Pelourinho de Rossas

IPA.00000209
Portugal, Braga, Vieira do Minho, Rossas
 
Arquitectura político-administrativa e judicial, quinhentista. Pelourinho de pinha piramidal, com soco quadrangular de três degraus, com fuste cilíndrico e remate em pináculo piramidal, com elementos heráldicos. Neste pelourinho, destaca-se o remate com as armas de Portugal.
Número IPA Antigo: PT010311130004
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Tipo pinha

Descrição

Estrutura em cantaria de granito, composta por soco quadrangular de dois degraus, onde assenta coluna de fuste liso, de secção circular, sendo visivéis três fracções. Capitel circular, boleado. Remate piramidal, assente em placa quadrada, possuindo numa das faces as armas reais.

Acessos

Lugar de Celeiró. WGS84 (graus decimais) lat.: 41.584813; long.: -8.093155 (à freguesia)

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933

Enquadramento

Rural, isolado, integrado em largo, junto a casas de habitação.

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: estatal

Afectação

Autarquia local, Artº 3º, Dec. nº 23 122, 11 Outubro 1933

Época Construção

Séc. 16 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

Séc. 14 - a povoação é de Fernão de Sousa Botelho, casado com D. Inês de Sotomaior, viúva de Lopo Gomes de Abreu, Senhor de Regalados e Valadares, e filha do Visconde D. Leonel de Lima; 1510, 23 Outubro - concessão de foral pelo rei D. Manuel; provável construção do pelourinho; 1706 - segundo Carvalho da Costa, a povoação é da Coroa, com juiz ordinário, juiz dos órfãos, 3 vereadores e procurador, eleitos pela população e com cargo trienal, a que preside o Corregedor de Guimarães; tem um meirinho, que serve de carcereiro, eleito anualmente pela Câmara; tem 2 almotacés, distribuidor, inquiridor, contador, 3 escrivães do judicial e notas e um escrivão da câmara e almotaçaria; tem escrivão das sizas; 1758, 21 Maio - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação, com 88 vizinhos, é do rei; tem juiz e câmara; séc. 19 - o pelourinho encontrava-se arruinado

Dados Técnicos

Sistema estrutural autónomo.

Materiais

Estrutura em cantaria de granito.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza, vol. I, Lisboa, Valentim da Costa Deslandes, 1706; LOPES, Flávio (coord.), Património Arquitectónico e Arqueológico, Lisboa, 1993; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portugueses - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; SOUSA, Júlio Rocha e, Pelourinhos do Distrito de Braga, Viseu, 2000.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Isabel Sereno e Miguel Leão 1994

Actualização

 
 
 
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