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Edifício e estrutura Edifício Armazenamento e logística Celeiro Celeiro de ordem militar
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Descrição
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| Planta longitudinal simples, de massas simples de disposição na horizontal com cobertura homogénea em telhado de quatro águas. Fachadas rebocadas e pintada de branco, flanqueadas por cunhais almofadados e rematadas em beiral. Fachada principal, virada a N., de dois pisos, o primeiro com duas janelas gradeadas, de duas folhas, tendo, ao centro, lápide. Portal de verga recta e impostas em chanfro, encimado por dois baixos relevos, uma cruz de Cristo e uma esfera armilar. No segundo piso, duas janelas de duas folhas com bandeira. Fachada lateral esquerda, virada a O., com balcão alpendrado e uma porta de verga recta e duas folhas, encimado por uma cruz de Cristo. As restantes fachadas encontram-se adossadas. |
Acessos
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| Gaveto da Praça Luis de Camões e Rua de Santa Maria. WGS84: 39º49'30.51''N., 7º29'36.22''O. |
Protecção
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| Inexistente |
Enquadramento
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| Urbano, a meia encosta e flanqueado. Em frente abre-se a Praça Luis de Camões. Próximo localiza-se os Antigos Paços do Concelho (v. PT020502050037), a Casa do Arco do Bispo v. (PT020502050044), o Solar dos Motas (v. PT020502050043) e a Casa na Rua das Cabaças, n.º 1 (v. PT020502050017). |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Armazenamento e logística: celeiro |
Utilização Actual
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| Comercial: estabelecimento de restauração / Devoluto |
Propriedade
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| Privada: pessoa singular |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Séc. 16 (conjectural) |
Arquitecto / Construtor / Autor
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Cronologia
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| Séc. 16 - época provável em que sofreu as principais alterações adquirindo a forma com que a conhecemos *1; 1705 - no Tombo da Ordem, refere-se que o imóvel tinha dois pisos, o inferior subdividido em três dependências, a tulha, armazém de azeite e adega, todas ladrilhadas, surgindo, no segundo piso, duas salas, com cobetura em vigamento de madeira, sustentado por duas colunas de pedra e com duas janelas abertas para a Praça; séc. 18, final - passa para a posse da Câmara Municipal, como celeiro do Monte Pio; 1853 - o edifício era pertença de um particular, Rafael José da Cunha; 1884, 26 Julho - a Câmara visita o local para averiguar da possibilidade de o transformar em prisão, por contrato de arrendamento; 1891, 5 Março - o vereador António César de Abrunhosa solicita à Câmara a cedência das lojas do imóvel, permanecendo, na zona superior, a cadeia; 1927, Abril - o imóvel passa, em definitivo, para a posse de particulares; séc. 20, década de 90 - é recuperado e restaurado o 1º piso para instalação do restaurante "Praça Velha". |
Dados Técnicos
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| Estrutura mista e autoportante |
Materiais
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| Granito, reboco, madeira, telha de meia cana. |
Bibliografia
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| Guia das Cidades e Vilas Históricas de Portugal - n.º 6, in Jornal Expresso, Lisboa, 1996; LEITE, Ana Cristina, Castelo Branco, Lisboa, 1991; MARTINS, Anacleto, Portados Quinhentistas da Cidade de Castelo Branco, Castelo Branco, 1979; PROENÇA, Raul, Guia de Portugal, Beira - Vol III - Tomo II - Beira Baixa e Beira Alta, 2º edição, Lisboa, 1994; SANTOS, Manuel Tavares, Castelo Branco na História e na Arte, Castelo Branco, 1958; SILVEIRA, António, AZEVEDO, Leonel e D'OLIVEIRA, Pedro Quintela, O Programa POLIS em Castelo Branco - álbum histórico, Castelo Branco, 2003. |
Documentação Gráfica
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| IHRU: DGEMN/DSID; CMCB |
Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN/DSID; CMCB |
Documentação Administrativa
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| CMCB; DGA/TT: Mesa da Consciência e Ordens (Tombo da Ordem de Cristo, 1705, TC 143) |
Intervenção Realizada
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| PROPRIETÁRIO: séc. 20, década de 90 - restauro e recuperação do 1º piso. |
Observações
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| *1 - autores referem que não evidencia elementos claros sobre a época da sua edificação, supondo-se que seja do mesmo período dos Antigos Paços do Concelho (Domus Municipalis). |
Autor e Data
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| Luís Castro 1998 |
Actualização
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