Quinta de Santa Ana

IPA.00021045
Portugal, Lisboa, Lisboa, Santa Clara
 
Arquitectura residencial.
Número IPA Antigo: PT031106050917
 
Registo visualizado 937 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Conjunto arquitetónico  Edifício e estrutura  Agrícola e florestal  Quinta    

Descrição

Possui no interior da casa azulejos historiados rococós.

Acessos

Travessa de Santo André, n.º 13, Calçada do Poço, n.º 6. WGS84 (graus decimais) lat.: 38,783518, long.: -9,159560

Protecção

Enquadramento

Urbano. Junto ao vale de Carriche. Na proximidade a Ermida de Santo André (v. PT031106050838).

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Agrícola e florestal: quinta

Utilização Actual

Agrícola e florestal: quinta

Propriedade

Privada: pessoa singular

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Arquitecto / Construtor / Autor

Cronologia

Séc. 16, inícios - existia naquele local uma casa de um cavaleiro chamado Mendo Afonso; 1696 - é administrador do vínculo Luís da Fonseca Coutinho; 1718 - é administrador do vínculo Manuel Guerreiro Camacho; 1760 - é administrador do vínculo José Guerreiro Camacho de Fóios, morador em Alcochete; 1762, 3 Abril - aforamento da quinta pelo administrador do vínculo João Guerreiro Camacho de Fóios a Bartolomeu Nunes Holtreman, casado com D. Ana Rita Joaquina de Azevedo, por 40$000 réis e laudémio de quarentena; 29 Maio - Bartolomeu Holtreman toma posse da quinta; 1781 - morre Bartolomeu Holtreman; 1800, 20 Outubro - testamento de D. Ana Rita de Azevedo deixando as casas onde residia ao filho Manuel Carlos Xavier Holtreman; 1808, Dezembro - falecimento de D. Ana Rita de Azevedo; 13 Dezembro - Manuel Holtreman toma posse da quinta; 1810, 19 Julho - aforamento quinta por 1200$000 réis a Luís António Cardoso, casado com Delfina Joaquina, que possui um confeitaria no Borratém; 1819, 7 Julho - Luís Cardoso tmo posse da quinta; 1826 - auto de avaliação dando conta que a casa estava arruinada e inabitável, devido à destruição causada pelas tropas inglesas durante o seu aquartelamento naquele local; 3 Agosto - aforamento da quinta a João Coelho de Abreu, também confeiteiro, por 40$000 réis anuais; 1830, 14 Março - licença concedia a João Guerreiro de Fóios para ser liquidado o foro da quinta com João Coelho de Abreu, por mais 800$000 réis; 1836, 14 Maio - João Coelho de Abreu e sua mulher vendem a quinta a Miguel António Trancoso, por 1100$000 réis; 24 Maio - o novo proprietário toma posse da quinta; 1843, 23 Abril - morre Miguel António Trancoso, ficando a quinta na posse da viúva; 1972 - o Dr. Francisco C. Trancoso manda colocar dois mecos a ladear o portão da quinta.

Dados Técnicos

Materiais

Bibliografia

SANTO, Eugénio do Espírito, Ameixoeira, um núcleo histórico, Lisboa, 1997.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Observações

EM ESTUDO

Autor e Data

Joaquim Gonçalves 2004

Actualização

 
 
 
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