Monumento a Luís de Camões

IPA.00028265
Portugal, Lisboa, Lisboa, Misericórdia
 
Arquitectura comemorativa, oitocentista. Monumento escultórico.
Número IPA Antigo: PT031106151597
 
Registo visualizado 850 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Comemorativo  Monumento escultórico    

Descrição

Composto por pedestal de 7,5 m, com a estátua em bronze, com 4 metros. Está rodeado por várias esculturas a representar Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Vasco Mouzinho de Azevedo, Fernão Lopes de Cantanhede, João de Barros, Pedro Nunes, Jerónimo Corte Real e Francisco de Sá Menezes.

Acessos

Largo Luís de Camões

Protecção

Incluído na classificação da Lisboa Pombalina (v. IPA.00005966) e na Zona de Proteção do Aqueduto das Águas Livres (v. IPA.00006811)

Enquadramento

Descrição Complementar

"Vítor Bastos viajou de propósito em Itália e em França para se compenetrar da responsabilidade inédita no Portugal do século XIX (…) A sua obra teve a dignidade conveniente e foi bem proporcionada, na praça com prédios de (então) três andares de cércea e cujo desnível foi compensado na terraplanagem protegida por gradeamento (gradeamento aproximado também teve a estátua originalmente) e por uma breve escadaria sobre a rua do Alecrim, de modo a que praça e monumento se mostrassem cenograficamente na enfiada do Chiado (...) Em torno da estátua de quatro metros de altura, nos ângulos do pedestal oitavado, oito outras estátuas se perfilam, marcando uma cadeia de gerações antes e depois do poeta, conforme seleção realizada por uma comissão de letrados e artistas que se decidiram pelas figuras de Fernão Lopes, Azurara, João de Barros, Castanheda, Quevedo, Corte-Real, Sá de Miranda, cronistas e poetas, mais o matemático Pedro Nunes (...)" (FRANÇA)

Utilização Inicial

Comemorativa: monumento escultórico

Utilização Actual

Comemorativa: monumento escultórico

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afetação

Época Construção

Séc. 19

Arquitecto / Construtor / Autor

ESCULTOR: Vítor Bastos (1862-1867).

Cronologia

1854, julho - a Câmara expropria os terrenos frente às ruínas do Palácio do duque de Lafões, que se opusera à regularização desses terrenos; 1860, outubro - a praça recebe o nome de Luís de Camões; 1862 - lançamento da primeira pedra da obra, adjudicada a Vítor Bastos; 1867, 09 outubro - inauguração do monumento.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

FERREIRA, Rafael Laborde e VIEIRA, Victor Manuel Lopes - Estatuária de Lisboa. Lisboa: Amigos do Livro, Lda., 1985; CURTO, Diogo Ramada, “Camões no nosso tempo e no seu”, Revista Expresso, 27.12.24; FRANÇA. J.A., Lisboa, História Física e Moral, Livros Horizonte 2008, pp.594-595.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

Autor e Data

Paula Figueiredo 2009

Actualização

 
 
 
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