Celeiro do Marquês de Pombal / Celeiro da Quinta da Gramela / Museu Municipal Marquês de Pombal

IPA.00002171
Portugal, Leiria, Pombal, Pombal
 
Edifício pombalino, de dois pisos com telhado duplo mardeliano de quatro águas. O emolduramento dos vãos que definem o eixo central do edifício que se abre para a praça é mais elaborado que os restantes apresentando uma saia sod o parapeito do segundo piso e decoração no extradorso das ombreiras, no portal principal.
Número IPA Antigo: PT021015090014
 
Registo visualizado 149 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Armazenamento e logística  Celeiro  Celeiro senhorial  

Descrição

Planta quadrangular, a S., massa simples, cobertura homogénea em telhado duplo de 4 águas e estrutura em gaiola, 2 pisos. O 1º piso tem 5 portas de verga arqueada, o portal principal de maiores dimensões apresenta as ombreiras ligeiramente decoradas e é encimado pelo brasão do marquês. O 2º piso tem 5 janelas de lintel curvo com espaços diferenciados entre elas, o acesso a este piso é feito por dupla escadaria exterior, em pedra, de um só lanço, adossada à fachada posterior. O pavimento dos 2 pisos é em tijoleira cerâmica vermelha. As fachadas com pilastras laterais são encimadas por cornija. A fachada principal, adaptada à topografia do terreno, é revestida em pedra até à altura do 1º piso e pintada e rebocada desde o nível do 2º até à cornija. A separar os 2 tipos de revestimento, uma faixa saliente em pedra atravessa as pilastras. Um pequeno friso, ao nível da cornija, simula um capitel onde se abre uma gárgula. INTERIOR: não observado

Acessos

Praça Marquês de Pombal

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 67/97, DR, 1.ª série, n.º 301 de 31 dezembro 1997 / ZEP, Portaria n.º 435/2012, DR, 2.ª série, n.º 179 de 14 setembro 2012

Enquadramento

Urbano. Implantação harmoniosa; flanqueado por dois edifícios; situa-se na mesma praça da igreja matriz de São Martinho (v. PT021015090020) e da Cadeia (v. PT021015090021).

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Armazenamento e logística: celeiro

Utilização Actual

Cultural e recreativa: museu

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18

Arquitecto / Construtor / Autor

Carlos Mardel (atr.)

Cronologia

Séc. 18 - foi mandado construir por D. Sebastião José de Carvalho e Melo, 1º marquês de Pombal; 2002 - Desenvolvem-se no local actividades culturais do MC; funcionam as instalação do Museu de Arte Popular Portuguesa e o Instituto Português de Arqueologia - Extensão de Pombal; 1985, 19 março - presidente do IPPC determina que se estude a classificação do imóvel; 1987, 16 dezembro - envio de elementos pela Câmara Municipal de Pombal; 1990, 22 outubro - envio de mais elementos pela Câmara Municipal de Pombal; 1994, 16 maio - proposta de classificação como Imóvel de Interesse Público da DRCoimbra; 1996, 08 outubro - parecer favorável à classificação como Imóvel de Interesse Público do Conselho Consultivo do IPPAR; 1996, 22 outubro - despacho de homologação na proposta de classificação do Ministro da Cultura; 2007, 13 dezembro - proposta de definição de Zona Especial de Proteção da DRCCentro; 2008, 24 abril - parecer favorável à definição de Zona Especial de Proteção do Conselho Consultivo do IGESPAR; 2010, 04 março - despacho de homologação à definição de Zona Especial de Proteção do Secretário de Estado da Cultura.

Dados Técnicos

Paredes autoportantes

Materiais

Estruturas de madeira, cantaria e alvenaria; tijoleira, telha.

Bibliografia

SEQUEIRA, Gustavo de Matos, Inventário Artístico de Portugal, Vol. V, Lisboa, 1955.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

DGEMN: DSID

Documentação Administrativa

DGEMN: DSID

Intervenção Realizada

CMP: 2000 - adaptação ao novo uso.

Observações

Imóvel adquirido à EPAC - Empresa para Agro-alimentação e Cereais, Lda. - pela Câmara Municipal de Pombal para futuras instalações de um Museu de Etnografia e Arte Popular. Despacho do Ministro da Cultura de 22 de Outubro 1996 autorizando a classificação.

Autor e Data

Lurdes Perdigão 1998

Actualização

 
 
 
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