Mosteiro de Nossa Senhora dos Anjos / Igreja de Nossa Senhora dos Anjos

IPA.00002600
Portugal, Coimbra, Montemor-o-Velho, União das freguesias de Montemor-o-Velho e Gatões
 
Convento masculino de Agostinhos, manuelino e protobarroco. A igreja é de origem manuelina patente na capela-mor, particularmente na abóbada, nas janelas e no túmulo de Diogo de Azambuja. As obras seiscentistas alteraram a cobertura da nave e principalmente a fachada que apresenta a simplicidade típica da arquitectura simples do período anterior ao Barroco. Pinturas murais no tecto da sacristia e vestígios na capela-mor.
Número IPA Antigo: PT020610070001
 
Registo visualizado 703 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Convento / Mosteiro  Convento masculino  Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho - Gracianos

Descrição

Planta composta por igreja longitudinal de 2 rectangulos justapostos correspondentes à nave e à capela-mor; a O. Portaria e Sacristia rectangulares, torre sineira e Claustro quadrangular, Cozinha, refeitório, Sala do Capítulo, Capela superior e outras depêndencias conventuais rectangulares. Massa de volumes articulados, horizontalista, com torre verticalista. coberturas diferenciadas de telhados a 2 águas sobre a Igreja, Claustro, Cozinha, anexos e celas, terraço sobre a Sacristia e coruchéu piramidal na torre sineira. Fachada principal a S.: pano da Igreja delimitado por cunhais, tendo ao centro porta rectangular entre finas pilastras que suportam arquitrave e frontão interrompido entre pequenos pináculos, com nicho em arco pleno no tímpano, encimado por janela de moldura rectangular; remate em empena rematada por cruz pétrea; pano das dependências conventuais com entrada da Portaria em arco pleno gradeado sustentado por colunas toscanas e flanqueado por colunelos onde se apoia frontão triangular com nicho no tímpano; no 2º registo 3 janelas rectangulares gradeadas; remate em cornija com cachorros e gárgulas. Fachada E.: . INTERIOR: Igreja de nave única, com coro-alto a S. e duas capelas laterais nas paredes E. e O.; no coro-alto, um órgão positivo de armário; a capela lateral do lado da Epístola possui abóbada de pedra nervurada com pintura sobre pedra com representação de aves; cobertura em abóbada de aresta; arco triunfal pleno; capela-mor coberta por abóbada de 1 tramo estrelada; do lado do Evangelho túmulo de Diogo de Azambuja com arcos policentricos cruzados entre 2 contrafortes torsos, tendo na face da arca pedra de armas e sobre a estátua jazente lápide epigrafada entre pilastras e modilhões. Claustro de 2 pisos: no 1º 3 tramos em cada ala divididos por contrafortes entre os quais se abrem 2 arcos rebaixados apoiados em colunas dóricas; no piso superior 3 janelas de sacada de moldura rectangular, com varandim de ferro. SACRISTIA: coberta por abóbada de berço totalmente pintada com cenas marianas.

Acessos

Montemor-o-Velho, Largo dos Anjos

Protecção

Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136 de 23 junho 1910 (igreja e túmulo) / Decreto nº 26 461, DG, 1ª série, n.º 71 de 26 março 1936 (claustro)

Enquadramento

Urbano, situado a NE., na área de expansão urbana recente, em terreno em ligeiro declive para E.. Isolado, circundado por arruamentos a S. e O. e áreas de terra batida, expectantes, a E. e N. Defronte da fachada principal da igreja, desnivelado do arruamento, pequeno adro murado provido de degraus. A N. e O. adossam-se dependências conventuais não abrangidas pela classificação, nas quais está instalado um Café, um armazém de mobiliário e uma casa particular.

Descrição Complementar

INSCRIÇÕES: CAPELA DA NATIVIDADE: 1. Inscrição comemorativa de instituição de capela gravada num frontal, num campo epigráfico delimitado por moldura filetada e em ressalto. A primeira linha do texto foi gravada na moldura. Linhas auxiliares marcadas.Calcário. Dimensões: totais: 180x63; campo epigráfico: 39,5x156; moldura:12. Calcário. Tipo de letra: capital quadrada mal executada. Nexos e inclusões. Leitura modernizada: CAPELAS DA MUITO NOBRE E ANTIGA FAMÍLIA DOS COTAS QUE INSTITUÍU E DOTOU JOÃO RODRIGUES COTAS E SUA MULHER MARIA RODRIGUES COTAS COM MISSA QUOTIDIANA E LAMPADA ACESSA ANO 1504 DEPOIS NO ANO DE 1617 SEU BISNETO LEGÍTIMO O DOUTOR JERÓNIMO DE ALMEIDA COTAS E SUA MULHER GUIOMAR DA FONSECA DE VASCONCELOS AS REFORMOU E ACRESCENTOU. CAPELA DA ANUNCIAÇÃO: 3. Inscrição comemorativa de obra e evocativa gravada no lintel do portal da capela. Tipo de letra: capital quadrada; o último dígito da data, o numeral 1 foi gravado, como é habitual, em forma de "I", e aproveitado para compor a abreviatura "IHV". Leitura modernizada: 1591 JESU(=JESUS). 3. Inscrição comemorativa de posse e instituição de capela, gravada numa lápide. Vestígio de tinta de cor sépia, idêntica à usada na pintura mural, no filete da moldura e nos sulcos das letras. Vestígio de linhas auxiliares. Calcário. Dimensões: totais: 105x71; campo epigráfico: 79,3x45,3; moldura: 7,5/ 7,9. Tipo de letra: capitla quadrada. Nexo e inclusões. Leitura modernizada: ESTA CAPELA É DE MATEUS RODRIGUES FOI INSTITUÍDA POR ISABEL LOPES SUA MULHER COM MISSA QUOTIDIANA A QUAL LHE MANDOU AQUI TRAZER OS OSSOS NO ANO DE 1591 E ASSIM DOTOU CERTA RENDA A ESTE CONVENTO PARA SE CUMPRIR A OBRIGAÇÃO DAS MISSAS. 4. Inscrição de prece gravada numa cartela sustentada por anjos que compõem o grupo escultórico do altar-mor. Leitura: AVE GRATIA PLENA DOMINUS TECUM. Tradução: Avé (Maria) cheia de graça o senhor é convosco. CAPELA DA DEPOSIÇÃO: 5. Inscrição funerária e comemorativa de instituição de capela gravada numa lápide. Linhas auxiliares bem visíveis, as duas últimas linhas apesar de marcadas não foram utilizadas. Dimensões: totais: 158,5x146,5; campo epigráfico: 108x88,5. Calcário. Tipo de letra: capital quadrada. Leitura modernizada: AQUI JAZEM OS OSSOS DO MUI NOBRE FIDALGO FERNÃO DE PINA QUE POR SEU SABER E MERECIMENTO TEVE NESTES REINOS DE PORTUGAL CARGOS MUI HONRADOS MANDOU-LHOS AQUI PÔR A MUI(=MUITO) VERTUOSA SENHORA MOR TEIXEIRA SUA MULHER NESTA CAPELA QUE ELA MANDOU FAZER E A DOTOU DE CERTOS BENS PARA NELA SE DIZEREM CERTAS MISSAS EM CADA ANO POR SUAS ALMAS E DE SEUS FILHOS NO ANO DE 1542. 6. Inscrição funerária gravada num fragmento de uma tampa de sepultura, localizada no pavimento defronte da Capela do Santíssimo. Calcário. Dimensões: 131,5x66,5. Tipo de letra: capital quadrada. Nexos. Leitura modernizada: SEPULTURA DE JOÃO GONÇALVES D' AZAMBUJA E DE SEUS HERDEIROS. 7. Inscrição funerária gravada num fragmento de uma tampa de sepultura, localizada no pavimento, entre a Capela da Natividade e da Anunciação. Superfície epigráfica muito erodida por se encontrar num local de passagem. Calcário. Dimensões: 81x66. Tipo de letra: capital quadrada. Leitura modernizada: NESTA SEPULTURA JAZ JOÃO VELHO E SEUS HERDEIROS ANO 1564.

Utilização Inicial

Religiosa: convento masculino

Utilização Actual

Religiosa: igreja

Propriedade

Pública: Estatal (Claustro) / Privada: Igreja Católica (Diocese de Coimbra) (Igreja) / Pessoas Singulares (Dependências conventuais não classificadas)

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 15 / 16 / 17 / 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Diogo Pires-o-Moço (Túmulo de Diogo de Azambuja, atr.); Mateus Roiz (Capela da Anunciação)

Cronologia

1494 - Fundação do Convento pelos frades eremitas de Santo Agostinho por iniciativa de Diogo de Azambuja; séc. 16, inícios - Construção da Igreja tendo sido embutida na parede, do lado da Epístola, a arca funerária dos Cotas; 1511 - Conclusão da capela-mor a expensas de Diogo de Azambuja; séc. 16, finais - Data dos frescos do tecto da Sacristia; 1518 - falecimento de Diogo de Azambuja e colocação do seu túmulo num arcossólio manuelino na parede O. da capela-mor; a partir dessa altura o convento sobrevive com fracos rendimentos; 1535 - Os Pinas instituem a sua capela funerária adossada à parede E. da igreja; 1567 - Executado um retábulo para a Capela-mor, do qual subsiste o sacrário; 1572, 11 Abr. - Notícias de que o convento é alvo de obras, excluindo a igreja; 1591 - Construção da Capela da Anunciação, por Mateus Roiz; 1593 - Data do altar do Espírito Santo; a Sacristia é alvo de alterações; séc. 17 - Substituição do tecto de madeira da nave, alteado com abóbadas de aresta em tijolo, consolidação de paredes com contrafortes interiores; construção do coro-alto; séc. 17, meados - Construção do Claustro; séc. 17, finais - Colocada lápide na capela dos Pinas que relata os infortúnios de D. Margarida de Melo e Pina; séc. 18 - Pintado um retábulo fingido na parede de topo da capela-mor, do qual restam alguns fragmentos; séc. 18, finais - Colocados painéis historiados nas outras paredes com cenas da vida da Virgem, hoje desaparecidos; o túmulo de Diogo de Azambuja é colocado num canto da capela-mor, atrás do retábulo; o altar quinhentista é substituído por outro de madeira; inclusão de uma capela abobadada no andar superior do Claustro, com comunicação para o coro-alto; 1834 - O Convento é extinto e seus bens alienados; 1935 - Aquisição pelo Estado do Claustro.

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.

Materiais

Alvenaria de pedra (paredes), tijolo burro (abóbadas), madeira (estrutura) de coberturas e caixilharia), tijoleira e lajedo (pavimento), cal (paredes e tectos).

Bibliografia

A Igreja de Santa Maria dos Anjos, Boletim da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, nº 22, Lisboa, 1940; CORREIA, Vergílio, GONÇALVES, A. Nogueira, Inventário Artístico de Portugal. Distrito de Coimbra, Lisboa, 1952; DIAS, Pedro, Montemor-o-Velho, Pereira e Tentúgal. Levantamento do Património Histórico-Arquitectónico, s.d.; GÓIS, A. Correia, Concelho de Montemor-o-Velho. A Terra e a Gente, Montemor-o-Velho, 1995; MATOS, João Cunha, Montemor-o-Velho. Sua Hstória. Sua Arte. Coimbra, 1977; Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, Inventário, Vol. I, Distrito de Coimbra, Lisboa, 1993; MATOS, Teresa da Cunha, Nossa Senhora dos Anjos de Montemor-o-Velho. Um Caso Exemplar da Evolução do Gótico Flamejante ao Maneirismo, Dissertação de Mestrado da Faculdade de Letras de Coimbra, Coimbra, 1996; http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/69827 [consultado em 23 agosto 2016].

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID; DGEMN/DREMC-DM; GTL Montemor-o-Velho

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID; DGEMN/DREMC-DM; GTL Montemor-o-Velho; Arquivo " Mural da História "

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID; DGEMN/DREMC-DM; GTL Montemor-o-Velho

Intervenção Realizada

DGEMN: 1936 - Demolição, rebaixamento e reconstrução da armação dos telhados, em madeira de castanho, aproveitando madeiramentoa; cobertura completa de telhado, vedações e beirados, na igreja; reconstrução de 2 janelas manuelinas em cantaria, segundo elementos existentes; mudança e reconstrução do túmulo de D. Diogo de Azambuja; reconstrução da porta lateral e galilé de acesso ao Claustro, segundo instruções da DGEMN; apeamento do altar da capela-mor e transferência para a Igreja das Borras em Coimbra; 1937 - Reconstrução da cobertura na ala do Claustro anexa à Igreja e Capela Superior: apeamento de armação e cobertura, armação em madeira de castanho e pinho nacional, cobertura com telha romana; pintura a carbonil na armação do telhado do Claustro e Capela Superior; apeamento do campanário de cantaria e reconstrução do mesmo em cantaria apicoada, aproveitando parte das cantarias existentes; demolição de paredes de alvenaria e excrescências ambíguas, na empena, cozinha, Sacristia e a E. da igreja; rebaixamernto e regularização do pavimento térreo do Claustro; colocação de degraus de cantaria no fontanário; lageamento de cantaria à fiada no Claustro e galerias; cobertura de betão armado impermeabilizado no terraço sobre a Sacristia; regularização de tectos de cimento armado com argamassa de cimento e areia fina, na Sacristia; abóbada de cimento armado na Capela Superior; chaceamento de tectos para argamassar, com madeira de pinho, na galeria do Claustro; emboço, reboco, guarnecimento e caiação com argamassa de cal hidráulica e areia dos tectos e das paredes de alvenaria, incluindo picagem dos rebocos velhos, no Claustro inferior, superior, escada e Capela superior; soco de argamassa de cimento e areia nos 2 pisos do Claustro; assentamento de azulejo decorativo existente nas 4 alas do Claustro inferior; reparação dos pavimentos de tijolo, de guardas de varandins em ferro forjado, portas exteriores de castanho envidraçadas e pintadas no Claustro superior; 1940/1941 - Cantaria apicoada em molduras, assentamento de pavimentos em tijolo, emboço, reboco, guarnecimento e caiação em paredes; 1942/1943 - Reparação dos telhados da Igreja, Claustro e anexos; 1948 - Repregar, substituir peças, raspar e pintar portas e janelas da fachada principal; pintura de grades de ferro na mesma; janelas em madeira de castanho com ferragens na galeria superior do Claustro e na parte conventual; abertura de 2 nichos na parede do arco triunfal; construção de 2 altares, colunas de base e mísulas de nichos em cantaria de Portunhos; corrente de ferro para suspensão de lanternas nas capelas laterais; pavimento de tijolo prensado na Sacristia; picagem de reboco nas paredes salitradas e abóbadas em mau estado, limpeza de alvenarias e guarnecimento; emboço cerezitado com massa de cimento e areia em paredes; reboco com massa de cal de Penacova e areia em paredes emboçadas; 1954 - Construção de caixilhos em madeira de pinho com aros, vidraça e pintura, na fachada principal; restauro da porta da Igreja; pintura da grade de ferro do nartex; arranjo geral da armação do telhado, limpeza e novo assentamento de telha, sobre as alas N., S. e O. do Claustro e sobre a parte conventual; limpeza de paredes e abóbada no nartex, com caiação e reparação de rebocos; limpeza do adro junto da fachada lateral dir. e posterior e caiação de muros; construção e assentamento de vãos e portas em pinho na ligação do Claustro à parte conventual; pequenos trabalhos de limpeza, caiação, pintura e reparações de paredes na Igreja e Claustro; 1958 - Arranjo geral da armação do telhado e novo assentamento de telha, nas alas N., S. e O. do Claustro; caixilhos em pinho, vidraças e pintura nas janelas da fachada principal; reparação da grade do nartex; portas em madeira de pinho com ferragens na ligação do Claustro à parte conventual; abertura de 2 nichos na parede do arco triunfal, tapamento dos existentes e aproveitamento das bases para colocação de imagens; condução das águas pluviais dos telhados com novos canos e condutas em aterro atéà vala; 1966 - Reparação de caixilhos e colocação de vidros nas janelas da fachada principal; reparação e arranjo de ferragens do portal principal e portas interiores; pintura de grades de ferro no nartex; limpeza do pavimento da igreja com refechamento de juntas e nivelamento de pedras na nave; construção de paramento em tapeçaria com ferragens de fixação usuais, na porta da nave; arranjo de paredes exteriores e interiores com picagem e novo reboco parcelar e caiação, nas fachadas principal, laterais, posterior e anexo, peredes da nave e topos; arranjo de abóbadas, com picagem e novo reboco parcelar e caiação, na nave e capela-mor; arranjo de abóbadas e paredes interiores, com picagem e novo reboco, guarnecimento e caiações, no Claustro; 1967 - Reparação de caixilhos de janelas, nova pintura e vidros, no Claustro; 1968 - Romodelação total da instalação eléctrica; 1994 - Beneficiação de coberturas; 1997 - Beneficiação das coberturas da Igreja, Sacristia e Claustro; beneficiação interior de todas as áreas, incluindo a igreja; 1998/1999 - Obras de reconstrução de coberturas do Claustro; recuperação das gárgulas; caleira reajustada e impermeabilizada; picagem de rebocos no claustro; 2000 / 2001 - consolidação das pinturas murais do altar-mor, intervenção geral na Igreja e parte conventual com beneficiação de rebocos, caixilharia, portas, pavimentos, tectos, instalação eléctrica, drenagens exteriores; em fase posterior prevê-se conservação e restauro de elementos decorativos: pintura mural em paramento da capela-mor e tecto da Sacristia, altares em cantaria e talha; 2002 / 2003 - intervenção geral no exterior do imóvel e no 1º piso do convento que inclui a construção de sanitários, rede eléctrica, abastecimento de água e drenagem de águas residuais. Foram ainda removidos os rebocos exteriores em argamassas cimentícias e aplicadas argamassas em cal, pozzolana e areia. Construiu-se também a drenagem exterior periférica do convento, em vala com enchimento e tubos geodrenos; DGEMN: 2004 - projecto de arranjos exteriores da zona envolvente (entregue na autarquia); 2004 /2005 - recuperação do piso térreo do claustro, limpeza e restauro das cantarias do claustro, iluminação, pavimentação em cantaria.

Observações

Inscrição: "ESTA + UBRA + MÃNDOU + FAZER + D.º + DAZÃBUJA + NA ERA + DE 1511 + AÑOS +".

Autor e Data

João Cravo e Horácio Bonifácio 1992 / Lina Oliveira 2002 / Filipa Avellar 2003

Actualização

Maria Fernandes 2006
 
 
 
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