Núcleo urbano da vila de Salvaterra de Magos
| IPA.00022550 |
| Portugal, Santarém, Salvaterra de Magos, União das freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra |
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| Núcleo urbano sede municipal. Vila situada em planície. Vila medieval de fundação régia e jurisdição de ordem religiosa militar (ordem de Santiago), com posterior jurisdição régia. Núcleo urbano de matriz medieval com traçado regular, consolidado durante os séculos 17 e 18. Eixos viários orientados a NO. / SE. e O./ E., com uma rectilinearidade pouco acentuada. No final do séc. 18 já se encontrava consolidada a área junto à igreja Matriz, Vala Real e Capela Real, formando quarteirões rectangulares e poligonais longilíneos. A restante área ainda não possuía muita edificação, no entanto já encontrava delineado o traçado urbano que chegou aos nossos dias, com quarteirões de base rectangular de grande dimensão, que proporcionam o aparecimento de logradouros. Traçado urbano que surge em função de um elemento polarizador, a igreja matriz, primeiro edifício notável construído na vila. O desenvolvimento do malha foi potenciada pela topografia do território e pelo aparecimento de outros elementos polarizadores como o Rossio (campos de cultivo), a Vala Real (entreposto comercial) e o Paço Real. O espaço mais nobre da vila corresponde à Praça da República, de forma rectangular, onde se localiza o único espaço verde público, para além da zona envolvente à Vala real. |
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| Número IPA Antigo: PT031415040037 |
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| Registo visualizado 63 vezes desde 27 Julho de 2011 |
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Conjunto urbano Aglomerado urbano Vila Vila medieval Vila medieval Régia (D. Dinis)
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Descrição
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| Conjunto urbano de matriz medieval definido por um traçado em quadrícula irregular. A malha apresenta duas direcções principais, que todas as ruas seguem de uma forma aproximada, mas não rigorosa. Existem dez ruas com a orientação N./ S. e catorze ruas com a direcção O./ E., com uma rectilinearidade pouco acentuada, variando a largura e comprimento de cada quarteirão, com um mínimo de largura de 40 metros e um máximo de 179 metros, e com um mínimo de comprimento de 8 metros e um máximo de 126 metros. Supõe-se que o núcleo inicial de ocupação deste território estivesse localizado próximo da Igreja Matriz, edifício mais antigo da povoação. A sua consolidação urbana verificou-se após a construção do Paço Real no séc. 16 no topo S. da Praça da República (Largo do Pelourinho), do qual apenas resta a Capela Real (v. PT031415040001). Este núcleo tem uma forma poligonal que decorre dos quarteirões e ruas rectilíneas a ele associado. A R. Direita (actual R. Luís de Camões) resulta da ligação directa do Paço Real ao Cais da vala, passando pela Igreja Matriz (v. PT031415010023). A relação de proximidade do aglomerado com este afluente do rio Tejo não é casual, a água foi desde sempre um factor preponderante na localização de aglomerados humanos devido à necessidade básica a ela associada. Se a este factor juntarmos a navegabilidade temos uma vantagem económica muito importante no contexto histórico que deu origem ao desenvolvimento deste conjunto urbano. Além de receber a corte portuguesa nas suas coutadas, a Vila de Salvaterra de Magos tornou-se num importante entreposto comercial entre o S. e o N. do país, e também com a cidade de Lisboa, devido a este troço de água navegável. O aglomerado desenvolveu-se, durante o séc. 17 e 18 ao longo da R. Direita e para O., já que a E. se localizavam terrenos de qualidade elevada para a prática da agricultura. Esta área de crescimento é maior que o núcleo fundacional, mas continua com uma forma poligonal. A agricultura continua a ser bastante importante nos dias de hoje para as pessoas que vivem neste conjunto urbano e a condicionar o crescimento físico do mesmo. A terceira área de crescimento corresponde a dois quarteirões, localizados a O. da matriz que têm a sua consolidação no séc. 19. Morfologicamente podemos encontrar duas áreas distintas. A primeira área, que corresponde ao núcleo fundacional e a parte da primeira zona de crescimento, apresenta quarteirões rectangulares e poligonais, longilíneos e de dimensão inferior. A segunda área apresenta quarteirões geometricamente idênticos à primeira, mas diferentes em relação às proporções, que são inversas, sendo a largura inferior ao comprimento. O traçado urbano é estruturado em função de um elemento polarizador: neste caso a Igreja Matriz (v. PT031415040023), sendo um dos primeiros edifícios a ser erguido no conjunto urbano. Outros elementos que ao longo dos tempos polarizaram e ajudaram a estruturar o traçado urbano foram: a vala real, o Rossio (actual manga das largadas) e a localização do antigo Paço Real no topo S. do Lg. do Pelourinho (actual Praça da República). No eixo fundamental actual está incluída a R. Direita matricial que é perpendicular à vala real e paralela à fachada principal da Igreja Matriz (v. PT031415040023), o troço seguinte inclui o Lg. do Pelourinho. A Praça é rectangular, alongada, equivalente ao espaço de um quarteirão, polarizada, hoje, pelo edifício da Câmara Municipal (v. PT031415040010), a N., e outrora, pelo Paço Real a S., onde ainda existe a Capela Real (v. PT031415040001). Este terreiro serviu outrora para recepção dos reis e dignificação do Paço, foi posteriormente utilizado para a realização da feira e das festas da Freguesia e do Concelho e, inclusivamente, teve um coreto. Actualmente é um jardim público povoado com diversas espécies arbóreas e vegetais, que oferecem sombra e abrigam os encontros de jovens e seniores, durante todo o ano, mas que carece de uma desenho urbano mais cuidado. O próximo troço é a R. das Cozinhas, actual R. 25 de Abril. Neste troço a rua é larga e concentra a maioria do comércio da vila, inclusive a feira semanal junto ao edifício dos Bombeiros. O próximo troço é a R. do Calvário, actual Av. Dr. Roberto Ferreira da Fonseca. Nesta via concentram-se as actividades económicas, turísticas e hoteleiras do conjunto. Os eixos secundários são ruas paralelas ao eixo fundamental, nomeadamente, e começando pelas ruas orientadas N./ S.: R. do Rossio, R. Almirante Cândido dos Reis, R. Machado dos Santos, R. Miguel Bombarda, R. António João Ramalho de Almeida, R. dos Mártires da Pátria. As ruas orientadas O./ E.: Av. José Luís Brito Seabra, Av. António Pereira Roquete, Tv. do Forno de Vidro, Tv. João gomes, R. Dr. Gregório Fernandes, R. 31 de Janeiro, Lg. dos Combatentes e Lg. da Igreja. Existem ainda eixos complementares constituídos por travessas e azinhagas de pequena dimensão e que aligeiram a ligação entre o eixo fundamental e os eixos secundários. As áreas verdes públicas inseridas no núcleo em estudo são escassas, contam-se apenas o arranjo da Pr. da República e da zona envolvente à Vala Real. As áreas verdes privadas são em maior número, mas mais discretas, passando despercebidas por detrás de muros e gradeamentos, para isso contribui também a morfologia da vila, a planície. Mas, o que prevalece em termos de composição de imagem urbana são ruas e espaços com pouco verde. Os quarteirões têm a forma rectangular ou poligonal e nos de maior dimensão é notória a presença de logradouros, no entanto na zona mais antiga o edificado é consolidado e mais compacto. Os lotes na sua maioria são estreitos, com menos frequência, mas notórios são os lotes grandes com frente larga. A maioria das casas de habitação corrente tem 1 ou 2 pisos e telhados de 2 ou mais águas, com cumeeira paralela à rua. O tipo funcional de referência é casa unifamiliar de cariz popular, de piso térreo ou de 2 pisos em lote estreito. As variações decorrem da localização da porta na fachada e do número de janelas. A localização e o número destes elementos na fachada determinam a organização tipológica do interior. As casas térreas com acesso não axial e 1 janela (as mais frequentes) possuem uma estrutura em que a área de circulação da casa segue a orientação lateral, por sua vez as divisões dispõem-se também lateralmente obtendo-se na maioria dos casos divisões interiores. A entrada faz-se para um cómodo da casa a chamada de "casa de fora", hoje a sala de estar ou de jantar, e o corredor lateral distribui para os quartos e para a cozinha, esta com ligação ao quintal. Outra tipologia possível é anulação da área de circulação (corredor), entrando directamente para a "casa de fora", esta tem ligação directa com os restantes cómodos da casa, nomeadamente com os quartos e com a cozinha. A localização axial da porta pressupõe uma organização do espaço interior a partir de um corredor central. As casas populares de 2 pisos com acesso não axial e 1 janela, também ocorrem com alguma frequência, com organização similar ás casas térreas do mesmo tipo, só que ao invés do corredor temos a escada de "tiro" perpendicular à porta. Nas casas de 2 pisos existem várias variantes particulares, nomeadamente o aparecimento de loja em piso térreo, a qual pressupõe diferentes usos de acordo com o piso. Assim o piso térreo é ocupado pela oficina ou por um pequeno espaço comercial e pelo acesso ao 1º piso dedicado à habitação. Ou então, os edifícios plurifamiliares de 2 pisos, nos quais existem estruturalmente 2 fogos, um no piso térreo com uma porta e uma janela e outro no 1º piso, com acesso através de uma escada de tiro que se localiza junto a uma das empenas laterais. A iluminação de algumas divisões é feita através da porta pelo "postigo" ou por telhas de vidro no caso de divisões interiores. Outra característica tipológica deste conjunto são as casas térreas abastadas. Estas surgem em lotes de frente larga e possuem elementos arquitectónicos de remate em cimalha trabalhada ou platibanda, cunhais de pedra e caixilharias de madeira trabalhada, que as distinguem das demais casas térreas. A pavimentação do conjunto é maioritariamente em asfalto, por vezes pouco cuidado, aparecendo quando a largura da rua o permite um estreito passeio, em calçada de pedra calcária. Na R. Almirante Cândido dos Reis e nas travessas perpendiculares a esta, na R. Nova de S. Paulo e na R. Timor LoroSae podemos observar a calçada em cubos de granito. |
Acessos
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| EN118, Avenida Dr. Roberto Ferreira da Fonseca |
Protecção
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| Inclui Capela do antigo Paço Real de Salvaterra de Magos (v. IPA.00006162) / PDM - Plano Diretor Municipal, Resolução de Conselho de Ministros n.º 145/2000, DR, 1.ª série-B, n.º 249 de 27 outubro 2000 |
Enquadramento
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| Situado em planície, na unidade de paisagem do Vale do Tejo - Lezíria (v. IPA.00030190). Salvaterra de Magos implanta-se entre as cotas altimétricas 3 e 15 m, numa vasta e fértil planície entre o rios Tejo e Sorraia. O solo, composto em grande parte por areia, pressupõe que o território onde se implanta terá pertencido ao leito do Tejo. A N. e a NE. encontram-se os terrenos de aluvião que constituem o Campo de Salvaterra, terrenos de grande fertilidade devido às cheias e aos nateiros resultantes. As culturas mais representativas da região, e que marcam a paisagem envolvente, são a vitivinicultura, a cerealicultura e a hortícultura (searas, hortas e pomares). A hidrografia é marcada pela vala real, denominada popularmente de "sangria", curso de água navegável e afluente do Rio Tejo. Na proximidade do núcleo urbano localizam-se vários edifícios de referência: a O. o edifício da Falcoaria do antigo Paço Real e seus anexos (v. IPA.00007942) e a fonte do Arneiro (v. IPA.00016961) e a N. a ponte medieval (v. IPA.00022888). |
Descrição Complementar
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| Não aplicável |
Utilização Inicial
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| Não aplicável |
Utilização Actual
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| Não aplicável |
Propriedade
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| Não aplicável |
Afectação
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| Não aplicável |
Época Construção
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| Séc. 13 / 16 / 18 / 19 / 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| Desconhecido |
Cronologia
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| 1295, 1 junho - concessão de carta de foral por D. Dinis, com os mesmos privilégios de Santarém, decretando o povoamento do lugar e obrigando os seus moradores a abrir o Paul de Magos em quatro anos; doação da vila à ordem de Santiago e da Igreja Paroquial à ordem do Hospital; 1296 - fundação da Igreja Paroquial pelo bispo de Lisboa, D. João Martins de Soalhães; 1383, 2 abril - assinatura do Tratado de Salvaterra, segundo o qual o rei castelhano D. João I casaria com D. Beatriz, filha de D. Fernando e de D. Leonor Teles; 1429, 20 agosto - doação da vila de Salvaterra de Magos de D. João I a seu filho, D. Fernando; 1514 - os primeiros donatários da vila são os Condes de Atalaia que doam a vila ao infante D. Luís (filho de D. Manuel) em troca da Vila da Asseiceira e de outros lugares; na coutada da Casa Real foi fundado o palácio pelo infante D. Luís, Duque de Beja, filho de D. Manuel e de D. Maria; 1517, 20 agosto - concessão de foral novo por Manuel I; 1542 - o infante D. Luís mandou edificar um convento para os frades Arrábidos junto ao Casal do Jenicó, localizado entre Salvaterra e Benavente; séc. 16, meados - data provável da construção da Capela Real; 1626, 18 junho - junto à Coutadinha das Rainhas lançou-se a primeira pedra do novo convento por ordem de D. João IV; 1650 - D. João IV mandou abrir o paul existente; 1660 - fundação da Santa Casa de Misericórdia de Salvaterra de Magos; 1690 - D. Pedro II mandou acrescentar o palácio e fazer os jardins; 1753 - 1792 - inauguração do Teatro Ópera de Salvaterra pelo Rei D. José onde foram cantadas 35 Óperas; 1755, 1 novembro - o terramoto provocou danos nos edifícios do Paço Real, da Igreja Matriz, da Capela de S. Sebastião e da Igreja da Misericórdia; 1757 - a vila tinha 453 habitações; 1762 - ocorreu a última tourada real em Salvaterra de Magos onde perdeu a vida o jovem Conde de Arcos. Seu pai, Marquês de Marialva, desceu à arena para vingar a morte do seu filho matando o touro. O rei D. José proibiu as corridas de touros em Portugal; 1818, 28 setembro - perto das duas da manhã deflagrou um fogo no palácio Real do qual apenas se salvou a Capela Real e a Casa da Ópera; 1824, 29 fevereiro - apareceu morto o Marquês de Loulé. Após a morte do Marquês e com a guerra civil entre Liberais e Absolutistas (D. Miguel e D. Pedro) deu-se o declínio de Salvaterra de Magos por apoiar D. Miguel; 1858, 11 de Novembro - com o terramoto desmoronou-se o paredão da fachada do palácio, que caiu em pedaços até meia altura. Também os Paços Régios (Palácio da Falcoaria) ficaram danificados; 1862 - as ruínas foram arrematadas em hasta pública. Demoliram-se então os grandes paredões e aproveitaram-se a pedra e a caliça para as ruas e estradas do Concelho; 1876 - temporais assolaram o Ribatejo provocando inundações em Salvaterra que chegaram ao meio de da R. de S. Paulo invadindo a Igreja da Misericórdia e várias casas; 1877 - foram arrematados na Repartição da Fazenda Pública do Distrito de Lisboa os bens pertencentes à extinta Comarca de Salvaterra de Magos, de que foi último administrador o Conde da Ribeira Grande; 1909, 23 abril - o terramoto arruinou 15 edifícios e os prejuízos de 448 prédios foram avaliados em 92 647$00 réis; 1912 - sob a iniciativa do benemérito e lavrador Gaspar da Costa Ramalho foi inaugurado o edifício do Hospital da Misericórdia da Salvaterra; 1920, 1 de Agosto - inauguração da praça de touros de Salvaterra; 1934 - conclusão da Barragem de Magos "Obra de melhoramento hidro-agrícola do Paul de Magos", sendo a primeira do género no país; 1941 - reconstrução da praça de touros, destruída por ventos ciclónicos com patrocínio da família Monte Real; 1979 - destruição da Igreja da Misericórdia, por cheia; 1981, 4 julho - inauguração, pela Santa Casa da Misericórdia , de um museu na sua capela; 1985, 10 junho - inauguração da Biblioteca Municipal, instalada no edifício que servia para ensino primário, inaugurado em 1909; 2013, 28 janeiro - criação da União das Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra por agregação das mesmas, pela Lei n.º 11-A/2013, DR, 1.ª série, n.º 19. |
Dados Técnicos
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| Não aplicável |
Materiais
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| Não aplicável |
Bibliografia
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| CÂNCIO, Francisco, Ribatejo Histórico e Monumental, Vol. III, Lisboa, 1939; IDEM, Francisco, Subsídio para a História Económica do Ribatejo, Lisboa, 1944; NUNES, Manuel Carlos, Guia Turístico de Salvaterra de Magos, 1954; ESTEVÃO, José, Anais de Salvaterra de Magos: Dados Históricos Desde o Século XIV, Lisboa, 1959; CARDADOR, José de Carvalho Asseiceira, Subsídio para o Estudo da Santa Casa da Misericórdia de Salvaterra de Magos, Coimbra, 1970; GAMEIRO, José Rodrigues, Salvaterra de Magos: Vila Histórica no Coração do Ribatejo, 1985; RAPOSO, Francisco Hipólito, Estremadura e Ribatejo, Ed. Mobil Oil Portuguesa, 2ª ed., 1987; CORREIA, Joaquim Manuel da Silva, GUEDES, Natália Brito Correia, O Paço Real de Salvaterra de Magos- A Corte, A Ópera e a Falcoaria, Ed. Horizonte, Lisboa, 1989; Foral de Salvaterra de Magos, Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Câmara Municipal de Salvaterra de Magos (CMSM), Lisboa, 1992; Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Um Olhar Sobre o Concelho de Salvaterra de Magos, Salvaterra de Magos, 2001; LUCAS, Maria do Céu, O papel do eixo-urbano Benavente, Samora Correia e Salvaterra de Magos, Dissertação de mestrado em Geografia e Planeamento Regional - Gestão do Território, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, 2002; VILAR, Hermínia Vasconcelos, “Em Torno do Foral de Salvaterra de Magos: Génese de um Concelho”, O Foral, CMSM, Salvaterra de Magos; VARANDAS, José Manuel, “Salvaterra de Magos um Concelho Medieval nos Finais do Século XIII”, O Foral, CMSM, Salvaterra de Magos; DGEMN, www.monumentos.pt , 28 Novembro 2004; GOVERNO CIVIL DE SANTARÉM, www.gov-civil-santarem.pt , 28 Novembro 2004; ANAFRE, www.anafre.pt , 28 Novembro 2004; ANMP, www.anmp.pt , 28 Novembro 2004; ECOS DO RIBATEJO, www.ribatejo.com , 28 Novembro 2004; REGIÃO DE TURISMO DO RIBATEJO, www.rtribatejo.org , 28 Novembro 2004 |
Documentação Gráfica
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| IHRU: DGEMN / DSID; Câmara Municipal de Salvaterra de Magos; ANTT: Arquivo histórico do Ministério das Finanças; Arquivo Histórico do Ministério das Obras Públicas; Biblioteca Nacional |
Documentação Fotográfica
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| IHRU: DGEMN / DSID; Câmara Municipal de Salvaterra de Magos |
Documentação Administrativa
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| Câmara Municipal de Salvaterra de Magos; Sta. Casa da Misericórdia de Salvaterra de Magos; ANTT: Foral, Memórias Paroquiais |
Intervenção Realizada
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| CMSM: 1948, 28 Novembro -inauguração da rede de distribuição de luz eléctrica a Salvaterra de Magos; CMSM: 1951, 24 junho - é inaugurada a rede domiciliária de abastecimento de água, com estação elevatória na Vila de Salvaterra de Magos; CMSM: 1956, 1 de Junho - É inaugurado provisoriamente o edifício do Mercado Municipal, no local denominado "Canto da Ferrugenta", pois o que existia era a céu aberto em frente aos Paços de Concelho e já vinha do último quartel do séc. XIX; Estado Português: 1960, 4 de Outubro - É inaugurada a Estação de CTT nesta Vila, no local onde antes existia uma oficina de ferrador; Associação Popular: 1975, 20 de Julho - É inaugurado o Parque Infantil, sendo a sua construção, obra de uma iniciativa de uma grupo de entusiastas, à qual a população local aderiu de diversas formas; CMSM: 2004 / 2005 - obras de recuperação do celeiro da vala real; CMSM: 2004 / 2005 - Arranjo da Pr. da República junto à actual biblioteca; CMSM: 2005 - Inauguração da nova biblioteca no nº 18 da Pr. da República. Edifício antigo que sofreu obras de recuperação. |
Observações
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| 1- Pertence ao distrito de Santarém e encontra-se a 50 km de Lisboa. O município de Salvaterra de Magos tem cerca de 200 Km2, 20 000 habitantes e 6 freguesias (Salvaterra de Magos, Foros de Salvaterra, Marinhais, Muge, Glória do Ribatejo e Granho) confina a N. com o concelho de Almeirim, a S. com o de Benavente, a E. com o de Coruche e é limitado a O. pelo Rio Tejo (concelhos de Azambuja e do Cartaxo); 2- grande número de imóveis devolutos; Existe ainda em Salvaterra de Magos vestígios do percurso dos Passos da Paixão de Cristo com pequenos altares de pedra nos edifícios da Capela Real, da Igreja Matriz, da Igreja da Misericórdia e do Celeiro da Vala Real esse percurso terminava junto ao Calvário que se localizava da R. do Calvário (actual Av. Dr. Roberto Ferreira da Fonseca) e deveria de passar junto da demolida Igreja de São Sebastião que se localizava onde hoje é a Escola Primária Marechal Carmona. |
Autor e Data
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| Marina Pais 2005 |
Actualização
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