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Edifício e estrutura Estrutura Comemorativo Monumento escultórico
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Descrição
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| Composto por pedestal de 7,5 m, com a estátua em bronze, com 4 metros. Está rodeado por várias esculturas a representar Fernão Lopes, Gomes Eanes de Zurara, Vasco Mouzinho de Azevedo, Fernão Lopes de Cantanhede, João de Barros, Pedro Nunes, Jerónimo Corte Real e Francisco de Sá Menezes. |
Acessos
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| Largo Luís de Camões |
Protecção
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| Incluído na classificação da Lisboa Pombalina (v. IPA.00005966) e na Zona de Proteção do Aqueduto das Águas Livres (v. IPA.00006811) |
Enquadramento
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Descrição Complementar
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| "Vítor Bastos viajou de propósito em Itália e em França para se compenetrar da responsabilidade inédita no Portugal do século XIX (…) A sua obra teve a dignidade conveniente e foi bem proporcionada, na praça com prédios de (então) três andares de cércea e cujo desnível foi compensado na terraplanagem protegida por gradeamento (gradeamento aproximado também teve a estátua originalmente) e por uma breve escadaria sobre a rua do Alecrim, de modo a que praça e monumento se mostrassem cenograficamente na enfiada do Chiado (...) Em torno da estátua de quatro metros de altura, nos ângulos do pedestal oitavado, oito outras estátuas se perfilam, marcando uma cadeia de gerações antes e depois do poeta, conforme seleção realizada por uma comissão de letrados e artistas que se decidiram pelas figuras de Fernão Lopes, Azurara, João de Barros, Castanheda, Quevedo, Corte-Real, Sá de Miranda, cronistas e poetas, mais o matemático Pedro Nunes (...)" (FRANÇA) |
Utilização Inicial
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| Comemorativa: monumento escultórico |
Utilização Actual
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| Comemorativa: monumento escultórico |
Propriedade
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| Pública: municipal |
Afectação
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| Sem afetação |
Época Construção
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| Séc. 19 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| ESCULTOR: Vítor Bastos (1862-1867). |
Cronologia
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| 1854, julho - a Câmara expropria os terrenos frente às ruínas do Palácio do duque de Lafões, que se opusera à regularização desses terrenos; 1860, outubro - a praça recebe o nome de Luís de Camões; 1862 - lançamento da primeira pedra da obra, adjudicada a Vítor Bastos; 1867, 09 outubro - inauguração do monumento. |
Dados Técnicos
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Materiais
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Bibliografia
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| FERREIRA, Rafael Laborde e VIEIRA, Victor Manuel Lopes - Estatuária de Lisboa. Lisboa: Amigos do Livro, Lda., 1985; CURTO, Diogo Ramada, “Camões no nosso tempo e no seu”, Revista Expresso, 27.12.24; FRANÇA. J.A., Lisboa, História Física e Moral, Livros Horizonte 2008, pp.594-595. |
Documentação Gráfica
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Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID |
Documentação Administrativa
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Intervenção Realizada
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Observações
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Autor e Data
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| Paula Figueiredo 2009 |
Actualização
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