Castelo da Bemposta / Muralha da Bemposta

IPA.00023584
Portugal, Bragança, Mogadouro, Bemposta
 
Castelo de construção medieval.
Número IPA Antigo: PT010408020154
 
Registo visualizado 289 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Militar  Castelo    

Descrição

Acessos

Bemposta

Protecção

Categoria: SIM - Sítio de Interesse Municipal / ZEP, Anúncio n.º 292/2021, DR, 2.ª série, n.º 252 de 30 dezembro 2021

Enquadramento

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Militar: castelo

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Afectação

Época Construção

Séc. 13

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

1279 - 1325 - D. Dinis manda erguer a muralha da póvoa da Bemposta, que deveria ter 160 braças (ou 352 metros) de perímetro e as medidas do muro deveriam ser as de Miranda, com duas portas flanqueadas por cubelos; deveria ser construída com pedra e cal; o fornecimento de água no interior seria garantido por um poço aí já existente *1; 1399 - D. João I doa Bemposta e Penas Róias a Rui Gonçalves Alcoforado; séc. 15 - passa a integrar um morgadio fundado por Vasco Pires de Sampaio, Senhor de Carrazeda e de Vila Flor, a favor de seu filho Fernão Vaz de Sampaio; 1758, 06 março - segundo o pároco José Camelo Borges nas Memórias Paroquiais da freguesia, a vila tem um pequeno muro com umas limitadas muralhas, a que chamam castelo, dentro do qual vivem alguns dos moradores; a meia légua o rio Douro faz a separação entre Portugal e Castela, ali existindo duas barcas, uma para Fermozelhe e outra para Vilarinho de Aires; 1797 - é donatário de Bemposta o conde Sampaio; 2021, 17 fevereiro - publicação da abertura do procedimento de classificação da Muralha da Bemposta-Mogadouro, em Edital n.º 215/2021, DR, 2.ª série, n.º 33.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

CAPELA, José Viriato, BORRALHEIRO, Rogério, MATOS, Henrique - As Freguesias do Distrito de Bragança nas Memórias Paroquiais de 1758. Memórias, História e Património. Braga: José Viriato Capela, 2007; CONDE, Manuel Sílvio Alves, VIEIRA, Mariana Afonso - «A Comenda da Ordem de Cristo do Mogadouro, nos alvores de Quinhentos. Subsídios para o estudo da paisagem e do povoamento do Leste de Trás-os-Montes, entre a Idade Média e os Tempos Modernos». In As Ordens Militares e as Ordens de Cavalaria na Construção do Mundo Ocidental. Lisboa: Edições Colibri; Câmara Municipal de Palmela, 2005, pp. 555-588; GONÇALVES, Iria (organização) - Tombos da Ordem de Cristo. Comendas de Trás-os-Montes e Alto Douro. Lisboa: Centro de Estudos Históricos; Universidade Nova de Lisboa, 2004; ROSAS, Lúcia Maria Cardoso e BARROCA, Mário Jorge - CD - Do Douro Internacional ao Côa - as raízes de uma fronteira. Porto: 2000.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO. *1 - Segundo Manuel Sílvio Alves Conde e Mariana Afonso Vieira, a muralha teria a planta subovalada, patentes ainda na topografia e hodonímia da povoação, embora apenas a sul ainda sejam percetíveis alguns restos de aparelho granítico antigo, algo irregular, completando a defesa natural da penedia. Uma das portas seria virada a poente, ao largo da igreja paroquial, como recorda o nome da rua, e a outra provavelmente no extremo oposto da muralha.

Autor e Data

Paula Noé 2005

Actualização

 
 
 
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