Pelourinho de Chãs de Tavares

IPA.00002560
Portugal, Viseu, Mangualde, União das freguesias de Tavares (Chãs, Várzea e Travanca)
 
Pelourinho quinhentista, de gaiola octogonal, com soco de três degraus quadrangulares e fuste oitavado e remate em gaiola octogonal, com pequenos colunelos a suportar o chapéu. A c. 1m de altura do fuste, uma depressão circundante revela o atrito de corda ou corrente. Dois dos colunelos da gaiola são de execução mais recente. O ramate termina em moldura circular e pequeno pináculo de duas esferas escalonadas.
Número IPA Antigo: PT021806030003
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição régia  Tipo gaiola

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco de três degraus octogonais escalonados, de rebordo saliente, dos quais emerge directamente o fuste prismático octogonal, liso, quebrado superiormente. O remate é em gaiola aberta, octogonal, que assenta em taça de bordos debruados inferior e superiormente, de oito faces côncavas, nos ângulos das quais se apoiam os colunelos, apenas decorados com finos anéis, faltando o do lado N.. A cúpula da gaiola é também oitavada e termina em moldura circular e pequeno pináculo de duas esferas escalonadas.

Acessos

Rua D. Jerónimo Osório, Largo do Pelourinho. WGS84 (graus decimais) lat.: 40.621985; long.: -7.611025

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Urbano, em pequeno largo. Isolado mas pouco destacado, com casas de habitação demasiado próximas, uma das quais praticamente encostada ao Pelourinho, a N., que era o antigo Tribunal, com Cadeia no piso térreo.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1114, 27 Fevereiro - provável concessão de foral à povoação, por D. Teresa; 1225, Outubro - segundo alguns autores, esta é a data do primeiro foral dado à povoação, por D. Afonso III; 1514, 10 Fevereiro - concessão do foral por D. Manuel; provável edificação do pelourinho; 1758 - nas Memórias Paroquiais é referido que a povoação de Tavares, com 119 fogos, tendo Câmara e juizes, pertencendo à Comarca de Viseu; 1853 - extinção do Concelho de Tavares, de que Chãs de Tavares era sede e inclusão no de Mangualde.

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; REAL, Mário Guedes, Pelourinhos da Beira Alta, Chãs de Tavares, in Revista Beira Alta, vol. XII, nº4, Viseu, 1953, pp.365-374; SILVA, Valentim, Concelho de Mangualde (Antigo Concelho de Azurara da Beira), Porto, 1945; SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Viseu, Viseu, 1998.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 43, n.º 436, fl. 313-314)

Intervenção Realizada

PROPRIETÁRIO: 1946 - obra de consolidação e reparação, apeamento e novo assentamento com argamassa de cimento e substituição de alguns degraus, em cantaria.

Observações

Autor e Data

Madeira Portugal 1991 / Lina Marques 1995

Actualização

 
 
 
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