Estação Ferroviária de Pedras Salgadas

IPA.00027387
Portugal, Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Bornes de Aguiar
 
Arquitectura de transportes, do século 20. Estação ferroviária integrada na linha do Corgo.
Número IPA Antigo: PT011713030081
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Transportes  Apeadeiro / Estação  Estação ferroviária  

Descrição

Acessos

Protecção

Enquadramento

Peri-urbano, isolado, a 200 metros da povoação, implantada numa região muito fértil, e arborizada, com parques e edifícios de antigos hotéis.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Transportes: estação ferroviária

Utilização Actual

Propriedade

Afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

1878 - sendo as estâncias termais das Pedras Salgadas e do Vidago muito frequentadas, contribuindo para o desenvolvimento económico dos concelhos de Vila Pouca de Aguiar e de Chaves, a Câmara Municipal de Vila Real solicitou a construção da via-férrea que ligaria a Régua a Chaves, passando por Vila Real; 1897, 4 Abril - publicação em Diário do Governo da concessão da ligação ferroviária, de via estreita, entre a Régua, Vila Real e Chaves, a Alberto da Cunha Leão e António Júlio Pereira Cabral; o fundamento para o deferimento da petição esteve no interesse turístico e comercial das termas de Pedras Salgadas e do Vidago; 1903, 18 Fevereiro - decreto determinando a construção da linha-férrea do Vale do Corgo; 24 Agosto - início dos trabalhos de construção da linha, com administração directa do Estado; D. João de Alarcão, Ministro das Obras Públicas, manifestou empenho na construção da linha de ferro que unia a Régua a Vila Real; 1906, 1 Abril - chegada à estação de Vila Real da primeira locomotiva; 1907, 14 Julho - inauguração do troço ferroviário entre Vila Real e as Pedras Salgadas, tendo D. Carlos juntamente com outras entidades oficiais embarcado na Régua e seguiram até Vila Real; em Pedras Salgadas, o rei saiu da carruagem e tomou um "landó", que o conduziu à estância termal; 1926 - expedia cerca de 40 toneladas em g.v. e 2.000 em p.v., sobretudo de águas minerais, recebendo 100 toneladas em g.v. e 1.940 em p.v., de mercadoria de praça e taras vazias; regulava cerca de 11.500 passageiros, na sua maioria aquistas que aqui vinham de todos os pontos do país.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes autónomas.

Materiais

Bibliografia

AZEVEDO, Correia de, Vila Real de Trás-os-Montes, Porto, sd. (v.r.); BORGES, Júlio António, Monografia do Concelho de Vila Real, Vila Real, 2006; Monografia das Estações e esboço corográfico da Zona atravessada pelos caminhos de Ferro do Minho e Douro, Lisboa, 1926.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Paula Noé 2009

Actualização

 
 
 
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