Farol do Ilhéu de Cima

IPA.00022083
Portugal, Ilha de Porto Santo (Madeira), Porto Santo, Porto Santo
 
Farol costruído no início do século 20 e reformado em meados da mesma centúria.
Número IPA Antigo: PT062207010014
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Comunicações  Farol    

Descrição

Possui uma altura de 15 m, grupos de três relâmpagos de cor branca, com um período de 15 segundos, tendo 29 milhas de alcance luminoso.

Acessos

Porto Santo, ilhéu de Cima

Protecção

Enquadramento

Rural, costeiro, no Ihéu de Cima, próximo da ponta SE. da ilha de Porto Santo, a uma altitude de 124 m.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Comunicações: farol

Utilização Actual

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Época Construção

Séc. 20

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

1896, 21 maio - data do projecto do farol assinado por Bartolomeu Valadas *1; 1901 - construção do farol; 1923 - ampliação do edifício, dotando-o de habitação para cinco faroleiros e depósito de petróleo e de sobressalentes; 1959 - é um farol não vigiado; conclusão da construção do edifício e dos caminhos de acesso ao farol, pela Comissão Administrativa das Novas Instalações para a Marinha.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

Ministério das Obras Públicas, Relatório da Actividade do Ministério nos Anos de 1959. Lisboa: MOP, 1960. 2º vol..

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGPC: SIPA

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

1925 - substituíção do aparelho, colocando um aeromarítimo, garantindo-lhe um alcance de 27 milhas; 1935 - substituição do sistema iluminante de petróleo por um incandescente a vapor de petróleo; 1956 - eletrificação do farol, passando a ter um alcance luminoso de 46 milhas; 1981 - remodelação do sistema de iluminação, substituindo-se a óptica lenticular de Fresnel por um equipamento moderno, que incorpora todos os sistemas alternativos e garante a sua entrada em funcionamento em caso de falha.

Observações

EM ESTUDO. *1 - Segundo a memória descritiva do projecto de 1896, constava de: 1º - uma torre de 4m2, 20 de seção exterior e 6,30 de altura entre a base e a plataforma da lanterna, com um vão interior cilindrico de 3,00 de diâmetro, sendo nesse vão que ficavam as escadas; 2º - dois corpos simétricos destinados a habitação de quatro famílias de faroleiros, compreendendo um a sala destinada ao pessoal de fiscalização e o outro a sala do depósito; todos estes compartimentos se achavam dispostos de modo que comunicando todos com a torre os seus moradores mantinham completa independência entre si; 3º - uma cisterna, para aprovisionamento de águas de chuva; segundo indica a memória acima citada o terreno sobre o qual devia assentar a construção era de formação calcária e de excelente qualidade a pedra de construção que dele se podia extrair, o que representa uma vantagem, sob o ponto de vista económico a atender. O farol devia ter um aparelho de 2ª ordem, luz fixa variada por clarões de 20 em 20 segundos, iluminando um ângulo de 254,44'. O projeto é assinado por Bartolomeu Valadas (Memória descritiva e justificativa, Secretaria da secção de faróis...").

Autor e Data

Patrícia Costa 2004

Actualização

 
 
 
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