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Conjunto arquitetónico Edifício Residencial unifamiliar Habitação económica Promoção pública estatal (FFH)
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Descrição
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| Conjunto habitacional de baixa densidade implantado em seis quarteirões retangulares, formando um traçado regular. É constituído por 153 moradias unifamiliares em banda de dois pisos, com logradouro no tardoz. Algumas moradias apresentam águas furtadas, de acordo com o projeto original. A principal via estruturante do bairro, no sentido O/E, é a Alameda dos Lusíadas. A toponímia das ruas tem como tema principal Luís de Camões e os Descobrimentos, sendo de realçar as seguintes vias: Rua Luís de Camões, Praceta Luís de Camões, Travessa da Boa Esperança, Travessa das Musas, Travessa das Ninfas, Travessa das Glórias, Travessa da Naus, Travessa das Caravelas, Travessa das Descobertas e o eixo central Alameda dos Lusíadas. No início da Alameda dos Lusíadas, no lado Oeste, encontra-se um busto de Luís de Camões com 4 versos de uma estrofe do canto I dos Lusíadas epigrafados. |
Acessos
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| Rua Luís de Camões; Alameda dos Lusíadas |
Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Urbano, nas proximidades do cemitério. A N. da zona do Portinho da Areia do Sul. |
Descrição Complementar
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| EPIGRAFIA: nas empenas dos lotes 1 e 89 existem painéis azulejares com a inscrição "IGAPHE / MCMXC". No lote 1 existe ainda uma placa metálica com a inscrição "ESTA OBRA FOI EXECUTADA / AO ABRIGO DO PROGRAMA / DE COOPERAÇÃO ECONÓMICA / LUSO-AMERICANO". |
Utilização Inicial
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| Não aplicável |
Utilização Actual
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| Não aplicável |
Propriedade
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| Privada: Pessoas singulares / Pública: Estatal de administração indireta |
Afectação
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| Sem afetação |
Época Construção
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| Séc. 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Desconhecido |
Cronologia
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| 1969, 28 maio - o Decreto-Lei n.º 49033, cria o Fundo de Fomento da Habitação (FFH), sob a forma de organismo com autonomia administrativa e financeira, com o propósito de inserir o fomento de habitação social na política de equipamento e integrar a política nacional de habitação com o planeamento urbano, contribuindo para a resolução do problema habitacional dos indivíduos não beneficiados pelas Caixas de Previdência ou outras instituições semelhantes; para o FFH, passam todas as atribuições do Ministério das Obras Públicas em matéria de habitação, até aí confiadas à Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) e também as competências do Gabinete de Estudos de Habitação, inserido na Direção-Geral dos Serviços de Urbanização (DGSU) ; 1982 - conclusão das obras de construção do bairro; 29 maio - o Decreto-Lei n.º 214/82 extingue o FFH; o processo prolonga-se até 1987, período durante o qual a gestão do património do FFH está a cargo da Comissão Liquidatária do Fundo de Fomento da Habitação; 1987, 26 fevereiro - criação do Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado (IGAPHE) pelo Decreto-Lei n.º 88/87, assumindo as funções do FFH; 2002, 5 novembro - fusão do IGAPHE com o Instituto Nacional da Habitação (INH) através do Decreto-Lei n.º 243/2002; 2007, julho - com a criação do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) a propriedade do bairro passa para este novo organismo. |
Dados Técnicos
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Materiais
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Bibliografia
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Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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| IHRU: SIPA |
Documentação Administrativa
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| IHRU (Bairro n.º 2087) |
Intervenção Realizada
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| IGAPHE: 1990 - obras de reabilitação; IHRU: 2009 - substituição de janelas e estores. |
Observações
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| EM ESTUDO |
Autor e Data
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| Teresa Ferreira 2010 |
Actualização
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| Anouk Costa 2014 |
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