Igreja Paroquial de São Quintino / Igreja de Nossa Senhora da Piedade

IPA.00002439
Portugal, Lisboa, Sobral de Monte Agraço, Santo Quintino
 
Arquitectura religiosa, manuelina, maneirista e barroca.Igreja paroquial de características rurais de planta longitudinal de 3 naves escalonadas divididas por arcos formeiros a pleno centro sobre colunas, e cabeceira tripla comunicante, de influência mendicante. O templo reflecte as alterações sofridas e sucessão de gostos decorativos. Da hipotética origem medieval subsiste um vão cego de moldura em arco quebrado. Portal manuelino em arco polilobado enquadrado por pilastras e decorado com grutescos. Capela-mor e absidíolos cobertos com abóbadas polinervadas sobre mísulas. Revestimentos azulejares quinhentistas de aresta nas mesas de altar e enxaquetado do absidíolo do Evangelho. Azulejos maneiristas de ponta de diamante no baptistério; barrocos, de produção joanina (figurativos, albarradas e padronagem) nas naves; rococós na capela-mor. José Rego julga encontrar nesta igreja uma composição de influência flamenga. Na fachada principal, à dir. do portal, um arco quebrado cego de moldura chanfrada sem qualquer função aparente em termos estruturais ou de acesso ao interior, aponta para um testemunho arquitectónico da existência de uma igreja anterior à campanha de obras manuelina, sendo que as Inquirições de D. Afonso III e as Visitações do séc. 14 referem uma igreja de Santa Maria de Monte Agraço cuja localização se desconhece, e que um alvará de D. Manuel autorizava a prática de festas "como antigamente se costumava fazer". Provável vestígio de templo precedente do manuelino são 3 capitéis do período romanico-gótico encontrados no terreno circundante e arrumados no interior da igreja. A decoração arquitectónica de grutescos da arquivolta e das pilastras que enquadram o portal principal é nitidamente baseada em esquemas compositivos e decorativos divulgados por gravuras italianas, (como as de Nicoletto Rosex da Modena) e do Norte da Europa (Alemanha e Flandres), datadas dos séculos 15 e 16. A estrutura da caixa murária que medeia entre os arcos do portal principal e o gablete regista grande irregularidade na disposição e colocação dos blocos pétreos.
Número IPA Antigo: PT031112010001
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja paroquial  

Descrição

Planta longitudinal composta por corpo da igreja rectangular de 3 naves, cabeceira de 3 capelas escalonadas e comunicantes. A N, torre sineira quadrangular e capela adossada, a N e S. Massa horizontalizante de volumes articulados cobertos por telhados de 1, 2 e 3 águas. Frontespício orientado rematado em empena, tendo ao centro pórtico de arco conopial entre pilastras decoradas com grutescos unidas superiormente por espécie de gablete e encimado por óculo; à direita vão cego de arco quebrado. Torre de 2 registos com 4 sineiras de arco pleno, rematada por cúpula bolbosa entre fogaréus. Fachada S com 3 janelas, uma delas cega, e corpo da capela lateral. Cabeceira com janelas e fresta, coroada por platibanda, sendo a ábside reforçada por contrafortes postos em oblíquo, escalonados. Na fachada lateral N corpo da capela lateral com 2 janelas e portal em arco conopial no corpo da igreja. INTERIOR: 3 naves com 5 tramos e com arcos formeiros plenos, sobre colunas divididas por anel e com capitéis com motivos vegetalistas estilizados e pequenas volutas; a O guarda-vento onde assenta coro-alto; cobertura de tecto de masseira. As paredes são revestidas a azulejos formando 3 níveis, tendo no 1º albarradas e nos superiores azulejos de padrão tipo tapete; a E, sobre os arcos quebrados dos absidíolos, azulejos figurativos. No canto NO baptistério circular cupulado e revestido a azulejos de ponta de diamante; no lado da Epístola, retábulo de mármores polícromos com 2 peanhas e nicho central. Na nave S capela forrada a azulejos com passos da vida de São Quintino, retábulo de mármore com imagem do padroeiro e abóbada pintada. Na nave central, sobre os arcos formeiros, azulejos de padrão em 2 níveis; arco triunfal quebrado encimado por nicho com "Calvário" ladeado por painéis de azulejos figurativos da "Anunciação" e "Visitação". A capela lateral N desenvolve-se a partir de um vão moldurado em arco rebaixado e é iluminada por 2 janelas laterais e coberta com abóbada de perfil abatido, revestida de estuque pintado e paredes marmoreadas. A capela-mor é revestida lateralmente com azulejos de perfil recortado formando silhar e a parede testeira com azulejos de padrão; mesa de altar com azulejos hispano-árabes de aresta; cobertura abobadada. Absidíolos abobadados, tendo o do lado do Evangelho mesa de altar com azulejos de aresta e uma pintura sobre tábua figurando "Cristo na Cruz".

Acessos

Lugar de São Quintino. WGS84 (graus decimais) lat.: 39,005970; long.: -9,144137

Protecção

Categoria: MN - Monumento Nacional, Decreto de 16-06-1910, DG, 1.ª série, n.º 136 de 23 junho 1910

Enquadramento

Peri-urbano, isolado,com implantação destacada. Ergue-se no cimo de uma pequena elevação, em zona isolada, na periferia de conjunto escassamente habitado de casas térreas e de 2 pisos, circundada por adro. A N pequeno conjunto de construções da Quinta da Tojeira, enquadrado por terrenos agrícolas.

Descrição Complementar

Na fachada principal, à dir. do portal, um vão cego moldurado em arco quebrado com capitéis decorados com meias esferas na parte inferior. O portal principal é perifericamente delimitado por 2 pilastras sobre bases prismáticas quadrangulares, são lavradas em meio-relevo nas 3 faces com grutescos dispostos verticalmente em candelabro, compondo-se de figuras fantásticas e semi-antropomórficas, flores e enrolamentos vegetalistas estilizados, golfinhos, aves, trifrontes, taças, cartelas, máscaras e meninos alados músicos. Encimam as pilastras capitéis quadrangulares com decoração de esferas e folhas, onde assentam pináculos vegetalistas e antropomórficos (cabeças aladas), superiormente torsos e rematados por florões. Dos capitéis arranca moldura superior do pórtico, em frontão angular, formando espécie de gablete decorado no extradorso com cogulhos de acanto. No vértice inscreve-se baldaquino que abriga imagem de vulto de Nossa Senhora da Piedade com o Menino sobre mísula vegetalista com 3 máscaras. O vão do portal é emoldurado por colunelos lisos sobre bases facetadas com capitéis vegetalistas, que superiormente formam arcos conopiais de segmentos interrompidos e vértices rematados por florões, sendo o inferior decorado com flores em botão e o superior sobreposto por arco trilobado de intradorso rendilhado e provido de contracurvas no extradorso, formando losangos curvilíneos rematados por florões onde se inscrevem rosetas quadrangulares. A arquivolta, sobre bases cilíndricas com cabeças aladas, é igualmente decorada com grutescos: figuras fantásticas, aves, putti, volutas, cornucópias, taças, golfinhos e 2 cabeças aladas cujas asas se unem no fecho. Nas enjuntas do arco, sob o gablete, 2 medalhões circulares de moldura vegetalista com bustos (feminino à esq. e masculino à dir.). O arco triunfal apresenta estrutura de arco quebrado, ao qual se adossa decoração sugerindo arco em cortina preeenchido com elementos vegetalistas e zoomórficos e figuração feminina no fecho. A capela-mor tem cobertura em abóbada polinervada constituída por sistema que conjuga ogivas, liernes, terceletes e cadeias, arrancando de mísulas cantonais colocadas a meia altura, e provida de bocetes esculturados com motivos vegetalistas, exceptuando o central, com monograma AM. O absidíolo N é coberto por abóbada polinervada formando estrela de 4 pontas, partindo de mísulas e com bocetes vegetalistas, fazendo-se o seu acesso por arco quebrado sobre pilastras finas com capitéis vegetalistas e bases facetadas. O arco quebrado do absidíolo S é delimitado por colunelos (ext.) e pilastras (int.) e decorado com rosetas quadrifoliadas. Nas bases uma concha (à dir.) e uma efígie (à esq.), e capitéis vegetalistas. A arquivolta quebrada é encimada por segmentos contracurvados que se interpenetram, decorados com cogulhos de acanto. A abóbada é igualmente estrelada assente em mísulas cantonais e com bocetes vegetalistas, um com uma máscara e o do fecho com escudo com 2 pregos passados em aspa (atributo de S. Quintino), pintados a azul, amarelo e vermelho.

Utilização Inicial

Religiosa: igreja paroquial

Utilização Actual

Religiosa: igreja paroquial

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Afecta ao culto

Época Construção

Séc. 16

Arquitecto / Construtor / Autor

PINTOR: Diogo de Contreiras (1550).

Cronologia

Séc. 13/14 - Nas inquirições de Afonso III e na Visitação do Bispado de Lisboa é citada uma igreja de Santa Maria de Monte Agraço, pertencente ao Cabido de Lisboa, que poderia ser a antecessora da igreja de São Quintino; 1386 - A freguesia de São Quintino, até então do termo de Lisboa, passa a integrar o Concelho de Sobral de Monte Agraço e, posteriormente, o de Arruda, regressando ao primeiro quando este foi restabelecido (1902); a freguesia era terra reguenga, pertença do padroado real e doada em comenda aos marqueses de Resende, local onde se instalaram alguns franceses desde o reinado de D. Afonso Henriques até ao de D. Dinis, com eles trazendo o culto de S. Quintino, de origem e devoção francesa, sendo esta a única freguesia portuguesa que tem como orago este santo, emparelhando com o de Nossa Senhora da Piedade; 1520 - D. Manuel manda reedificar ou construir de raiz a igreja de São Quintino; 1530 - Data inscrita em 2 cartelas nas pilastras do portal principal; 1532 - Conclusão da capela lateral S, data inscrita no pedestal da imagem de São Quintino; 1544 - Encomenda de um retábulo a Gregório Lopes; 1550 - execução de pinturas por Diogo de Contreiras; 1592 - Data inscrita na base da cúpula do baptistério, construído por Simão Correia; 1618 - Revestimento azulejar das paredes da igreja; data de um painel figurativo que representa São Quintino, junto da porta principal; 1648 - Carta de confirmação de D. João IV de um alvará de D. João III, sucedendo a outro de D. Manuel, autorizando a Confraria de São Quintino a realizar bodos e festas ao orago "como antigamente costumava fazer"; 1705 - pertencia ao padroado da Companhia de Jesus, do Colégio de Évora; 1738 - Campanha de obras e novo azulejamento, assinalado em legenda; séc. 18 - Obras de vulto que apearam e reconstruíram as fachadas E e S, com reaproveitamento parcial de materiais; colocação do retábulo de talha na capela-mor; revestimento azulejar da Sacristia e capelas-laterais; construção de altar na parede S e de alguns anexos em volta do templo; 1781 - Uma visitação dá conta da existência de um vigário e 10 padres que residiam numa casa situada defronte da igreja; 1934 - Princípio de incêndio no altar de Nossa Senhora das Dores, no absidíolo esq., destruindo várias peças de talha; a igreja necessita de reparos exteriores e interiores; 1935 - Ardeu um quadro com imagem de Nossa Senhora de Fátima; 1939 - A igreja encontra-se em mau estado de conservação e as infiltrações de águas pluviais danificaram peças artísticas que têm que ser postas a recato; 1941 - A Comissão Administrativa das Caldas de Monchique informou que o altar de S. Quintino, que se destinava à capela do edifício termal, não serve por estar em mau estado e parcialmente queimado; decorrente das obras de restauro, os objectos de culto, paramento e imagens encontram-se amontoados, a talha dos altares está em mau estado e parte da madeira foi deitada fora para queimar; 1943 - Apesar das obras, chove em alguns pontos e não se exerce o culto; 1960 - A igreja sofreu uma inundação pela chuva por ter abatido o telhado da capela lateral S; 1961 - A invernia causou estragos como a deslocação de telhas e queda da janela da capela-mor; 1966 - O tecto da capela N ruiu em virtude das infiltrações de águas pluviais, toda a cobertura necessita de reparação, limpeza e consolidação; 1968/1969 - A igreja está em mau estado e necessita de reparações das coberturas exteriores e interiores, portas, caixilhos e cabeçotes dos sinos; 1973 - Um temporal arrancou uma janela; 1976 - Destruída uma janela e caixilhos apodrecidos e a necessitar de reparação; 1977 - Projecto de construção de via de acesso ao cemitério a 150m da igreja; um arq. da DGEMN sugeriu o alargamento da passagem para o adro para permitir a circulação dos carros funerários; 1980 - Avaliação da posibilidade de construção do acesso ao cemitério através do adro.

Dados Técnicos

Estrutura mista.

Materiais

Estrutura de alvenaria rebocada, abóbadas e cantarias calcárias. Azulejos, mármore, madeira e telha.

Bibliografia

ALMEIDA, José António Ferreira de, Tesouros Artísticos de Portugal, Lisboa, 1988; AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de, Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa, Lisboa, 1963; CASTRO, João Baptista de, Mapa de Portugal Antigo e Moderno, s.l., 1762; CHICÓ, Mário Tavares, A Arquitectura Gótica em Portugal, Lisboa, 1981; DGEMN, Igreja de São Quintino, Boletim nº 44, Lisboa, 1946; DIAS, Pedro, Arquitectura Mudéjar Portuguesa: Tentativa de sistematização, Mare Liberum, nº 8, Dezembro de 1994; FLOR, Pedro, A autoria do Retábulo de Santa Maria de Almoster por Diogo de Contreiras (1540-1542), in ARTIS, Lisboa, Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras de Lisboa, 2004, n.º 3, pp. 335-341; Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério no ano de 1952, Lisboa, 1953; Monumentos, n.º 16-17, Lisboa, DGEMN, 2002; MORAIS, Castro, Sobral. Nossa Terra. Uma Evocação da Vila e Concelho de Sobral de Monte Agraço, 1948; SOARES, Maria Micaela, A Freguesia de Santo Quintino no Século XVIII, Sobral de Monte Agraço, 1986.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID, DRML

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

IHRU: DGEMN/DSID

Intervenção Realizada

DGEMN: 1934 - Reparações dos rebocos e do madeiramento dos telhados; substituição das telhas do corpo da igreja; arranjo e pintura de tectos, guarda-vento e porta; lavagem e pequenos consertos das cantarias das colunas; reparação da talha do altar de Nossa Senhora das Dores; 1939 - Elaborada estimativa para obras; 1940 - Início das obras de restauro: substituição do telhado por telha românica e de canudo; novo ripado e forro de pinho; demolição de anexos; construção e assentamento de cornija em cantaria; reconstrução de 2 gigantes em cantaria apicoada e de paredes de alvenaria; substituição de rebocos exteriores; arranque e colocação de azulejo decorativo nas paredes das naves com argamassa hidráulica; reconstrução da parede testeira da capela-mor; apeamento do altar-mor; demolição de paredes da Sacristia; reutilização da grilhagem de cantaria da capela-mor e absidíolos posta a descoberto com as recentes obras de demolição dos anexos; 1941/1943 - Continuação das obras de restauro: apeamento e reconstrução de telhados, beirais e rufos; reconstrução de paredes de alvenaria com argamassa hidráulica, e de cornijas e contrafortes em cantarias molduradas; reconstrução da Sacristia (paredes, coberturas e janelas); arranque e assentamento de azulejos em paredes e altares; construção de muro de suporte no adro; assentamento de azulejos em paredes e altares; assentamento de lagedo de cantaria apicoada com argamassa hidráulica; reparação da porta principal com medeira de macacaúba; pavimento de tijolo prensado; 1943/1944 - Azulejo de tipo antigo assente com argamassa hidráulica; demolição de paredes de alvenaria do anexo, pintura de portas; colocação de gelosia encanastrada na Sacristia; reparação e assentamento da teia da capela-mor; colocação de degraus em cantaria apicoada; demolição da "casa do ermita"; 1945 - Restauro dos azulejos da igreja; conclusão do altar lateral e pintura da grade da sacristia; 1947 - Reinício das obras: reparação do telhado; assentamento de azulejos figurativos e de tapete na capela-mor, absidíolos e Sacristia; reparação de portas, balaústres, tampa do baptistério, arcaz; colocação de 4 quadros; pintura do tecto do coro, das portas e do portão de ferro; restauro e assentamento de 2 painéis de azulejo figurativo; limpeza do adro; 1959 - Reparações: limpeza e arranjo de telhado; forro de casquinha de camisa e saia em tecto com pintura e serrafado em pinho; emboço, reboco e guarnecimento das paredes da capela lateral dir.; 1960 - Obras de reparação e reconstrução do telhado e forro da capela lateral que abateu; emboço e reboco das paredes com argamassa de cimento e areia; limpeza geral do telhado e substituição de telhas partidas; 1961 - Obras de conservação: assentamento de aro e vitral na capela-mor; substituçião de telhas partidas e pintura a óleo de caixilhos e portas; 1969 - Obras de conservação: limpeza e reparação de telhados; conserto da abóbada da capela da Senhora da Piedade; consertos e pinturas em caixilhos, portas e tectos das naves; rebocos exteriores e substituição de vidros partidos; 1973 - Construção e assentamento de um vão de caixilho com vidros e pintura na igreja, 1976 - Pequenos trabalhos de conservação urgente: substituir caixilhos apodrecidos e um óculo com aros, vidros, ferragens e pintura a óleo, 1979 / 80: Obras de conservação: reparação e limpeza das coberturas e madeiramentos; levantar e reparar os telhados da ábside e absidíolos; limpeza e substituição de telhas das naves; 1983 - Reparação da instalação eléctrica; demolição de uma construção em ruínas adquirida pela Junta de Freguesia para desafrontamento da igreja e alargamento da via de acesso ao cemitério, implicando este um corte no ângulo SO do adro; construção de alpendre de fronte da igreja; 1996 / 1997 - beneficiação da cobertura da nave central; execução de novas coberturas, rebocos exteriores e reparação geral de caixilharia; execução de novos rebocos no muro do adro; 2001 - Arranjo paisagístico da envolvente; 2001 / 2002 - beneficiação das coberturas da capela-mor, capelas colaterais e capela do Evangelho; revisão da subtelha e substituição das telhas partidas; substituição dos madeiramentos e limpeza do extradorso das abóbadas em cantaria; 2002 - conservação e restauro da sanca em estuque da nave central; 2003 - conservação e restauro das cantarias da fachada principal, incluindo pórtico manuelino.

Observações

Autor e Data

Paula Noé 1990 / Lina Marques 2001

Actualização

Ana Rosa 2005
 
 
 
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