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Edifício e estrutura Edifício Residencial unifamiliar Casa
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Descrição
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Acessos
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| Sé, Rua de D. Hugo n.º 5. WGS84 (graus decimais): lat. 41.142979º, long. -8.610549º |
Protecção
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| Incluído no Centro Histórico da Cidade do Porto (v. PT011312140163) e na Zona Histórica da Cidade do Porto (v. PT011312070086) |
Enquadramento
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| Urbano, adossado ao único lanço visível da primeira cerca medieval, junto à Sé (v. PT011312140001). A NO, desenvolve-se um pequeno parque de estacionamento. |
Descrição Complementar
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Utilização Inicial
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| Residencial: casa |
Utilização Actual
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| Política e administrativa: sede de associação |
Propriedade
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| Pública: municipal |
Afectação
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| Sem afectação |
Época Construção
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| Época medieval / Séc. 17 / 18 / 19 / 20 |
Arquitecto / Construtor / Autor
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| ARQUITECTOS: Maria Helena Rente / José Carlos Portugal |
Cronologia
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| 1871 - Era proprietário Manuel Cardoso Corte Real; séc. 20, anos 80 - foram feitas escavações arqueológicas no interior do edifício, que vieram a revelar uma ocupação remontando ao séc. 4 / 5 A.C.*1; 1993 - recuperação e transferência para o edifício, a sede da Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos; 1994 - prémio João de Almada. |
Dados Técnicos
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| Sistema estrutural de paredes portantes. |
Materiais
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| Alvenaria em cantaria de granito aparente e/ou rebocada e pintada de branco; frisos, cunhais, embasamento, molduras dos vãos, caixilharias metálicas; vidro simples, chaminé em tijolo; cobertura em telha. |
Bibliografia
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| Câmara Municipal do Porto, Porto a Património Mundial, Processo de Candidatura da Cidade do Porto à classificação pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade - 1993, Porto, 1993. |
Documentação Gráfica
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| CMP |
Documentação Fotográfica
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| DGPC: SIPA |
Documentação Administrativa
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| CMP: AHMP (processo de licenciamentoda obra do séc. 19) |
Intervenção Realizada
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| CRUARB: 1993 - Obras gerais de conservação e reabilitação. |
Observações
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| EM ESTUDO. *1 - No interior, conserva a mais longa sequência de ocupação humana documentada até ao momentos no Porto. Em apenas três metros de profundidade detectaram-se vinte camadas arqueológicas, integrando ruínas arquitectónicas e espólios do século IV a.C. até à actualidade. Foram aqui identificados vestígios do castro proto-histórico que deu origem à cidade, bem como das ocupações romana e alti-medieval que lhe sucederam. |
Autor e Data
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| Patrícia Costa 2003 / Ana Filipe 2010 |
Actualização
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