Pelourinho de Torres Novas

IPA.00002011
Portugal, Santarém, Torres Novas, União das freguesias de Torres Novas (Santa Maria, Salvador e Santiago)
 
Pelourinho quinhentista, de que sobrevivem vários fragmentos, onde se reconhece parte do fuste torso e alguns elementos da base cilíndrica e do soco. Podem ver-se, numa das peças, marcas do arranque de ferros; o fuste espiralado e a base da coluna apontam para uma tipologia manuelina.
Número IPA Antigo: PT031419130002
 
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Registo

 
Edifício e estrutura  Estrutura  Judicial  Pelourinho  Jurisdição senhorial  Sem remate

Descrição

Pelourinho de que subsistem vários fragmentos dispersos pelo solo podem identificar-se: partes do fuste torso; elementos da base da coluna constituida por plinto e toro simples; o que parecem ser fragmentos do capitel com o abaco decorado de vegetação estilizada.

Acessos

Museu Municipal Carlos Reis. WGs84 (graus decimais) lat.: 39.479677; long.: -8.538412

Protecção

Categoria: IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 23 122, DG n.º 231 de 11 outubro 1933

Enquadramento

Os fragmentos encontram-se numa dependência do Museu Municipal

Descrição Complementar

Utilização Inicial

Judicial: pelourinho

Utilização Actual

Cultural e recreativa: marco histórico-cultural

Propriedade

Pública: municipal

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 16 (conjectural)

Arquitecto / Construtor / Autor

Desconhecido.

Cronologia

1190 - Torres Novas teve foral concedido por D. Sancho I, nomeando como alcaide Mendo Estrema; 1510 - D. Manuel concedeu-lhe foral novo e concede o título de Conde de Torres Novas a D. João de Lencastre, filho de D. Jorge de Lencastre, Duque de Coimbra; provável construção do pelourinho; séc. 17, final - concessão do ducado aos primogénitos dos Duques de Aveiro, por D. Filipe I; 1712 - é da comarca de Santarém e tem voto em Cortes, com assento no banco 6.º; pertence aos Duques de Aveiro e tem 1200 vizinhos; 1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a povoação que foi das Rainhas, foi dada por D. Manuel ao Duque-Mestre, que viria parar à Casa de Aveiro; tem 3200 fogos; 1836 - por deliberação da Câmara Municipal o pelourinho foi demolido.

Dados Técnicos

Fragmentos.

Materiais

Fragmentos em cantaria de granito.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da (Padre), Corografia Portugueza, vol. III, Lisboa, Officina Real Deslandesiana, 1712; MALAFAIA, E.B. de Ataíde, Pelourinhos Portuguese - tentâmen de inventário geral, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1997; SEQUEIRA, Gustavo de Matos, Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Santarém, Vol.III, Lisboa, ANBA, 1949.

Documentação Gráfica

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

DGARQ/TT: Memórias Paroquiais (vol. 37, n.º 77, fl. 681-892)

Intervenção Realizada

Nada a assinalar.

Observações

Autor e Data

Rosário Gordalina 1991

Actualização

 
 
 
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