002, 5 novembro - fusão do IGAPHE com o Instituto Nacional da Habitação (INH) através do Decreto-Lei n.º 243/2002; 2007, julho - com a criação do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) a propriedade do bairro passa para este novo organismo.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: SIPA

Documentação Administrativa

IHRU (Bairro n.º 2087)

Intervenção Realizada

IGAPHE: 1990 - obras de reabilitação; IHRU: 2009 - substituição de janelas e estores.

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Teresa Ferreira 2010

Actualização

Anouk Costa 2014
 
 
 
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