Igreja Paroquial de Frechas / Igreja de São Miguel Arcanjo

IPA.00019132
Portugal, Bragança, Mirandela, Frechas
 
Arquitectura religiosa, barroca e rococó. Igreja paroquial de planta longitudinal composta por nave, capela-mor mais estreita, torre sineira e sacristia adossadas à fachada lateral esquerda, com coberturas interiores diferenciadas, de madeira em masseira e iluminada por janelas em arco abatido rasgadas na fachada lateral esquerda. Fachada principal em empena recortada, com portal em arco abatido, sobrepujado por nicho concheado ladeado por dois óculos elípticos. Torre com quatro ventanas em arco de volta perfeita. Fachadas circunscritas por cunhais apilastrados com pináculos e remates em friso e cornija, a lateral direita com porta travessa em arco abatido Interior com coro-alto, púlpito no lado do Evangelho e baptistério sob a torre, com acesso por arco de volta perfeita. Retábulos laterais rococó, sendo os colaterais, em ângulo, e o mor revivalistas neobarrocos.
Número IPA Antigo: PT010407160111
 
Registo visualizado 785 vezes desde 27 Julho de 2011
 
   
   

Registo

 
Edifício e estrutura  Edifício  Religioso  Templo  Igreja paroquial  

Descrição

Planta longitudinal, composta por nave e capela-mor mais estreita, com torre sineira de planta quadrada e sacristia / anexo rectangular adossados à fachada lateral esquerda. Volumes articulados e escalonados, com coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na igreja, de uma na sacristia e de coruchéu na torre. Fachadas em alvenaria, rebocada e pintada de branco, percorridas por embasamento em cantaria de granito, flanqueadas por cunhais apilastrados encimados por pináculos e rematadas em friso e cornija. Fachada principal voltada a O., em empena recortada, coroada por cruz florenciada sobre pedestal galbado; portal axial, em arco abatido, com moldura em tripla escócia formando volutas nas ombreiras e ondulando sobre a verga em moldura de bocel e concha sobre o fecho; é sobrepujado por nicho concheado emoldurado com motivos em meia concha, ladeado por dois óculos elipsoidais também decorados com motivos concheados e encimado por relógio circular. Torre sineira de três registos divididos por friso e cornija, os dois primeiros cegos e, superiormente, quatro ventanas de arco de volta perfeita; o coruchéu é coroado por catavento; as restantes faces têm dois registos e o acesso processa-se pela posterior, através de porta de verga recta, protegida por pala de betão, flanqueado por óculo circular; possui escadas de acesso, protegidas por guarda em alvenaria de granito, parcialmente rebocada e pintada de branco, em disposição semicircular. Fachada lateral esquerda virada a N., com porta em arco abatido encimado por cornija, e janelão rectangular na sacristia, a qual tem, na face E., janela em arco abatido com moldura, cornija contracurvada e avental recortado. Fachada lateral direita virada a S., com porta em arco abatido, ladeada por dois janelões com o mesmo perfil e cornija, na nave, e janelão idêntico na capela-mor. Fachada posterior em empena com cruz no vértice. INTERIOR rebocado e pintado de branco, percorrido por azulejos de padrão policromo, decorado com motivos geométricos tendo por base a cruz pomeada, formando silhar, pavimento em soalho e cobertura de madeira envernizada em castanho escuro, em masseira, com tirantes metálicos. Coro-alto convexo na zona cental, sobre travejamento, com guarda balaustrada de madeira e acesso pela torre, por porta de verga recta no lado do Evangelho; no sub-coro, guarda-vento em madeira e vidro, e, no lado do Evangelho, sob a torre, baptistério com acesso por arco de volta perfeita, protegido por grades com motivos geométricos e duas cruzes de Cristo, com pavimento em lajeado de granito e pia baptismal em granito, assente em base troncocónica. Dois confessionários em madeira confrontantes. Na nave, do lado do Evangelho, púlpito quadrangular sobre mísula de cantaria, com guarda vazada de madeira e acesso por porta em arco abatido, a partir do anexo; uma porta de perfil idêntico, permite o acesso ao anexo. No lado da Ep+istola, porta travessa de verga recta e guarda-vento de madeira e vidro. Confrontantes, os retábulos laterais, em talha dourada e policroma, dedicados ao Sagrado Coração de Jesus (Evangelho) e às Almas (Epístola). Arco triunfal de volta perfeita, assente em pilastras toscanas, ladeado pelos retábulos colaterais, dispostos em ângulo, em talha dourada e marmoreada, dedicados a Nossa Senhora de Fátima (Evangelho) e ao Senhor dos Passos (Epístola). Capela-mor percorrida por azulejo policromo decorado com motivos geométricos, tendo por base a cruz ressarcelada, formando silhar e pavimento em soalho, revestido a alcatifa de cor magenta, e cobertura de madeira pintada de azul claro, em masseira. Sobre supedâneo de dois degraus retábulo-mor em talha dourada e lacada, de planta recta e três eixos definidos por duas colunas coríntias, assentes em duas ordens de plintos paralelepipédicos, e por duas pilastras com os fustes decorados de acantos, assentes em altos plintos paralelepipédicos; no centro, tribuna contracurvada com moldura dourada e trono expositivo de quatro degraus e fundo pintado com glória de anjos; nos eixos laterais, painéis pintados com glória de anjos e mísulas encimadas por elementos de talha vazada fitomórfica; remate em friso e cornija nos laterais e em frontão interrompido ao centro, tendo enorme tímpano semicircular, pontuado por elementos fitomórficos; sobre o altar, paralelepipédico, sacrário em forma de templete, tendo a porta decorada por cálice e hóstia, flanqueado por duas portas de volta perfeita, de acesso à tribuna; em frente, a mesa de altar, em talha dourada, suportada por quatro colunelos torsos. No lado do Evangelho, porta em arco abatido, de acesso à sacristia.

Acessos

Largo da Igreja

Protecção

Inexistente

Enquadramento

Rural, isolado, no centro da povoação situada em pleno vale do rio Tua, junto à margem esquerda do rio, em área aplanada com ligeira pendente N. / S.. A igreja implanta-se no centro de um adro, pavimentado em terra batida e limitado por muro de alvenaria, rebocado e pintado a branco. O acesso ao adro faz-se por dois portões gradeados em ferro forjado situados a O., junto à frontaria, e a S..

Descrição Complementar

Retábulo lateral do Evangelho em talha dourada e pintada, com corpo de planta côncava e um eixo definido por duas colunas de fustes lisos e capitéis coríntios e duas pilastras com os fustes ornados por acantos, assentes em consolas com anjos atlantes, que se prolongam em duas arquivoltas unidas no sentido do raio, formando o ático, tendo no fecho resplendor com coração inflamado; ao centro, nicho de volta perfeita, flanqueado por dois painéis côncavos com motivos concheados; altar em forma de urna marmoreado. Retábulo lateral da Epístola em talha dourada e policroma, com corpo de planta côncava e um eixo formado por duas colunas torsas, com espira fitomórfica e 8 pilastras com fustes decorados por elementos fitomórficos, assentes em plintos decorados, que se prolongam em cinco arquivoltas decoradas com acantos e querubins, constituindo o ático; ao centro, nicho de volta perfeita preenchido por painel em alto-relevo, de madeira, representando as Almas do Purgatório, São Miguel e uma Corte celestial; na base, tem embutido sacrário com cruz na porta e possui altar semelhante ao anterior. Retábulos colaterais em talha dourada e marmoreada, de planta recta e um eixo definido por duas colunas de fuste liso e capitéis coríntios, com nicho central contracurvado, o do Evangelho com fundo pintado a imitar adamascado e o da Epístola com paisagem; remate em entablamento e espaldar flanqueado por pilastras e aletas sobrepujadas por elemento contracurvado, tudo decorado por motivos fitomórficos; altares em forma de urna, ladeado por nichos semicirculares em cantaria. Vitral policromo no janelão da capela-mor, de composição contemporânea, representando Cristo Crucificado.

Utilização Inicial

Religiosa: igreja paroquial

Utilização Actual

Religiosa: igreja paroquial

Propriedade

Privada: Igreja Católica (Diocese de Bragança - Miranda)

Afectação

Sem afectação

Época Construção

Séc. 18 / 19

Arquitecto / Construtor / Autor

ARQUITECTO: José Ferreira da Costa. CARPINTEIRO: Manuel Martins Ferreira. ENGENHEIROS: Olímpio José da Gama Coelho da Rocha; Manuel de Sá Carneiro. PEDREIRO: Simão Rodrigues. PINTOR DOURADOR: Domingos Alves Teixeira Fanzenes (1910).

Cronologia

1258, antes de - Lourenço Soares terá dado foral a Frechas que, em 1284, lhe pertencia e aos filhos de Nuno Martim, de Chacim; a igreja era já vigairaria; 1513 - a povoação teve foral novo, dado por D. Manuel I; 1527 - o concelho de Frechas possuía 82 moradores e Fernão Vaz de Sampaio cobrava os direitos e as rendas; 1657 - segundo o Tombo da comenda de Rio Torto no termo da vila de Frechas, a igreja era anexa da Comenda de São Lourenço de Lillela (Rio Torto), pertencendo-lhe 2 partes dos dízimos e a terceira parte a Manuel de Sampaio; o padre de Frechas recebia do comendador 12$600 réis, mais 2$000 réis "pera as casas em que viva per estarem arruinadas as da comenda"; recebia, ainda, 20 alqueires de trigo; para a fábrica da igreja o comendador pagava, anualmente, 3$000 réis, para a lâmpada dava 3 almudes e meio de azeite, 2 alqueires de trigo para as hóstias e 2 almudes de vinho para as galhetas; 1706 - segundo Carvalho da Costa, era Donatário da vila de Frechas, Manuel de Sampaio e Melo, senhor da Casa de Vila Flor, a vila tinha 100 vizinhos e a igreja era de apresentação do reitor de Rio Frio, no termo de Chaves, cabeça de uma Comenda da Ordem de Cristo do Padroado Real que pertencia à casa dos Condes de São Lourenço; 1758 - segundo as Memórias Paroquiais, o concelho de Frechas pertencia à Comarca de Torre de Moncorvo, era donatário Francisco José de Sampaio e a freguesia tinha 150 vizinhos e 277 pessoas; a igreja possuia 5 altares, o mor, da Senhora do Rosário, do Senhor Crucificado, de Santa Luzia e das Almas; referem, ainda, as Memórias que a igreja tinha 2 naves e uma Irmandade das Almas e as Confrarias do Senhor e de Nossa Senhora do Rosário; o padre era vigário adjunto de apresentação do reitor de São Lourenço de Lillela em Rio Torto (Chaves) e possuía a igreja um cura coadjunto; com o terramoto de 1755 apenas caiu uma tábua na capela-mor; 1775 - em cumprimento de uma determinação do Vigário Geral de Torre de Moncorvo, foi efectuado um inquérito que apurou que a igreja era uma vigairaria da apresentação do reitor de São Lourenço de Libela, sendo vigário Manuel António Silveira e comendador da vigairaria o Conde de São Vicente que recebia 300$000 réis anuais; o padre recebia de côngrua 16$000 réis, para a renda de casa 5$.000 réis e ainda 34 alqueires de trigo, 30 centeio e 27 almudes de vinho; o cura coadjunto recebia 10.000 réis e 30 alqueires de centeio; para a fábrica da igreja, o comendador pagava 8$.000 réis e ainda o azeite para alumiar o Santissimo; existiam 150 moradores, pagando cada um, à igreja, um alqueire de centeio; a igreja possuia 4 alvas aparelhadas com todo o necessário; 3 casulas de damasco, outras 3 em "felpexim", um pálio encarnado, um véu de ombros e 2 cálices; séc. 18, última década - a igreja paroquial estava arruinada, dando-se início à construção da nova igreja, conforme projecto de José Ferreira da Costa, com a edificação da capela-mor a expensas do comendatário; 1796 - Frechas tinha 85 fogos e 261 almas, a vigararia tinha de rendimento 100$000 réis; 1800 - encontrava-se já edificada a capela-mor, a cargo do comendador da igreja, o conde de São Lourenço, conforme era costume; faltava erguer o corpo da igreja, tarefa que competia ao povo da freguesia, nesse sentido foi feita uma petição à Coroa, solicitando que fosse concedida a verba de 300.000 réis a partir das sobras da siza cobrada na freguesia; 1801, 25 Janeiro - era feita a adjudicação da obra de pedreiro, a Simão Rodrigues, pela quantia 750.000 réis que para além de erguer as paredes da nave, se comprometia a edificar a casa do despejo, junto à sacristia, e o púlpito; na mesma data, a obra de "madeiramento forro cal e telhados", foi arrematada a Manuel Martins Ferreira, pela quantia de 800.000 réis, comprometendo-se este a fazer o forro, portas almofadadas, 4 portas para os confessionários, caixão para os Santos Óleos e o coro-alto, utilizando madeira de castanho, seca e sem nós e a aplicar os vidros nas janelas; o desenho da igreja era de José Ferreira da Costa, natural de Vila Meã, no termo da vila de Móis, bispado de Viseu e residente em Torre de Moncorvo desde finais do séc. 18, de onde era natural a sua mulher, Maria Joaquina Araújo *1; 15 Outubro - a petição foi deferida por decisão real; 1835 - o concelho de Frechas, passando a pertencer ao concelho de Mirandela; 1888, 20 Outubro - a igreja foi assaltada, tendo sido roubados os vasos sagrados, a partir daí os vasos em ouro foram retirados da igreja e guardados em lugar seguro; 1910, Fevereiro - pintura da imagem do Sagrado Coração pelo pintor dourador Domingos Alves Teixeira Fanzenes; 1946 - a igreja foi novamente assaltada sem que tenha sido retirado nada de valor; 1948, 18 Outubro - encontrando-se a igreja em risco de ruína foi dado início às obras de recuperação da igreja, adjudicadas pela Comissão Fabriqueira da Freguesia de Frechas ao Engenheiro Olímpio José da Gama Coelho da Rocha, pela quantia de 250.000$00, segundo projecto da autoria do Engenheiro Manuel de Sá Carneiro (Agosto de 1948) da Direcção dos Serviços de Urbanização do Norte que também fiscalizou a obra; foram realizados os seguintes trabalhos, segundo a relação da obras a efectuar: restauro do altar-mor e de quatro altares laterais, apeamento e reconstrução dos telhados e tectos com estrutura de madeira e telha tipo "Campos", apeamento total e reconstrução da torre sineira com pavimentos intermédios e cúpula em laje de betão armado, construção de escada interior em madeira, cobertura da torre com telha de canudo vidrada, construção de baptistério integrado no piso térreo da torre, demolição da escada de pedra que existia ao longo da fachada lateral esquerda que dava aceso à torre sineira, demolição e reconstrução da fachada lateral direita junto ao cunhal da frontaria, conclusão das paredes laterais nas partes que se encontravam demolidas, substituição das duas aduelas do arco triunfal que se apresentavam esmagadas, construção de um coro-alto com viga mestra em betão e com acesso pela torre sineira, enchimento com alvenaria dos vãos cegos existentes nas paredes laterais interiores destinados a confessionários, reconstrução da soleira da porta principal e alteamento da soleira da porta lateral, reparação da cornija, conclusão do soco em cantaria na parede lateral direita, reconstrução da pia baptismal, abertura de uma janela na fachada lateral esquerda, substituição dos rebocos interiores e exteriores, reconstrução das portas, construção de novos pavimentos sobre massame de betão - em soalho de pinho na nave e sacristia, em mosaico cerâmico no baptistério e átrio do guarda-vento, em betonilha na arrecadação e na torre; colocação de rodapés em material igual ao dos pavimentos, construção de novos tectos - de madeira na nave e capela-mor, em estuque no baptistério e nos anexos; construção de um guarda-vento, colocação de vedação em ferro forjado no baptistério, substituição de guarda de ferro do púlpito por uma de madeira de castanho, construção de escada de acesso ao púlpito em cantaria, construção de dois confessionários em madeira de castanho; regularização geral do adro, demolição e reconstrução do muro do adro, demolição e reconstrução das escadas laterais de acesso ao adro, colocação de duas cancelas no adro em madeira de castanho (FERNANDES, 2001: 214-219); 1951, 15 Outubro - conclusão das obras (auto de recepção definitiva assinado pelo Engenheiro Civil José Gomes de Almeida, em representação da Direcção Geral dos Serviços de Urbanização e pelo Padre João Manuel dos Anjos Afonso, em representação da Comissão Fabriqueira).

Dados Técnicos

Sistema estrutural de paredes portantes.

Materiais

Paredes em alvenaria de granito rebocada; cornijas, embasamento e cunhais em cantaria de granito; coro-alto , guarda-vento, confessionários, púlpito, portas, pavimentos, tectos e retábulos em madeira; lambril em azulejo; cobertura em telha de aba e canudo.

Bibliografia

COSTA, António Carvalho da, Corografia Portuguesa, Lisboa, 1706; Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, vol. 11, p. 812, Lisboa, 1945; SALES, Ernesto A.P., Apontamentos históricos de Mirandela, vol. I, Bragança, 1978; MENDES, José Maria Amado, Trás-os-Montes nos finais do séc. XVIII, Coimbra, 1981; SALES, Ernesto A.P., Apontamentos históricos de Mirandela, vol. II, Mirandela, 1983; OLIVEIRA, Eduardo Pires, Arte religiosa e artistas em Braga e sua região (1870 - 1920), Braga, 1999; RODRIGUES, Luís A., Subsídios para o estudo da igreja de S. Miguel de Frechas. Artistas, obras de alvenaria e madeira, In Carlos Alberto Ferreira de Almeida - In memoriam, vol II, Porto, 1999; FERNANDES, Ilda, Frechas, tradição e modernidade, Mirandela, 2001.

Documentação Gráfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Fotográfica

IHRU: DGEMN/DSID

Documentação Administrativa

Intervenção Realizada

CMM: 1998 / 1999 / 2000 - restauro do retábulo-mor e do retábulo do Senhor dos Passos, colocação de mesa de celebração eucarística nova, colocação de bancos novos, colocação de vitral no janelão da capela-mor, colocação de pára-vento na entrada lateral (vitral e pára-vento oferecidos por Cândida Carvalho).

Observações

*1- o projecto da igreja, nomeadamente, o seu alçado principal encontra-se publicado a partir de documentação conservada no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, não correspondendo, no entanto, ao que foi finalmente edificado; efectivamente o desenho original previa a existência de um campanário de espadana com dupla ventana que rematava a frontaria que foi substituído pela torre colocada lateralmente, também o portal foi alterado e simplificado, mantendo embora uma linguagem característica do estilo rocócó, apresenta-se agora encimado por um nicho ladeado por 2 óculos, enquanto o desenho previa um janelão axial que iluminaria o coro-alto.

Autor e Data

Miguel Rodrigues 2004

Actualização

 
 
 
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